Preso
O tempo está preso no eterno em fração de segundos passado, podemos portanto, perder-nos em nós agora. A vida é uma tragédia ou uma coisa boa? Lágrimas ou sorrisos?
Estou preso em um loop infinito.
Caminhado em uma esteira fechada, onde as paredes laterais, é minhas angústias, mágoas, insegurança, transtornos, crises e medos.
A parede de trás, é a mais bela forma de vida que já tive, cheia de esperança, fé e amor.
A parede da frente é meu futuro que eu imagino ter. Agradável, feliz e próspero.
Sigo caminhando, com o passado, presente e futuro, em minha mente.
Como quebrar esse ciclo vicioso, se eu não saio do lugar.
Voa livre passarinho ... ninguém nasceu pra viver preso ,sufocado , impedido de realizar suas vontades... quem diz que é feliz na gaiola ..é porque nunca teve asas e nem liberdade...
Melhor ficar solteiro que permanecer em um relacionamento infeliz e preso, o que levam muitas pessoas a entrarem em um compromisso é a carência e a falta de autossuficiência, o homem completo, racional e livre não precisa de um para ser feliz, porque a felicidade vem de dentro.
O amor é uma cilada , quando vc da conta está preso em uma gaiola, ele te dá asas mas vc não voa .. se vc for embora ele deixa de ser amor e vira saudade .. se vc se conforma ele vira rotina , mesmice , o amor é bandido , atrevido , sem vergonha ..mesmo assim continua sendo amor ... sendo o coadjuvante e nos meros mortais seus prisioneiros ...
O mundo enlouqueceu, e em casa eu fiquei preso, enjaulado em um labirinto colorido. “Há cores em tudo que vejo”, pois tenho em mim olhos de pintor e mente de poeta, ai de mim se não fosse a arte que há nos átrios do meu coração, fico encantado com as paredes multicoloridas de minha casa, feliz por viver em uma vida colorida, me encanta o azul do céu, e me sinto extremamente sortudo por ter oportunidade de vê-lo. .
Como sou apaixonado pelos fins de tarde, como é mágico ver suas cores, paro uns cinco minutos e agradeço, pelo privilégio de contemplá-lo e sempre me despeço dele, digo um até logo, porque espero voltar a vê-lo por muitos dias, mas se o amanhã chegar e eu não estiver aqui para assisti-lo, ficarei satisfeito com meu espetáculo de quinze minutos.
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Sei que a vida pode ser como as cinzas de uma fogueira que há muito tempo se apagou, mas eu escolhi viver uma vida colorida, com uma infinidade de tons que eu nem sei os nomes. E digo com toda certeza do mundo que eu amo o branco das paredes da sala, o amarelo da cozinha, o vermelho do quarto, cada cômodo com uma cor diferente fazendo assim um incrível mosaico, como uma pintura de Picasso.
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Há arte em tudo que vejo, estou rodeado por uma infinidade de cores e formas e permaneço a reparar em diversas outras novas, a vida pode ser cinza pra quem não consegue reparar nas belezas que lhe cercam. Talvez seja eu, que tenho a felicidade fácil, mas não mudo, porque assim é mais fácil ser feliz, pois até o que é simples me agrada.
Vamos pensar ? Se o bíblico João Batista foi preso em meados do ano 26dc e morreu dez meses depois no ano 27dc. Como e que é então, que ele teria batizado o Jesus Nazareno Cristo no ano 30dc ?
RESPOSTA : A menos que os redatores das mentiras falharam na redação e cronologia também, por isso a bíblia é um livro de mentiras ou contradições ou tudo junto e misturado.
As utopias do vivente e o niilista
Acamado por livre arbítrio, preso nas cognizações dos contatos humanos. Este vive na utópica arte dos amores imaginários; nada real, nada pode ser ou para ser.
(...)
Em decorrência o amável e singelo vivente; simplista. sem se opor, fé ele exalta/exaspera, salva ao toque qualquer sinal de introspecção de quem o tem contato.
- "O Choque de personalidades transladadas." Ele cala-se, outrora fala, mas transpira monologos em sua própria pressão mental de auto-sabotagem, há quem um dia oferecesse uma moeda por seus pensamentos; passado, isso nem devia ser relatado aqui. defronte aos "Ying-Yang's" de seus universos, os dois vivenciam um início de um ápice eros/agápe desconexo e tão diferente como as peças de um quebra-cabeças que se encaixam, o mesmo plug & play da vida; virtudes diferentes ardem.
- Neves Oliveira, Willian. Nascido em 05/12/95. Grunge Never Dies.
Made It In: Terça, 19 de outubro às 21:17.
Eu sempre estive preso nesse falso amor
Mas meu amor por mim foi o que me libertou
De pouco a pouco eu consegui te deletar
Pois precisei te odiar pra me amar!
🌒 "Te penso, te espero"
Eu era vento livre, riso sem medida,
hoje sou silêncio preso, alma consumida.
Te penso no escuro, te espero no dia,
e mesmo sem toque, tu és minha guia.
Não fui feita de espera, mas aqui estou,
a cada mensagem que não vem, me refaço e vou.
Teu nome ecoa onde o mundo cala,
e a falta que tu faz... meu peito embala.
Tua ausência dança no meu travesseiro,
e eu me perco em sonhos, de janeiro a janeiro.
Se a dor é poesia, eu rimo o que sangra,
e com cada palavra, meu coração desanda.
Penso demasiado para alguém que está preso ao seu próprio corpo. As algemas que prendem os sonhos são as mesmas que me impedem de sorrir. Olhos vazios. Lágrimas de vidro. Palavras sem significado, e sem vontade de serem compreendidas. Vivo o presente a espera do passado, e anseio que não exista futuro. Sou quem não quero ser, e desejo algum sentido para viver. Sou um paralítico sentimental.
Parte da dor vem de se prender a coisas e/ou pessoas, difícil é querer ter liberdade estando preso a tanto zelo e amor.
"Tudo que é livre vive em uma parcela de prisão, assim como todo ser preso tem sua parcela de liberdade"
Eu sou o Momade, um homem condenado pelo PASSADO, preso em uma cadeia que se chama MEDO localizada entre o PRESENTE e FUTURO...
CRôNICA DE UMA PASSEATA
Preso à minha classe e a algumas roupas, vou de branco pela rua cinzenta. Melancolias, mercadorias espreitam-me. Devo seguir até o enjoo? Posso, sem armas, revoltar-me? Preso à minha classe vou pela rua sem pensar nesses versos de Drummond. Não estou só, vou bem acompanhado. Se não posso me despir das minhas roupas, trato de me despir do pronome singular. Vamos pela rua aos milhares, às dezenas ou centenas de milhares, não sabemos quantos somos. Vamos a passo lento, entoando cantos esparsos, escassas palavras de ordem, entregando-nos por vezes a um silêncio involuntário, carregado de indizíveis vontades. À minha frente, uma imensidade de dorsos se funde numa massa amorfa cujo início me foge aos olhos. Às minhas costas, cartazes e faixas atravessam a paisagem e não se adivinha onde a turba pode acabar. Noto que o silêncio me devolveu a mim, me distanciou da coletividade. Só quando um grupo grita que tomamos as principais avenidas de São Paulo, que ocupamos o centro do Rio, só quando ouço esses alardes eufóricos me dou conta de que formamos um único e enorme corpo, um corpo que parou o país.
E de todas as fortunas eu me faria livre se pudesse em teu olhar me sentir preso, e em teus braços encurralado. Fosse por uma só noite, em que tuas pernas se enroscariam as minhas, e as nossas aos meus trapos, fosse somente enquanto se fizesse ouvir um sussurro perdido jogado ao vento. Detalhes, que em nada importariam.
