Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
Naquele lugar preferido as cores ainda vibram, agora não vejo, mas o que não posso ver eu posso sentir, e o que sinto é muito mais forte do que meus olhos podem testemunhar.
Olho pro relógio e o tempo não passa
A casa tá vazia, tudo perdeu a graça
O seu perfume ainda tá no meu lençol
Tô vivendo no escuro, esperando o seu sol
A geladeira tá cheia de solidão
E o rádio tocando a nossa canção.
Volta para casa esquenta a cama e o meu lugar
Deixa de orgulho, esse orgulho é pra me matar,
Volta de novo pros meus braços e o meu coração
Essa procura é por amor e não de ilusão
Volta para casa esquenta a cama e o meu lugar!
Deixa de orgulho esse orgulho é pra me matar
Volta de novo pros meus braços e meu coração, essa procura é por amor e não de ilusão.
Se o mundo lá fora tentar te convencer
Que existe outro alguém melhor que eu pra você
Não acredita, é tudo conversa fiada
Ninguém te conhece nessa longa estrada
Só eu sei o ponto que te faz arrepiar
Vem logo pros meus braços, vem me completar!
Volta para casa esquenta a cama e o meu lugar
Deixa de orgulho, esse orgulho é pra me matar
Volta de novo pros meus braços e meu coração
Essa procura é por amor e não de ilusão. (Letras)
“Se você enxerga o jogo, não vire inimigo do sistema. Dentro dele você ainda tem chance. Jogue, suba de nível, enquanto a multidão cai nas próprias armadilhas.”
— Guilherme Abner
É incrível como até hoje as pessoas ainda não aprenderam a respeitar os outros. Não importa as suas crenças, religiões ou origem. Sempre terá alguém ali que não respeita e age com hostilidade. Se em um mundo onde todos se respeitassem e ouvissem aos outros, vários problemas seriam resolvidos como, discriminação, racismo, capacitismo, inclusão social, etc. Às vezes apenas um bom dia e um sorriso melhoram o dia de alguém, a sociedade se cegou pela ambição de fama, poder e dinheiro. Mas e a atendente da loja da esquina? Por que temos que tratá-la mal? Só porque somos " superiores "? Esse é um dos maiores problemas de atualmente, todos apontam os erros dos outros mas não tem tempo para curar os seus. Sempre pratique o respeito.
"Quem planta bem não tem medo do que colhe " - plante o bem e colherá o bem.
"Nós nunca perdemos, ou nós ganhamos ou aprendemos " - a vida é um constante aprendizado.
"Se não puder fazer tudo, faça tudo que puder." - sempre seesforce ao máximo, valerá a pena.
Ja chorei en silêncio, mais ainda assim agredido que e possível florescer Carrego marcas que não me quebraram, olhares que um dia pesaram demais, mas preservei minha essência: feminina, inteira, viva.👑🌹
“Eu não bebo para esquecer quem sou, mas para lembrar que ainda preciso encontrar um jeito de viver sem fugir da minha dor.”
NÃO QUERO SER FÓSSIL VIVO
Eu me sento à beira do mar quando o sol ainda é promessa de luz. As ondas
vêm e vão sem perguntar se hoje me sinto disposto ou cansado, sem
perguntar se meu cabelo já é quase todo branco. Elas apenas chegam com a
mesma certeza de quem sabe seu lugar no mundo. Eu respiro fundo, e esse
ar gasto em todas as estações da vida me lembra de que, aos 80 anos, ainda
posso, sim, surfar a próxima onda.
E, nessas reflexões, me lembro também do dia em que comecei a pensar em
hormônios não como uma força do passado, mas como aliados do presente.
Certa manhã, enquanto fazia alongamentos, reparei que meu corpo reagia
diferente: as articulações falavam, a pele parecia pedir mais cuidado e, de
repente, descobri que o cortisol não precisava ser meu inimigo. Foi como
descobrir um velho amigo guardado em caixas de memórias, esperando para
me ajudar a encarar cada amanhecer com vigor. A cada dose de testosterona
que tomo, sinto não só o vigor físico, mas um frescor quase infantil de quem
redescobre o sabor de correr no parque, de sentir o vento bater no rosto. E
por que não correr? Meus ossos podem chiar, minhas costas podem
reclamar, mas meu coração ainda quer bater forte quando vejo o horizonte
se acender de laranja. Quero ver o sol despontar atrás das nuvens e também
contemplar a escuridão sem hora para acabar, porque a noite me lembra de
que há beleza nos mistérios, na imensidão da lua refletida na água escura.
Se alguém me chama de “velho”, não me ofendo: sou antigo como o oceano,
mas não sou “fóssil vivo”.
Aliás, já desenterrei esse termo do meu vocabulário — prefiro
“testemunha ativa”. Porque testemunhar, para mim, é participar: é pedalar,
é jogar basquetebol que amo e sempre amarei, é nadar, é jogar bola com os
netos que me vencem em agilidade, mas não me vencem em vontade de
viver.
Há dias em que a dor sussurra mais alto. A cada passada no asfalto ou a cada
curva do caminho, meu corpo lembra que o tempo deixou suas marcas. Mas
a dor, se bem entendida, não é sentença; é lembrete de que ainda estou
aqui, pulsando. Mesmo sentindo cada vértebra reclamar, descubro que
posso transformar essa dor em impulso para seguir adiante. É como se ela
fosse o vento que empurra minhas velas: incômoda, sim, mas necessária
para manter o barco em movimento.
Meus amigos dizem: “Quando a gente chegar à terceira idade, vêm a poeira
e a apatia”. Eu só sorrio e respondo com os olhos brilhando: “Terceira idade?
Estou criando turbinas” porque, no fundo, estarei sempre aqui.
Como me sinto bem estando perto de você!
Ainda não entendi, portanto não sei explicar o que aconteceu...
O que me fez ver esse amor em você...
Quando um dia esse sentimento passar, talvez eu entenda e saiba explicar...
O tempo, somente o tempo há de trazer uma resposta.
Quem ainda não descobriu como os outros são, aguarde um tempo para Deus revelar o que eles são, após suas ações derem sinais da evidência de suas pobrezas espirituais.
Muita gente não quebrou a cara ainda com suas mentiras, porque acha que ninguém tem a coragem
de revelar a verdade.
Ainda que não conheça todas as respostas, nem o caminho à frente, o desespero me fez ir mais longe; enquanto as opções não se apresentam, primeiro me enlouqueço tentando encontrar uma saída, até que eu encontro a calmaria. Você está no trilho e tem um propósito nisso, não está à toa; quando a muralha cai, há um aprendizado e algo significativo para a sua vida.
Olho pro relógio e o tempo não passa
A casa tá vazia, tudo perdeu a graça
O seu perfume ainda tá no meu lençol
Tô vivendo no escuro, esperando o seu sol
A geladeira tá cheia de solidão
E o rádio tocando a nossa canção.
Eu já tentei sair, tentei me distrair
Mas em cada rosto é você que eu vi
Pra que fingir que a gente não se quer mais?
Se longe de você eu não encontro paz
Para de drama e vem me ver
Meu corpo tá gritando por você!
Não dá mais pra esconder, tá na cara o desejo
Tô com sede do seu corpo e fome do seu beijo...
Volta para casa, esquenta a cama, aí é o meu lugar
Deixa de orgulho, esse orgulho é pra me matar
Volta de novo para os meus braços e o meu coração
É procura de amor e não é de ilusão
Volta para casa, esquenta a cama e o meu lugar!
Se o mundo lá fora tentar te convencer
Que existe outro alguém melhor que eu pra você
Não acredita, é tudo conversa fiada
Ninguém te conhece nessa longa estrada
Só eu sei o ponto que te faz arrepiar
Vem logo pros meus braços, vem me completar!
Volta para casa, esquenta a cama, aí é o meu lugar
Deixa de orgulho, esse orgulho é pra me matar
Volta de novo para os meus braços e o meu coração
É procura de amor e não é de ilusão
Volta para casa, esquenta a cama e o meu lugar! (Letras)
LIBERDADE: QUAE SERA TAMEN
“Ainda que tardia” te tenha,
ó Liberdade,
não porque te falte o tempo,
mas porque te deram o atraso
pela corrupção.
Tenho-te não como quem espera,
mas como quem sustém.
Não te recebi pronta,
fiz-te em pressão,
em retenção lúcida,
em consciência que não se vende.
Não nasceste tarde.
Foste feita tardar.
Foste contida,
retida,
ensinada ao atraso
como método vil
dos que precisavam do tempo
para roubar o sentido.
Chamaram-te sera
como se o tempo te diminuísse,
como se a demora te maculasse,
e não como se o adiamento
denunciasse a fraqueza
dos que nunca suportam
o peso do absoluto.
Mas eu sei:
teu tempo não é concessão.
É finalidade.
Enquanto te adiavam,
eles aprendiam a corromper.
Enquanto te soterravam,
ensinavam-te a resistir
por dentro.
E quando a corrupção se fez mestra,
não te destruiu:
revelou-se.
Porque ao ensinar o atraso,
ensinou também
quem não sabe esperar
sem apodrecer.
Do quinto antigo ao jugo de agora,
muda-se a sigla, conserva-se a sangria;
troca-se o selo, persiste a cobrança,
e o tempo aprende a mesma tirania.
Estado mais denso que o peso da serra,
que em letra de lei destila a usura fria,
drena no código o suor do fundo
e chama de ordem o que é mineria.
Dinastias de sombra, herdeiros do dolo,
que transmitem o vício como capitania;
fazem do saque sua regra primeira,
sustento moral de quem nada cria.
Do espólio fizeram condição de vida,
sine qua non de sua vilania;
pois onde a liberdade exige obra,
eles subsistem de atraso e sangria.
Onde estão agora os seus brados?
Onde o clamor
dos que gritavam posse
e confundiam voz com direito?
Do povo, só a dor!
Calaram-se,
não por virtude,
mas por cárcere.
Pois quando a Liberdade
lhes fugiu;
não tiveram dentro de si
lugar onde habitá-la.
Tenho-te, Liberdade.
Não como ideia,
mas como fim.
Não como abstração,
mas como decisão.
Não te devo ao tempo.
O tempo é que te deve a mim.
E ainda que digam que vens tarde,
sei:
tardio é o mundo
que não suporta
o peso do que é absoluto.
Não mais “ainda que tardia”.
Mas Liberdade;
mesmo quando feita tardar,
permanente.
Mesmo quando silente,
imperativa.
Pois com a verdade,
“quae sera tamen,
Libertas”.
Julgam-me injustamente por não ser o que querem que eu seja, portanto ainda assim permaneço autêntico e verdadeiro;
