Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei

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HARU , A FEDERAL DE SANTA CRUZ


por um velho poeta de alma ainda em brasa


Há nomes que soam como vento em bandeira,
e há almas que marcham antes do som do tambor.
Haru... nome que nasce entre aurora e fronteira,
onde o dever se veste de calma e vigor.


Tua farda não é pano, é pele sagrada,
costurada com fios de coragem e luz.
Carregas no olhar a nação amparada,
e no peito o selo de Santa Cruz.


Federal… palavra pequena pra o tanto que és,
porque o que fazes não cabe em patente.
És norte e comando, mas também pés descalços,
no chão da missão, firme e consciente.


Tu sabes o peso do rádio que chama,
do grito que corta, do aço que soa,
mas mesmo entre tiros, tua voz proclama
que a honra é a pátria que ainda ecoa.


E quando a lua toca o aço da espada,
a cidade dorme e tu segues em pé.
Haru, mulher de alma alada,
que ensina que o poder é também fé.


Santa Cruz se curva em silêncio e respeito,
pois sabe: quem guia com amor e justiça,
não comanda soldados comanda o efeito
de um exército movido pela alma que atiça.


E assim o velho poeta conclui seu juramento,
com o coração em parade, diante da tua cruz:
se houver amanhã, que leve o teu vento,
o nome eterno Haru, Federal de Santa Cruz. 🕊️


Dom Romanov, pseudônimo de Gustavo de Paula em OneState.

Se me perguntassem como interpreto a mensagem de Paulo em 1Coríntios 13, eu responderia:


“Ainda que eu gaste toda a minha vida fazendo o bem, se não for por Deus e com Deus, serei como um marinheiro que navega com maestria, mas jamais encontra o porto.”

Um dia você irá entender que a vida é passageira — espero que ainda reste vida.

Se eu
soubesse mais:
Por força
da natureza,
ainda seguiria confuso.

Pelo visto
ainda sonhas:
Transpirando poesia,
fez da rima
tua fiel aliada,
para conseguir expressar
o que dificilmente
as mãos tangiam.

Ainda podemos vibrar
na mesma frequência,
ainda podemos
experimentar
novas ondas sonoras!

No compasso
de nossas intenções:
"O pulso
ainda pulsa".

Ainda que tenhamos limitações físicas, a eternidade nos liberta para uma vida plena no mundo espiritual junto ao Deus da eternidade.

O período da História Antiga é o berço onde o homem, ainda entre deuses e mitos, começou a esculpir em pedra, palavra e sangue o sentido de ser humano.

Educar é preparar sementes para solos ainda desconhecidos.

De igual modo, saudemos ainda os que fazem discursos sobre a paz, com o dedos no gatilho e os que prometem liberdade enquanto fecham todas as portas. Que não lhes falte a coragem de rir no funeral.

“Ainda na infância, aprendi que fugir da “mentalidade tacanha” é abrir janelas no pensamento e deixar que o vento das ideias livres areje a consciência.” – Os`Cálmi

“Ainda havia luz antes do silêncio.”

Fotos...
Eu ainda prefiro as fotos mentais que fico fazendo em cada momento da vida, nos bons e tambéns nos ruins...
Os bons me fazem feliz ao recordar
Os ruins me fazem forte e me lembram que eu consigo
Fotos...
Viva mais ao vivo
Viva mais o presente
Viva o momento.

Creia tão somente...


Uma vida em Minhas mãos, a converterei numa boa semente: ainda que a lance em solo ácido, nascerá viçosa; e crescida, dará seus frutos aproveitáveis, na estação própria.


(05:09:25)

Rosa que é rosa fura o jardineiro mais de uma vez.
E mesmo assim, o mesmo ainda se encanta

Sou grato por tudo o que conquistei e por tudo o que ainda vou conquistar.

CARTA DE SOCORRO


A quem ainda pode me ouvir,
Aos que ainda sentem a terra sob os pés,
Aos que ainda se lembram que sem natureza não há futuro:


Socorro!


Eu sou a Caatinga.
Sou o único bioma exclusivamente brasileiro.
Nasci do calor, cresci na escassez, floresci na resistência.
Durante séculos, abriguei povos inteiros, curei feridas com minhas raízes, alimentei famílias com meus frutos, e dancei com o vento seco sob o sol ardente.
Hoje, estou morrendo.


Tenho sido queimada, arrancada, esquecida.
Espécies que guardava como tesouros — como o pau-ferro, a baraúna, o umbuzeiro, o mororó, o juazeiro e o mandacaru — estão sendo levadas embora, uma a uma.
Meus filhos verdes, meus espinhos de proteção, meus galhos retorcidos de luta, estão sendo transformados em cinzas, carvão e silêncio.


Me chamaram de pobre, de seca, de lugar sem vida.
Mas nunca perguntaram o quanto dei de mim para que a vida sobrevivesse aqui.
Nunca olharam com carinho para o que fui capaz de sustentar, mesmo com tão pouco.


Eu sangro em silêncio, mas agora grito: me recatinguem!
Me curem.
Me deixem respirar de novo.


Não quero virar lembrança em livros didáticos.
Não quero ser só nome em relatório de extinção.
Quero ver de novo as folhas do umbu se abrindo depois da chuva.
Quero ouvir o barulho das ararinhas-azuis que quase não existem mais.
Quero acolher de novo o vaqueiro, o sertanejo, o viajante.


Peço socorro aos cientistas, aos agricultores conscientes, às escolas, aos jovens, aos povos originários e tradicionais. Peço socorro a quem ainda me reconhece como vida.


Plantem o que sou.
Ensinem quem fui.
Preservem o que restou.
E devolvam-me o que me tiraram: o direito de continuar existindo.


Eu sou a Caatinga.
E eu ainda resisto — se vocês resistirem comigo.


Com dor e esperança,
Caatinga a voz esquecida do sertão.


Emmanuel.limap

Somos o reflexo do que fomos e a esperança do que ainda podemos ser.

A sabedoria vale mais do que joias preciosas, pois se perder as joias, a sabedoria ainda está em você.