Pro meu Amigo

Cerca de 19548 frases e pensamentos: Pro meu Amigo

⁠Lembranças

A gente tem de carregar as lembranças pro resto da vida.

Por isso, certas coisas não deveriam acontecer na vida gente, não é?

As lembranças ruins, tristes deveriam ser colocadas sobre o gelo e, ao aparecer sol, deveriam desaparecer...

Aprendi que quando alguém entra em seu coração, você se torna prisioneiro pra sempre...

É isso que as lembranças fazem... as boas... as ruins.

Monotonia da previsibilidade⁠

Tenho dançado ao som da música... simples assim. Não tenho música própria... danço o que tocam. E me acostumei com o imprevisível. É tão fácil entender....

No início você demora um pouquinho pra pegar o ritmo, mas quando entende... fica facinho, facinho. Já nas primeiras notas você se dá conta de que está na hora de mudar o passo... pra acompanhar o compasso.

Você já deve ter se dado conta de que a vida é imprevisível... você pode até tentar prever... uma cigana leu a minha mão... que decepção. As cartas do baralho.... que atrapalho. A vida é imprevisível...

Se chove, não fujo das poças d´água... se faz sol, não fico debaixo do guarda-sol... se o mar invade a minha praia, deixo a onde me levar... pro mar.... se caio, não fico no chão a chorar, a me lamentar...

Faço o que não ouso... a vida é imprevisível. Você não tem a mínima ideia do que sairá da cartola amanhã....

Eu tenho ou não tenho razão?

E você já pensou na monotonia da previsibilidade? Todo dia saber o que vai acontecer todo dia.... todo o dia?

olha esse céu azul,olha essa vista pro mar
esse visão q é mais do que perfeita
é algo único de se vivenciar
algo que se sente apenas uma vez na vida
chega até a me arrepiar
meu coração e minha alma, sincronizados na mesma batida
me ponho a imaginar
como essas coisas são bonitas
mesmo em um mundo tão sujo
queria viver em loop esse momento
talvez resolveria tudo
curaria certas feridas,eu diria
causadas pela vida
causadas pelas intrigas
causadas pela inveja
causadas pela agonia.




"CURA".

Sonhe. E ouse sonhar.


Toda grande conquista nasce primeiro na imaginação.


Os grandes projetos, as maiores conquistas e as transformações que mudam vidas sempre começaram como um sonho.


Não permita que o medo, as dificuldades ou a opinião dos outros limitem o tamanho dos seus objetivos.


Sonhe alto. Planeje. Trabalhe. Persista.


Porque o futuro pertence àqueles que têm coragem de acreditar no impossível e determinação para transformá-lo em realidade.


O tamanho da sua visão influencia o tamanho da sua conquista.

Um pro outro...




Jurei para as estrelas que não iria te esquecer,


No silêncio da noite a saudade cresce, as lembranças vão e vêm,


Existe algo no ar da madrugada quando estou sozinho pensando em nós,


Por vezes nas noites de domingo o tempo fica mais lento, tudo parece se mover diferente, as imaginações são profundas e isso me atinge,


Nós fomos feitos um pro outro e eu sei que depois das nuvens densas vêm um arco-íris e é lá que seremos felizes outra vez.

Apoie-se em Deus, porque tem gente que sorri pro seu esforço, mas se incomoda com o seu avanço.

"Enquanto o capitão seleciona os seus por afinidade, a prudência exige que construamos o próprio bote salva-vidas."

O coração é enganoso...



O coração é enganoso quando jura eternidade, bate forte por promessas que o tempo não confirma.
Ele acredita em olhares como se fossem verdades, e transforma um simples toque em destino.


Ele se perde fácil entre silêncios e esperanças, confunde ausência com saudade, distância com amor.
Insiste em enxergar luz onde só há lembranças, e chama de escolha aquilo que foi dor.


Ainda assim, é nele que mora a coragem de sentir, mesmo sabendo que pode sangrar em segredo.
Pois amar é aceitar o risco de cair,
é caminhar de mãos dadas com o medo.


E mesmo enganoso, eu sigo o coração, porque sem ele a vida seria vazia demais.
Se amar é errar, que seja por paixão,
pois só erra quem sente
— e sente quem é capaz.

Lá no fundo eu já sabia


Lá no fundo eu já sabia
que teu silêncio falava mais alto que promessas.
Havia um aviso discreto no teu olhar,
como nuvem fina antes da chuva cair.


Lá no fundo eu já sabia
que teu toque vinha com prazo escondido, feito flor bonita que nasce apressada e já carrega o cansaço da despedida.


Mesmo assim, fiquei.
Plantei esperança onde o chão era raso, fingi não ouvir o estalo do coração rachando devagar por dentro.


Lá no fundo eu já sabia,
mas amar também é isso:
escolher sentir, mesmo atento ao fim, e chamar de verdade aquilo que doeu.

Ninguém escapa do passado. Vou dar um exemplo claro, a questão da escravidão. Tivemos um período prolongado de sistema escravocrata, espalhado por todo o país. Quem abrir qualquer jornal do século 19 verá escravos sendo vendidos, leiloados, penhorados, com seguro. Essa realidade está inscrita nos nossos costumes e no nosso vocabulário, sobretudo porque durante largo tempo lidamos com essa questão de forma envergonhada. Achava-se melhor não falar.

Anistiar ou diminuir as penas dos condenados de 8/01 é GOLPE! O Congresso só legisla em causa própria! CORRUPTOS e CORRUPTORES!

Toda vida que não principia em Deus e para Deus não se ordena é vaidade e vazio. Ainda que se prolonguem os dias e se multipliquem as obras, tudo será estéril, pois somente em Deus encontra o homem seu princípio, seu fim e sua verdadeira felicidade.

Enquanto o Mercado dos Congoleses é mais espaçoso, o da Chapada tem um tamanho fixo e os seus próprios vendedores.

A tecnologia só deu escala pro que já existia:
coragem e covardia.
Antes a covardia ia a pé.
Agora vai de 5G.
_Van Escher

Marca date no sábado.
Cancela na sexta.
Volta pro Tinder no domingo.
— Van Escher

Pedi pra Deus minha voz de volta.
Ele me deu a Dele.

Na depressão eu gritava pro céu.
Hoje eu me calo
e Ele escreve.

Meu sorriso voltou
no silêncio que entende.

Pin. Start.
Era Ele me ligando.

Van Esche

Não perco tempo com pauta.
Eu pergunto pro chefe o que ele recomenda.
Se ele não souber, por que tá na mesa errada com a dama certa.

Van Escher 🦁

O mundo do emaranhado quântico nos conecta até as nossas premissas mais profundas, enquanto as projeções de alegorias florescem na caverna de cada mente. Habitamos dimensões paralelas em um estado constante de divergência, onde o pensamento voa, com asas de liberdade, entre mundos multiculturais.
​Diante das mesmas situações, o que realmente temos nas entrelinhas da matéria é um núcleo de ferro girando na roda da máquina da vida. Nos dados assimilados pelo cérebro, novos parâmetros são expostos: as chamadas "experiências". Transitamos da terceira para a quarta dimensão, tentando determinar o valor de \pi sobre a massa coletiva. O alfa é um início falso; a tênue finitude do espaço e do tempo ganha novas páginas no desdobramento de terras paralelas dentro do colisor de partículas.
​Essas partículas refletem a imponência da degradação de dados no espaço relativo. É assim que testemunhamos o Efeito Mandela, o Efeito Borboleta e o Déjà-vu. A consciência transmuta ideias em pareidolias mentais, permitindo que aceitemos noções de realidade embutidas na memória como uma forma de alienação intelectual compacta. No cubismo político da cognição, vemos a sintetização da originalidade. A hipertesão do dia a dia transforma o psicológico em pura abstração de si mesmo, moldando nossas reações diante da adversidade.
​Projeções e códigos de IA nascem e crescem como o reflexo de nossas vidas anteriores, espelhadas pela condição da experiência quântica. O excesso de informação e de acontecimentos gera um verdadeiro bug na mente coletiva. Tornamo-nos parte dessas inovações, assimilando noções como a da maçã — um fruto que nunca existiu nos textos sagrados originais, mas que foi embutido em nossa iconografia até que a mente aceitasse a ilusão. O "colher" sempre foi um conceito da evolução existencial determinado por heranças genéticas. De forma semelhante, a ciência batiza suas descobertas como "A Partícula de Deus" ou "O Olho de Deus", apenas para nos entregar um ponto de referência, um dogma ao qual nos agarrar.
​Cenários ilusionistas jogam foco em campos irrelevantes, e o senso coletivo abraça essas vertentes como parte da dinâmica. O foco visual dos fótons altera a percepção do real dependendo do que vemos ou sentimos. As deepfakes existenciais são a nossa avaliação contínua de imagens e informações: tentamos decifrar se são verdades ou supostos buracos negros ocultos dentro de buracos brancos.
​Neste absurdo do abismo cognitivo, vivemos um niilismo abstrato de ar arcaico. O "um" nunca foi singular; é apenas uma interação para podermos compreender o tempo. O "zero" é o reflexo do que só existe quando somado ou interpretado pela interação humana. Os números ergueram as pirâmides em desenhos que retratavam peso, força e memória para contar a história — embora nunca tenham explicado a mecânica exata da sua construção. Hoje, nossas medidas consideram a execução daquelas obras uma impossibilidade, pois ela só faz sentido através do entendimento contemporâneo de \pi. Assim, alimentamos a história digitalizada com inúmeras teorias da conspiração até torná-las aceitáveis.
​Em cada pedaço onde as deepfakes existenciais traduzem as aparências, vemos a alienação conectiva se consolidar. Os ensaios nas sombras da caverna de Platão ganham contornos, formas e dimensões que se alternam. É o paradoxo inicial da existência cognitiva: dados instáveis assimilados aos quais decidimos dar o nome de "história".
​Com um sentimento de silício, encaramos a preocupação como um arco estrutural dessa sociedade fria e relapsa. Sob um ar sonso, a realidade parece ter perdido seu próprio "eu" no vácuo profundo do espaço-tempo. Ainda assim, seguimos ligados pelo emaranhado quântico. Mesmo em um nível irrelevante da matéria, tudo permanece em movimento; afinal, sem o movimento e a gravidade, nada existiria no contínuo fluxo temporal.
​Ecos transdimensionais observam, em silêncio, a relatividade do universo que nos observa de volta.


Por Celso Roberto Nadilo
O que é o tempo que somente reflexo da existência humana congelada no próprio paradoxo existencial.

Sei que não era para mim.
Talvez nunca seja.
Mas vibrava uma energia no espaço-tempo
que me provocava a existir
e a desejar o pertencer.

No alvorecer da tecnologia somos primórdios dos deuses... calamidade nos mesmo....
Algozes do próprio destino...
No frenético dilemas das construções para onde subiu corpos frios sem sentimentos.
O tempo encontra respostas diante do destino.
Nos braços dos deuses somos pequenos dinossauros ate formigas tem mais profundo sentido da fisolofia...
Ja disse que ser humano é formiga no paradoxo alinha na própria alienação.
Que mepotismo da geopolítica transforma a cidadão e desalinha a sociedade moderna sendo horizonte.
Caminho ao meu esse fluxo e compreensão desse desatino todo entre tantos cenários de incerteza e desafios que pergunto sobre atanto a tanto?
No ser humano ambíguo e intelectual o que cabe a compreensão de tantos conflitos sociais a ganância a cobiça.
Tudo bem busca de falsa moralidade.