Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
Jogada divina?
Jogada divina?
Acha que ainda tem alguma jogada?
Vocês podem matar os onis mas e eu?
Eu, eu tenho mil anos de idade não podem me matar!
"Por mais palavras que eu diga para expressar oque eu sinto por você, ainda me falta algo...algo que fica preso em algum lugar de meu coração,evitando que eu morra de amor"
Quando se encontra uma pessoa que nos faz gostar ainda mais de ser quem a gente é tudo fica mais bonito e cheio de vida.
E o olhar que eu guardo na lembrança ainda traz a esperança de estar ao teu ladinho numa próxima estação.
Tenho horror a hospitais, os frios corredores, as salas de espera, antessalas da morte, mais ainda a cemitérios onde as flores perdem o viço, não há flor bonita em campo-santo. Possuo, no entanto, um cemitério meu, pessoal, eu o construí e inaugurei há alguns anos quando a vida me amadureceu o sentimento. Nele enterro aqueles que matei, ou seja, aqueles que para mim deixaram de existir, morreram: os que um dia tiveram minha estima e a perderam.
Quando um tipo vai além de todas as medidas e de fato me ofende, já com ele não me aborreço, não fico enojado ou furioso, não brigo, não corto relações, não lhe nego o cumprimento. Enterro-o na vala comum de meu cemitério – nele não existem jazigos de família, túmulos individuais, os mortos jazem em cova rasa, na promiscuidade da salafrarice, do mau-caráter. Para mim o fulano morreu, foi enterrado, faça o que faça já não pode me magoar.
Raros enterros – ainda bem! – de um pérfido, de um perjuro, de um desleal, de alguém que faltou à amizade, traiu o amor, foi por demais interesseiro, falso, hipócrita, arrogante – a impostura e a presunção me ofendem fácil. No pequeno e feio cemitério, sem flores, sem lágrimas, sem um pingo de saudade, apodrecem uns tantos sujeitos, umas poucas mulheres, uns e outras varri da memória, retirei da vida.
Encontro na rua um desses fantasmas, paro a conversar, escuto, correspondo às frases, às saudações, aos elogios, aceito o abraço, o beijo fraterno de Judas. Sigo adiante, o tipo pensa que mais uma vez me enganou, mal sabe ele que está morto e enterrado.
"Saudade de você é igual aquelas bobagens que eu ainda tenho no quarto, que nunca mais vou usar, e que não tenho onde guardar... mas guardo."
Tenho um lado bem bobo que ainda acredita na bondade das pessoas. Só que a vida me trouxe um lado que desconfia, ergue a sobrancelha e fica com o pé atrás.
Você pretende me deixar no vácuo pra sempre ou vai me responder ainda esse ano? Só para eu anotar aqui na minha agenda pra me organizar...
A ingratidão é doída, pois nos remete a condição de "objeto" nas relações, ainda confirma que nossa importância é vinculada somente a QUANDO e ENQUANTO somos servíveis.
Logo, o importante não é estar juntos, viver, construir, fazer um ao outro feliz e sim usufruir do que temos a oferecer de mais superficial.
Melhor libertar-se dessas pessoas que nos dão em troca de entrega verdadeira, apenas ilusões.
Você pode achar tolice, Mas a nossa história é triste, escravidão ainda existe! Até quando iremos nos calar? Seguir de olhos fechados, com medo de lutar. Quem são eles eles pra nos oprimir, e dizer em qual caminho devemos seguir?
Acho incrível nossa capacidade de jogar amores fora, pior ainda é nem olhar nos olhos aquele(a) que um dia foi tudo. Há pessoas quem falam, "se acabou , não mantenho nem contato", bloqueia das redes sociais, não frequenta os mesmos lugares e nem anda com as mesmas pessoas do ciclo de amizade. Outros mais sensatos ou masoquistas preferem ficar ali ao redor. Cada um age, reage de uma forma. Eu prefiro "ré-ciclar", ré, ciclo, enfim reciclar, se não pode ser "aquela" forma de amor, seja uma mais leve, mas seja, esteja. Acho melhor do que fingir amnésia durante o tempo juntos. Sei lá, só acho.
Cuide-se, preocupe-se mais com você. Ainda que algumas pessoas te chamem de egoísta, mesquinho e egocêntrico... Lembre-se disso: As pessoas vem e vão... Mas o seu coração do jeito que tiver... Estará aí pra sempre...
Então cuide bem dele.
Nada será como antes, mas ainda temos a chance de recomeçar, reinventar tudo o que um dia pensávamos que tivesse se perdido no tempo.
Desculpa por todos os momentos em que te magoei, desculpa mesmo eu ainda estava aprendendo o que era o amor.
