Primo Familia

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Se há uma coisa que eu sei que é verdade, é que não importa quão grande é o seu império, ele não é nada, se você não tem ninguém para compartilhá-lo.

NÃO DEIXES PARA AMANHÃ O QUE PODES FAZER PORQUE O AMANHÃ PODE NÃO CHEGAR.
Nos dias de hoje cada invento, cada nova tecnologia nos traz mais comodidade, melhores prepectivas de futuro, mas para as conseguir deixamos de ter tempo para coisas bem mais importantes.

Quem não luta e trabalha para ter aquela casa de sonho , aquele carro maravilhoso, aqueles super pc?

Conseguimos issso e nos consideramos realizados mas não disfrutamos deles porque temos que trabalhar ainda mais para os manter e ficamos sem tempo, mas isso não é o mais importante.

Importante são coisas de que nos esquecemos todos os dias:

Belas e maiores casas mas na maiora das vezes não existe familia nem tempo para as disfrutar.
Temos cada vez mais conhecimentos, mas sem tempo para os colocar em prática.
Mais e melhores medicamentos mas a saude é cada vez menos.
Os bens materiais multiplicam-se, mas os valores humanos subtraem-se.
Muita conversa, muito ódio e pouco amor pela familia, pelos amigos ou mesmo pelo próximo.
Belos e rápidos carros, boas estradas para chegar rápido a qualquer lado, mas nem dois passos damos para saber quem é o vizinho.
Ambicionamos ganhar cada vez mais, para ter cada vez mais, mas nem nos lembramos que cada vez temos menos tempo para os disfrutar.
Muita liberdade, muita gente conhecida, muito dinheiro, muitos bens mas cada vez mais sós e tristes.
Bons restaurantes, comida a peso, fastfood porque não há tempo para a cozinha nem para sentar á mesa com a familia.
Mais lares desfeitos, mais divórcios, menos perdão, menos compreensão, menos amor e tudo isto porque o nosso tempo é pouco até para dizer ás pessoas de quem gostamos um simples "amo-te ou mesmo gosto de ti".

Sempre achamos que essas palavras são para dias e "ocasiões especiais" mas cada dia que vivemos não é já uma ocasião especial.

Por isto tudo procure em seu pouco tempo, um dia ,uma hora, um minuto e olhe para dentro de si e reforme seu interior.
Pense e mude os seus hábitos tenha tempo no seu tempo:
Para amar;
Para se deixar amar;
Para a familia;
Para os amigos;
Para fazer aquilo de que tanto gosta e não faz porque acha que não tem tempo;
Para viver a vida e não apenas para sobreviver;
Para dizer aqueles de quem tanto gosta o quanto os ama;

Não deixe para momentos especiais tudo isto, porque cada dia, cada hora, cada minuto que vivemos são especiais e nunca sabemos se será o último.
Faça isso hoje ou agora mesmo, não deixe para " um dia destes" porque se pensar esse dia "pode não chegar" ser demasiado tarde e não ter sequer tempo para arrependimentos.

"Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje" ditado bem antigo ao qual acrescento "porque o amanhã pode não chegar"

Se já faz isto tudo em sua vida parabéns, se não faz começe agora mesmo.

A coisa mais linda...
minha família!
Minha vó, minha prima.
Até minha tia que irrita…

Barracos inesquecíveis!
Abraços hereditários.
Primos incríveis…
Heróis imaginários.

Programas de índio,
até sessão da tarde.
Banho de rio…
e boteco da esquina.
para pouca verba
e muito verbo.

Tudo combina...
e vira tinta.
Na cara de quem não se cansa,
nem descansa.

Só de pirraça.
pra quem tem a raça..
de ser do carvalho!

A normal antipatia do homem por seus parentes, principalmente pelos de segundo grau, é explicada pelos psicólogos de várias maneiras torturantes e improváveis. A real explicação me parece muito mais simples: reside no simples fato de que todo homem vê em seus parentes (especialmente em seus primos) uma série de grotescas caricaturas de si próprio.
H. L. Mencken, sobre parentescos

O povo continua a confundir bagunça com democracia.

Pior que estrangeiro falar mal do Brasil e do povo brasileiro é o próprio brasileiro se detonar ao concordar com a baboseira.

A mesmice aniquila as relações sociais.

O oportunismo mal direcionado é grotesco, leviano e desprezível.

O povo é a bola de pingue-pongue entre direita e esquerda.

Lobo velho na cegueira
Não enxerga a vaidade

Sim, sou um malabarismo de imprevisibilidade, um sussurro dentro da realidade, sutil no pensamento rápido no movimento. Mas cuidado, se aproxime com calma, primeiro conheça a área, mas não tente me descobrir, você não vai conseguir, meu mecanismo é insano, comum, fantástico! Mas espere, você ainda não me conhece, tente não me enganar, pois quando você foi eu já voltei. Sou sem limites, excessivo, maluco! Sem limites também nos sonhos, voo longe, posso ir muito além, vou ter uma ilha talvez ser alguém. Valorizo as poucas coisas e se te valorizo aproveite, não é tão fácil ter o meu valor, mas cuidado, não o destrua, crio um para cada pessoa, posso tentar colar, mas os riscos e falhas vão continuar. Quero ser livre, liberto, ousado! Posso tudo naquele que me fortalece, se quer bem eu somo, se não, descarto. Não sou perfeito, e nem quero: vivo a vida todo o dia como se fosse o último dia! Esse sou eu, tampouco experiente mas com sede de evolução, uma mente comum mas com alma no coração.

O povo tem o poder, porém, segue na escravidão, continua sem pão, agarrado num podão.

Como combater o crime se quem combate está sendo combatido?

A questão no Brasil é a briga de forças paralelas. Cada uma quer mostrar poder maior; e o povo que se lasque, quem manda ser bobo.

O bom de ser feliz é que a felicidade do outro não lhe incomoda.

A questão é que não há educação, então, criam a punição - é mais fácil punir do que educar. Punir não exige pensar.

Nos Brasil a mentira e mau-caratismo é sempre prato do dia. Que herança!

Vaidade, arrogância e presunção inibem a visão do ridículo.

Tem muita coisa errada: bandido e drogado recebe "bolsa" para não fazer nada e o trabalhador debaixo de chuva e de sol para ganhar miséria. Muda isso Brasil!

Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando a pé pra casa, avariada.
Eu sei, não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos. Talvez este seja o ponto. Talvez eu não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu pátio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória, sem seqüelas, sem registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada.
Não era amor,era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. Não era amor, era melhor.

Martha Medeiros

Nota: Trechos de crônica de Martha Medeiros.