Prisão

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Esse é meu escudo, minha prisão,
meu erro mais humano:


amar demais
e chamar de
bloqueio emocional.

"Eu que vivia na prisão do silencio que era o teu amor, um dia chegou alguém e me mostrou que amor é liberdade
e não prisão."
Haredita Angel
08.01.25

Prisão


No caminho para casa, as lajes do chão sobem para sustentar os meus pés, conforme a minha crença e o meu desejo. Eu quero chegar logo e não presto a atenção em nada que possa aumentar o tempo que me leva ao destino. Uma moto passa raspando por mim, é algo que inventei para apimentar a noite. Não há medo, os meus passos são suaves, eu nem os noto. Aqui em casa se juntou o desejo do conforto com a certeza tola de ter atingido o objetivo. A magia do mundo termina quando eu tenho medo. O medo me faz pobre, velho e mesquinho.

O aprisionamento por eles.
A natureza do homem político se perdeu na linha da prisão da manipulação.
O que esta acontecendo pois ignorar e parte da alienação.
Desconhecido prisioneiro olha no espelho não percebe as grades da prisão.
O chefe manda ?
Você obedece sem questionar?
Paga comida agradeceu?
Tudo para servir e servido?
Geoneopolica... sirva seja o servidor...
Eles tem o poder?
E você aonde esta dentro desta pirâmide social..?
Sempre há programa social e sistema sustentável social com parâmetros da saúde pública... mesmo no dito precária a evolução humana digitalizada persiste.
O desenvolvimento social e por eles e eles fazem comida chegar no seu prato?

Um homem pobre rouba um pão de uma padaria vai preso passa quinze anos na prisão.


Ironia é simplicidade


Outro homem rouba a vida toda compra mansões com dinheiro vivo incompatível com suas rendas agora quer ser presidente.


Rachadinha, dinheiro do combustível,
Dinheiro público jogado no ralo, ops;
Verdade tem dois lados,
Máquina de lavar dinheiro da esquina...
Ainda tem gente que reza para pneus.
Homem roubou pão, morreu na prisão...

Ás vezes a liberdade é solitária, mas quase sempre a prisão é a aglomeração - escolho a liberdade.


Marcelo HB

Somente a prisão pode libertar um homem atormentado pelo próprio crime; enquanto estiver livre, estará preso.

O golpista genocida, rindo feito um condenado, em prisão domiciliar! E centenas estão presos injustamente, aguardando revisão!

Prisão domiciliar de Bolsonaro termina na quinta; Moraes decide se prorroga! Prorrogar é um absurdo! Privilégio para o traidor?

⁠Hoje seria o último dia da prisão domiciliar do Bozo; será prorrogada? É muito privilégio para o traidor golpista!

"Entre o passado de prisão que ecoa no inconsciente, existe um futuro que anseia por um grito de liberdade.”

A verdadeira liberdade nasce quando compreendemos que nem toda porta fechada representa uma prisão; algumas são fronteiras silenciosas que a própria consciência ergue entre nós e aquilo que poderia nos destruir. Há portas que não se fecham para nos impedir de seguir, mas para nos ensinar que nem todo caminho merece ser percorrido.

A prisão deve retirar pessoas perigosas da circulação, não retirar da sociedade a obrigação de compreender por que a violência se reproduz.

O "conhecimento" é uma "chave" ele liberta a mente dos homens.
Nenhuma prisão é capaz de prender um homem que pensa o conhecimento liberta.

Fidelidade sem reciprocidade, vira prisão.

Até onde vai o ciúme?

Em que momento o medo de perder alguém se transforma em uma prisão?

O ciúme começa pequeno, quase como uma dúvida…
Mas quando cresce sem controle, vira acusação, desconfiança e sofrimento.

Tem gente que bebe, grita, espalha inseguranças por onde passa, machuca quem ama e só percebe tarde demais que a batalha nunca foi contra o outro…

Era contra si mesmo.

O ciúme não prova amor.
Às vezes, ele revela apenas uma ferida que ainda precisa ser curada.

Porque amar não é prender.
Amar é confiar.

ROMANCE: CLADISSA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro

CAPÍTULO X
As Pedras da Prisão.
A noite descera sobre a Úmbria como um pesado sudário.
Nas profundezas do antigo cárcere episcopal, Irmã Cladissa permanecia sozinha.
A cela era estreita. O odor de umidade impregnava as paredes de pedra, enquanto a escassa luz de uma tocha distante projetava sombras vacilantes através das grades enferrujadas. O inverno aproximava-se das colinas italianas, e o frio infiltrava-se pelas fissuras da construção secular, envolvendo o ambiente numa melancolia quase sepulcral.
Sentada sobre um banco rudimentar, Cladissa mantinha as mãos unidas sobre o colo.
Seu hábito, outrora impecável, agora trazia as marcas do confinamento. Ainda assim, sua postura permanecia serena. Havia em seu semblante uma dignidade silenciosa que nem os carcereiros conseguiam compreender.
Desde sua prisão, muitos dias haviam transcorrido.
As acusações permaneciam envoltas em ambiguidades, tecidas entre suspeitas, intrigas e interesses eclesiásticos que ultrapassavam sua compreensão imediata. O mosteiro do qual viera, situado entre as suaves elevações da Úmbria, encontrava-se distante. Talvez demasiado distante.
Pela pequena abertura gradeada, Cladissa contemplava uma estreita faixa do céu noturno.
As estrelas.
Sempre as estrelas.
Quando ainda era noviça, uma anciã do convento costumava dizer que os céus eram a única liberdade impossível de ser confiscada pelos homens.
Naquela noite, tais palavras regressaram-lhe à memória.
Subitamente, passos ecoaram pelo corredor.
Firmes. Lentos.
A religiosa ergueu os olhos.
Uma figura encapuzada aproximou-se acompanhada por um guarda. O homem carregava consigo uma lanterna e, após breve diálogo com o carcereiro, este afastou-se sem pronunciar palavra.
Por alguns instantes, apenas o silêncio permaneceu entre ambos.
Então, a figura retirou lentamente o capuz.
Cladissa reconheceu imediatamente o rosto.
Era Madre Agnese.
Sua antiga superiora.
Os olhos da anciã estavam marcados pela exaustão.
"Filha", murmurou ela através das grades, "o mundo além destes muros encontra-se em convulsão. Muitos desejam teu silêncio. Outros temem aquilo que sabes."
Cladissa permaneceu imóvel.
"Eu nada possuo além da verdade, madre."
A velha religiosa esboçou um sorriso triste.
"E, justamente por isso, tornaste-te perigosa."
Um longo silêncio instalou-se.
Ao longe, os sinos de uma igreja anunciaram as completas.
Cladissa fechou os olhos.
Na solidão da prisão, compreendeu que sua batalha apenas começava. Não se tratava unicamente de sobreviver ao cárcere, mas de preservar intacta a própria consciência diante das forças que procuravam dobrá-la.
As pedras podiam aprisionar o corpo.
Contudo, nenhuma muralha construída pelos homens seria suficientemente espessa para encarcerar uma alma fiel às suas convicções.
E naquela noite, enquanto o vento percorria os vales da Úmbria, Irmã Cladissa rezou.
Não por libertação.
Mas por coragem.

"O egoísmo é uma prisão invisível. O prisioneiro acredita ser senhor, mas apenas vai se encerrando em si mesmo."

Se os presídios se tornaram poderosas incubadoras de facções, talvez a prisão domiciliar seja só um jeito torto de afastar criminosos da pós-graduação.

⁠Para destituir o STF, nem comprando um cabo e um soldado, mas para instituir prisão impressa basta comprar um ferro de solda.