Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei

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" Não posso me esquecer, ou melhor, ainda me lembro, dessas perfumadas palavras:

'Fica sempre
um pouco de perfume
nas mãos que oferecem rosas
nas mãos que sabem ser generosas.'"

Quando você estiver um pouco perdido, em um lugar que ainda não sente seu. Quando seu único refúgio é roubado, você é abandonado por todos, (família, amigos, até um amor), e a solidão parece insuportável. Mas então, você sumiu prá todos, a profissão que você construiu com esforço torna-se seu renascimento. Enquanto ninguém via o quanto você batalhou, seu trabalho falou por você. Longe de casa, sozinho, você se reencontrou. Por isso, Chore em silêncio, depois trabalhe. Não perca tempo discutindo, apenas trabalhe. Não espere nada de ninguém, foque no seu trabalho. Surpreenda a si mesmo com sua própria força – trabalhe. Enquanto outros falam, você constrói. No silêncio do seu esforço, nasce a sua vitória. Trabalhe. E não se esqueça...
D'us é bom!
Alexandre Sefardi

Olha eu aqui.
A mesma cara, e ainda tem quem não acredita... Meu nome é Alexandre!
Sou curioso por natureza, sempre em busca de aprender e conectar ideias. Minhas histórias são moldadas por escolhas, encontros e os livros que li. Acredito no poder dos pequenos gestos. Tenho medos, mas também resiliência; sonhos, mas também pés no chão. Sou uma mistura de passado vivido e futuro imaginado, em constante transformação. No fundo, sou apenas alguém tentando encontrar sentido no caminho, deixar uma marca gentil e ouvir, de verdade, a história do outro.
Somos aquilo que gostamos.
Somos nossa comida favorita, os filmes que amamos, os amigos que escolhemos,
as roupas que vestimos, a época do ano que preferimos, o esporte que nos anima, as cidades que nos fascinam...
Eu não só sou...
Somos!

Empoderamento!
Não há que falar em poder enquanto ainda houver o medo,
Não há que falar de felicidade, se ainda houver dor,
Não há que falar em perdão, se houve esquecimento!
O poder inicia quando você perde o medo de soltar suas dores e exercer o perdão verdadeiro.
Soltar o medo não é fácil, mas é possível, então pare de resistir ao medo... deixo-o entrar, observe-o como se estivesse observando algo que pode te ensinar, veja como ele chega, o que ele tem a dizer, como ele modifica seu corpo, sua mente e seu espírito. Quando você aprende a observar o seus sentimentos, você aprende como ele chega, e como se instala e consequentemente como fará para se livrar deste padrão de comportamento.
Cuidado a mente, ela não quer que você aprenda. Ela quer que você continue sua escrava, continue sendo refém dos seus próprios sentimentos ruins.
Resista, pare, respire, observe, solte e agradeça.
Faça-a dia após dia, até que um dia ficará mais brando, mas leve. Assim também funciona com as dores... pare e observe como ela chega e silencie até achar suas raizes... assim é o auto-conhecimento... se não parar para observar não encontrará respostas e muito menos evolução.
O perdão não é esquecer algo; se você foi vítima de abusos, não esqueça, acolha a dor, o medo, a raiva, mergulhe observando o que acontece, e vá soltando na sua respiração, eu sei que é doloroso, mas é um começo. Pratique o perdão verdadeiro, pois quando se pratica o perdão a liberdade vem.
Não resista, pois todo o sentimento que resistimos ficará cada vez mais forte. Aprenda a amar todos os seus sentimentos, você verá que eles diminuem quando são reconhecidos.
O poder está dentro de nós! Basta mergulhar dentro de si mesma que o Poder interno acontece. Se tiver medo de fazer isto sozinha, saiba que nunca está só, se pedir as energias divinas virão, se precisar, peça ajuda, mas não fique mais onde está, siga... tenha coragem de seguir sempre em frente!
Empodere-se!
Giovana Barbosa

Deus te trouxe aqui porque Ele sabe o que VOCÊ NÃO SABE que é capaz de fazer e sabe também que ainda dá tempo de você descobrir.

Nunca desista dos seus sonhos, ainda que na busca por eles tenha um fracasso momentâneo, não se prostre, prossiga sem desistir, eis a grande diferença entre os que realizaram grandes feitos, a PERSISTÊNCIA.

⁠Se mesmo com dor você perseverou, ainda que não tenha alcançado o objetivo principal, você triunfou.

Ainda não vi águia herbivora ou pura, mais de todas, são fiéis e firmes até a morte, a coragem e a atitude são seus padrões mais altos...

“Às vezes, as coisas não acontecem na nossa vida porque ainda não é o tempo certo. Muitas vezes achamos que é a hora ou que estamos preparados, mas nem sempre estamos.”

Passamos a vida tentando nos entender, e ainda assim não nos conhecemos por completo.

Será que até hoje você ainda não percebeu que eu estou a fim de você?

A melhor fase da vida ainda não foi construída, mas alguém a erguerá. Ela chegará, mesmo que eu não saiba quando.

Quantas mentiras eu ainda tenho que fingir que acredito? Não dá mais.

Eu ainda te amo
Nao como que procura
sua presença no escuro
Mas com sentimento profundo
Eu te amo quem olha seus olhos
E busco sua alma que me atravessa
Com calma, sem pressa
Perdemos as palavras
Perdemos o abraço terno
Que eu oferecia sem cálculo
E sua palavras cada vez mais curtas
E nada fluidas anunciam
Que o nosso amor não te mobiliza
E eu te pinto com tinta preta
Uma imagem de luto
Onde estão as juras de amizade eterna?
Nada mais resta.
Estou sozinha em silêncio
No despontar do anoitecer
E minha casa é meu refúgio
Um solo impenetrável
Onde reflito minha existência humana.
Eu me basto, mas meus lábios
São vazios sem os seus
Eu quero introspecção
Silêncio que se entente
Você quer expansão
Viva social
E em meio a muitos
Eu me sinto habitante
De outro ecossistemas
Estamas separados por anseios de vida
E nada espero de ti
A não seus olhos que me observam
E a distância de nossos lábios
Eu te amarei na memória
Você procura ação
Eu anseio vida privada
Isso nao me faz mais pobre
Eu converso comigo
Você conversa com o público
Eu não deixei de te amar
Amo na distância
E seus olhos olham os meus
E nosso boca se tocam em silêncio
E à distancia
Sei que nunca seremos indiferentes
E na noite de hoje
Sonho com diferenças serenizadas
E o encontro de nossos lábios
Mostras que somos todos iguais
E nos encontramos em nossos corpo
E saberemos que fomos amados
Apesar do mundo
Apesar de nós dois
O amor quer pele
O amor não quer razão
Unidos pelo desejo inconsciente
De sermos um
Em um mundo caótico
O meu amor está aqui
Entre desejo e ponderação
Olhe-me, simples mulher caseira.
E te abraçarei profundamente
E te curarei da razão.
Eu não sou palco
Eu não sou plateia
Eu sou o amor puro
Que sua alma reconhece.
Ainda que você negue.
O amor é abstração
E nada espera,
O amor não é humano.
É um pedaço de divina
Na esfera terrestre.
Eu te amarei sem nada esperar.
Ao dormir eu lembrarei dos seu olhos.
Seguirei em frente como que carrega
O segredo do universo.



"O impossível é aquilo que ainda
não foi sonhado com paixão."

Às vezes vamos ter que manter uma postura de vencedores, mesmo que ainda não tenhamos vencido as dores!
Vamos ter que acabar com as incertezas antes que elas acabem conosco.
E mesmo com tudo para dar certo, vamos ter dificuldades de quebrar as correntes que nos mantém presos.
Nem sempre entendemos os nossos caminhos!

"Você é o encontro constante com o seu ainda não."

Ainda Há Cacos Espalhados
​Eu ando em pontas, lento e distraído,
Pois sei que a dor não foi de todo embora.
A ferida fechou, mas o chão, o meu chão querido,
Guarda o que foi quebrado, mesmo que lá fora
O mundo ache que o tempo já cumpriu o seu castigo.
​Ainda há cacos espalhados no tapete,
Fragmentos de um espelho que não soube mentir.
Eu tento varrer, juntar no meu colete,
Mas há estilhaços que insistem em luzir,
Lembrando-me de cada passo que se repete.
​A mão que tateia a escuridão é a mesma
Que um dia segurava o vaso inteiro.
Agora ela recolhe a dor, essa gema
Transparente e cortante, sem um paradeiro
Certo, apenas o peso de uma descrença extrema.
​É preciso ter cuidado ao recomeçar,
Pois a pressa faz o pé sangrar de novo.
A cura não é um instante, é um lugar
Onde aprendemos a coexistir com o povo
De fantasmas que a memória teima em guardar.
​E eu respiro fundo, sabendo que amanhã
O Sol vai nascer sobre os pedaços que restaram.
Não para uni-los, mas para que a manhã
Me encontre a caminhar, mesmo que me custaram
O peso e a prova de que nada é mais de lã.

Não, esta vida não me parece natural.
Há nela uma ordem que não escolhi e à qual, ainda assim, pertenço.
Nasci — e, antes que pudesse sentir o espanto de estar aqui,
já havia uma prova da minha presença.

Um papel declarou meu começo. Eu não.
Outros vieram depois, confirmando etapas.
No fim, outro afirmará que terminei.

É estranho que a existência precise de testemunhas,
como se o simples fato de respirar não bastasse.

Às vezes penso que não vivo, apenas correspondo.
Respondo a chamadas invisíveis,
atendo a expectativas que não formulei.
Sou menos um ser do que uma função em curso.

Pergunto-me se existo
ou se apenas me mantenho em operação.

Meus pais me pensaram antes de me conhecer.
Havia em mim um projeto que não era meu.
Minha mãe me chamava de futuro.
Eu tentava existir no presente.
Cresci entre o desejo deles e a minha própria indefinição.
Hoje não sei se falhei
ou se apenas nunca aceitei ser continuação.

Há em mim algo que resiste.
E, no entanto, todos os dias sou traduzido em números.
Sabem tudo sobre mim.
Não sabem quem sou.

Não me oprimem as paredes.
O que me inquieta é a forma —
a exigência de caber sem sobrar.

Vestimos papéis como se fossem natureza.
Chamamos dever ao que é repetição.
Chamamos escolha ao que já estava traçado.

E corremos —
não sei exatamente em direção a quê.

Dizem que isso é amadurecer.
Talvez seja apenas suportar a própria compressão.

Construímos cidades verticais
e desaprendemos a olhar na altura dos olhos.
Quanto mais alto subimos,
mais abstratos nos tornamos uns para os outros.
Multiplicamos fronteiras:
classe,
crença,
idioma,
convicções herdadas.

A aproximação tornou-se um esforço.
É preciso explicar-se antes de simplesmente estar.

Às vezes imagino um lugar
onde não seja necessário justificar a própria presença,
onde o erro não se converta em identidade.

Não sei se esse lugar existe fora do pensamento.

Não sei se escrevo para confessar
ou para observar a mim mesmo escrevendo.
Há momentos em que me sinto dividido
entre o que sente
e o que analisa o que sente.

Talvez eu seja apenas essa divisão.

Ainda assim, algo em mim não se acomoda —
uma recusa discreta que insiste.

Não sei se há saída.
Mas sei que não aceito ser apenas o que registraram de mim.
Não aceito ser engavetado.

Se não posso abandonar o mecanismo,
posso duvidar dele.
E essa dúvida, por enquanto,
é a única prova que reconheço como minha.

Não sei se posso derrubar os muros.
Mas posso subir —
enquanto não me puxam de volta.

E espiar por cima.

E lembrar, nem que seja por um instante,
que o horizonte não pertence a quem o delimitou.

​Qualquer lugar onde eu não preciso ser nada, ainda assim, sinto-me ser alguma coisa. Existe uma liberdade imensa em desligar os rótulos e perceber que, quando tudo silencia, o que sobra não é o vazio, mas a minha essência.