Preocupe se mais com seu Carater

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Os Mundos Esquecidos
William Contraponto


Talvez já fomos mais do que lembrança,
E o tempo ocultou nossa passagem;
Restou da antiga e vasta confiança
Somente o mito, herança da viagem.


Se o fogo um dia consumiu cidades,
E o mar levou palácios para o chão,
Ficaram só fragmentos e verdades
Guardadas na discreta tradição.


Quem sabe um templo fosse uma oficina,
Ou um saber tornado devoção;
A história, quando o esquecimento inclina,
Reveste a perda com imaginação.


Não digo que essa hipótese é verdade,
Nem quero sugerí-la como religião;
A dúvida preserva a liberdade
De investigar sem qualquer imposição.


Talvez também sejamos só passagem,
Um breve instante à beira da erosão;
O orgulho não resiste à ventania,
Nem vence para sempre a destruição.


Se um novo amanhecer surgir depois,
De outro silêncio feito de poeira,
Que reste a velha pergunta entre nós:
Quantos mundos perdeu a humanidade inteira?

William Contraponto — Parágrafo 175


Um dos poemas mais políticos e historicamente situados de William Contraponto, Parágrafo 175 transforma a perseguição aos homens homossexuais na Alemanha em uma reflexão sobre os limites morais do poder.


O poema parte de duas vidas comuns e de um afeto vivido sob discrição. Aos poucos, a intimidade é invadida pela lei, pela classificação e pela violência institucional. O percurso é claro: o homem amado torna-se suspeito, o indivíduo torna-se número e a identidade torna-se marca.


O triângulo rosa é o principal símbolo histórico da composição. Mais do que representar a perseguição, ele evidencia a tentativa de reduzir pessoas inteiras a uma categoria imposta pelo Estado. O poema contrapõe essa desumanização à simplicidade do vínculo entre os dois homens.


A força de Parágrafo 175 está em não transformar seus personagens em figuras abstratas. Antes da norma, havia um quarto, uma janela, conversas, livros e dias partilhados. A violência histórica aparece, portanto, como aquilo que invade e destrói uma existência que poderia ser absolutamente comum.


No final, William Contraponto ultrapassa o episódio histórico. A crítica não é dirigida apenas ao nazismo ou à antiga legislação alemã, mas a qualquer poder que pretenda decidir quais afetos são legítimos e quais existências merecem reconhecimento.


“Parágrafo 175” é, assim, um poema de memória e resistência: uma defesa da ideia de que nenhuma instituição possui autoridade moral para transformar o amor em culpa.




nenommarques@gmail.com

Que o brilho do novo dia resplandece em ti, fazendo-a a mais nobre de todas as mulheres. Amo-te tanto! Bom dia!

Nada mais sentindo do que vc
Quando me chama em pensamento sussurra baixinho
Hj eu vou homenagear vc
No tom coral
Preferi neon
Uma joia no para choque
Há como tem uma imaginação fértil qual seria o filme hj

" Quando me dei conta de que em meu mundo era tudo um sonho perdidamente não quis mais acordar dele. "
Marcelo Caetano Monteiro.

⁠Por mais que vivemos, por anos e décadas, ainda nos será pouco, para entendermos a alegria de viver. Se a morte nos abater, será como viver apenas um ano ou não mais, de uma década, pois a vida é uma criança, que não tem consciência da morte, simplesmente brinca com ela.
Natalirdes Botelho

S⁠ONHAR
Sonhar, as pessoas de hoje, não sonham mais, pois a mente, está tão ocupada, com pré-conceitos e soberba, que o sonho não tem lugar pra viver, a mente vagueia na sombra da violência contra a essência da vida. Sonhar é permitir conhecer a realidade da vida: que nada somos, que nada temos, que nada dura para sempre, que tudo é ilusão. Então permita sonhar dormindo ou acordado, daqui, nada carregará, para outra vida. Não permita, que outras pessoas, interrompa seus sonhos, .... viva todos Eles.
Natalirdes Botelho

⁠“*A mente é como uma cacimba, quanto mais tiramos água dela, mais Cristalina é sua água. Somos com diamante ( pedra bruta), quanto mais lapida-la ( sextavar ) mais brilhante ela se torna ( pedra brilhante).*”
Natalirdes Botelho

Quinta-feira, dia 27/08/2020
Reike, para mais de 40 pessoas .... Reike enviado, com Amor, Alegria, Dedicação e Luz, Energia Vital Curadora, para todos, que tiveram, a intenção de receber e compartilhar, com seus familiares, amigos e amores.
•Só podemos dar o que temos em nós.
•Só recebemos o que merecemos.
Então trabalhemos, para recebermos e compartilharmos mais e mais Luz, Paz cura e libertação .
Fica a dica.
Natalirdes Botelho

O movimento deixa muita coisa para trás , mas o pouco que se consegue pelo caminho vale mais .

Quem vive sempre à espera de mais nunca se há de contentar com o menos.

Não te compares


Vivemos numa geração
onde um sorriso vale mais numa fotografia
do que a verdade escondida por detrás dele.
Onde mostramos vidas perfeitas,
enquanto por dentro
há pedaços nossos a pedir socorro.


Crescemos a comparar caminhos,
rostos, corpos, sonhos e conquistas,
como se a vida fosse uma corrida
e chegar depois significasse perder.


Mas ninguém vê as noites mal dormidas,
as lágrimas escondidas,
o medo de não ser suficiente,
nem as batalhas que travamos em silêncio.


Olhas para alguém
e pensas: “Eu queria ser como ele.”
Mas esqueces-te de uma coisa:
também há alguém a olhar para ti
e a desejar ter aquilo que tu tens.


A nossa geração aprendeu a mostrar tudo,
menos aquilo que realmente sente.
Aprendeu a dizer “estou bem”
quando o coração gritava o contrário.
Aprendeu a esconder as feridas
para não parecer fraca.


Mas tu não tens de ser igual a ninguém.


Não precisas de florescer ao mesmo tempo que os outros.
Uma flor não deixa de ser bonita
só porque outra nasceu primeiro.


O teu caminho é teu.
As tuas cicatrizes são tuas.
Os teus passos, mesmo pequenos,
continuam a ser passos.


Por isso, não te compares.


Não transformes a vida de outra pessoa
numa medida para julgarem a tua.


Talvez hoje não te reconheças,
talvez ainda estejas a tentar juntar
as partes que o mundo te fez perder.


Mas continua.


Porque crescer também é aprender
que não precisamos de ser perfeitos
para merecermos existir,
sermos amados
e, finalmente,
sermos nós próprios.

"Você pode amar alguém e ainda assim reconhecer que aquele amor não é mais um lugar para você."

ENTRE PLATÃO, LULA E A JUSTIÇA
Tenho pensado muito sobre política. Mas, quanto mais penso nela, mais percebo que talvez esteja pensando sobre mim mesmo.
Minha leitura de A República, de Platão, colocou diante de mim uma pergunta aparentemente simples: o que é justiça?
Parece uma pergunta distante do Brasil.
Não é.
Porque Platão não se contenta em perguntar se determinado governante é bom ou ruim. Ele amplia a questão. Pergunta que tipo de cidade estamos construindo, que ordem existe dentro dela e que espécie de seres humanos essa cidade produz.
E foi exatamente aí que, enquanto lia Platão, comecei a pensar em Lula.
Não porque Lula seja um personagem platônico. Não é.
Não porque o lulismo seja uma realização da cidade imaginada por Platão. Também não é.
A ligação que me interessa é outra.
Quero colocar Lula diante da pergunta de Platão.
E quero colocar minhas próprias convicções diante dela também.
Quando Lula chegou à Presidência vindo de uma trajetória sindical e falando historicamente aos trabalhadores e aos pobres, uma questão antiga ganhou uma forma brasileira muito concreta:
o que uma sociedade deve àqueles que estão na parte mais baixa de sua estrutura?
Essa pergunta me interessa mais do que simplesmente perguntar se alguém é de esquerda ou de direita.
Porque posso discutir Lula durante horas.
Posso discutir o PT.
Posso discutir capitalismo, socialismo, mercado, Estado, Bolsa Família, salário mínimo, empresários, bancos, sindicatos, pobres e ricos.
Mas Platão parece interromper toda essa discussão e perguntar:
“Muito bem. Mas onde está a justiça nisso tudo?”
É aí que o lulismo se torna filosoficamente interessante para mim.
Uma das interpretações mais conhecidas do lulismo vê nele uma tentativa de produzir mudanças sociais de maneira gradual, elevando as condições materiais dos mais pobres sem realizar uma ruptura completa com a ordem econômica existente.
E então nasce uma pergunta extraordinariamente difícil:
melhorar a vida do pobre dentro de uma estrutura desigual é fazer justiça ou apenas administrar melhor a desigualdade?
Essa pergunta não é contra Lula.
Também não é a favor de Lula.
É uma pergunta sobre Lula.
E, principalmente, é uma pergunta sobre nós.
Porque existe uma tensão muito interessante entre Platão e o fenômeno político que Lula representa.
Platão nos obriga a pensar na organização da cidade como um todo.
Lula nos obriga a olhar para dentro da cidade brasileira e enxergar pessoas concretas que historicamente estiveram na parte de baixo dela.
O pobre.
O trabalhador.
O retirante.
A empregada doméstica.
O homem que acorda antes do sol.
A mulher que cria filhos com muito pouco.
A família que sabe exatamente quanto custa um quilo de arroz porque alguns reais fazem diferença no final do mês.
Quando essas pessoas melhoram de vida, aconteceu apenas um fenômeno econômico?
Ou aconteceu alguma coisa relacionada à justiça?
Essa é uma pergunta que eu não quero responder depressa.
Porque Platão também me impede de cometer outro erro: imaginar que justiça seja simplesmente dar a alguém aquilo que eu, politicamente, considero correto.
Justiça precisa ser examinada.
E aqui surge minha inquietação com o lulismo.
Se uma política tira milhões de pessoas de determinadas condições de pobreza, aumenta renda, amplia consumo ou cria oportunidades, existe ali uma questão moral que não pode ser ignorada simplesmente porque alguém não gosta de Lula.
Mas o contrário também é verdadeiro.
Se permanecem estruturas profundas de desigualdade, concentração de riqueza, privilégios, corrupção, dependências políticas ou injustiças institucionais, não posso ignorá-las simplesmente porque gosto de Lula.
É nesse ponto que Platão se torna incômodo.
Porque ele não permite que minha preferência política seja minha definição de justiça.
E talvez seja exatamente disso que o Brasil esteja precisando: separar justiça de torcida.
Eu posso admirar Lula e interrogá-lo.
Posso discordar de Lula e reconhecer realizações de seus governos.
Posso considerar determinadas políticas sociais importantes sem transformar quem as executou em santo.
E posso reconhecer erros graves sem concluir que tudo aquilo que foi realizado perdeu automaticamente seu valor.
Platão me força a perguntar:
se fosse meu adversário político fazendo exatamente a mesma coisa, eu julgaria da mesma maneira?
Essa pergunta me incomoda.
Porque revela alguma coisa sobre mim.
Talvez minha maior dificuldade política não seja descobrir se Lula está certo ou errado.
Talvez seja descobrir se eu consigo reconhecer justiça quando ela vem das mãos de alguém de quem discordo e reconhecer injustiça quando ela vem das mãos de alguém que admiro.
Aí a discussão deixa de ser apenas sobre Lula.
Ela passa a ser sobre minha própria alma.
E isso é profundamente platônico.
Porque a cidade e o indivíduo começam a se encontrar.
A desordem política que condenamos lá fora pode também existir dentro de nós.
Desejo.
Paixão.
Medo.
Ressentimento.
Interesse.
Vontade de vencer.
Necessidade de pertencer a um grupo.
E nossa extraordinária capacidade de chamar de “verdade” aquilo que simplesmente gostaríamos que fosse verdade.
Por isso comecei a perceber que colocar Platão e Lula na mesma conversa não significa comparar dois homens separados por mais de dois mil anos.
Significa colocar uma experiência política brasileira diante de uma pergunta filosófica antiga.
O lulismo propõe, em uma de suas interpretações, mudança sem ruptura completa.
Então pergunto:
a justiça pode nascer da conciliação?
É possível colocar trabalhadores, empresários, bancos, sindicatos, movimentos sociais, pobres e ricos dentro da mesma estrutura e produzir progressivamente uma sociedade mais justa?
Ou chega um momento em que conciliar interesses incompatíveis significa preservar a própria injustiça?
Eu não sei.
E talvez uma das coisas mais honestas que eu possa escrever sobre política seja justamente:
eu não sei.
Estou procurando.
Porque não quero uma filosofia que simplesmente confirme meu voto.
Quero uma filosofia capaz de julgar meu voto.
Não quero Platão para provar que Lula está certo.
Também não quero Platão para provar que Lula está errado.
Quero Platão fazendo perguntas a Lula.
Quero Lula obrigando minhas leituras de Platão a saírem da Grécia antiga e caminharem pelas ruas do Brasil.
Quero os dois me obrigando a olhar para uma criança com fome e perguntar:
isso é apenas pobreza ou é injustiça?
Quero olhar para uma fortuna gigantesca ao lado da miséria e perguntar:
desigualdade é necessariamente injustiça? E, se não for sempre, em que momento passa a ser?
Quero olhar para o Estado e perguntar:
até onde ele deve ir para corrigir desigualdades?
Quero olhar para o mercado e perguntar:
quanta liberdade econômica uma sociedade pode preservar sem abandonar aqueles que ficaram para trás?
Quero olhar para Lula e perguntar:
quanto da desigualdade brasileira foi realmente transformado e quanto apenas foi administrado?
Mas quero olhar também para mim e fazer uma pergunta ainda mais difícil:
quanto da minha opinião sobre Lula nasce da justiça e quanto nasce da minha vontade?
Aí está o ponto.
Minha vontade importa.
Minha história importa.
Minhas experiências importam.
Minhas escolhas políticas importam.
Mas nenhuma delas deveria ser maior do que a verdade.
Talvez amadurecer politicamente seja justamente adquirir coragem para dizer:
se meu adversário estiver certo, reconhecerei.
Se meu lado estiver errado, criticarei.
Se os fatos destruírem uma opinião que carreguei durante anos, prefiro perder a opinião a perder meu compromisso com a verdade.
Por isso minha reflexão sobre Lula já não termina em Lula.
Ela passa por ele e chega a uma pergunta muito maior:
que Brasil poderia ser chamado de justo?
Um Brasil onde ninguém passa fome?
Um Brasil onde todos tenham oportunidades?
Um Brasil onde exista liberdade?
Um Brasil onde riqueza possa existir, mas miséria não?
Um Brasil onde o Estado seja suficientemente forte para proteger o vulnerável, mas não tão poderoso que sufoque a liberdade?
Talvez nossas divergências políticas comecem justamente porque respondemos de maneiras diferentes a essas perguntas.
E talvez possamos discutir essas respostas sem transformar uns aos outros em inimigos.
Por isso, quando alguém me perguntar de que lado estou, minha resposta hoje é mais complicada do que já foi.
Tenho minhas preferências.
Tenho minhas esperanças.
Tenho minhas críticas.
Mas quero permanecer diante da pergunta.
Quem tem poder?
Quem não tem?
Quem está comendo?
Quem está com fome?
Quem participa da riqueza produzida pelo país?
Quem ficou de fora?
Quem governa?
Para quem governa?
E, acima de tudo:
a cidade que estamos construindo pode ser chamada de justa?
Não sei o que Platão diria sobre Lula.
Não sei o que Lula responderia a Platão.
Mas sei qual conversa eu gostaria de assistir.
Platão perguntaria:
“Luiz Inácio, que cidade você considera justa?”
E depois de ouvir a resposta, provavelmente continuaria perguntando.
Talvez sobre riqueza.
Talvez sobre pobreza.
Talvez sobre poder.
Talvez sobre conciliação.
Talvez sobre os governantes.
Talvez sobre os governados.
Mas, quando terminasse de interrogar Lula, eu pediria a Platão:
“Agora pergunte a mim.”
Porque seria muito fácil usar a filosofia para colocar o governante no banco dos réus e deixar minha própria consciência confortavelmente sentada na plateia.
Não quero isso.
Quero que a mesma pergunta alcance os dois.
Lula:
o poder que você exerce produz justiça?
E eu:
a política que você deseja nasce realmente da justiça ou apenas daquilo que favorece suas próprias convicções?
Talvez seja aí que Platão, Lula e eu finalmente nos encontremos.
Não numa resposta.
Mas diante da mesma pergunta.

O que é uma sociedade justa e o que cada um de nós está disposto a sacrificar para construí-la?

Eu não consigo te amar.
Por mais que eu me esforce até o coração arder.
Por mais que o mundo diga que eu devo tentar.
Meu único desejo é te empurrar do meu bote e te deixar afundar.
Minha mente insiste em me dizer que não consigo amar você.
Posso disfarçar.
Posso fingir.
Posso atuar.
Mas para mim mesmo não consigo mentir.
Meu pai eu posso perdoar.
Era sabido que ele tentaria me ensinar.
A vida é dura e blá blá blá.
Já você, a pessoa que mais deveria me
amar e apoiar.
Sabe apenas
julgar e criticar.
Não me olhe como se merecesse meu amor,
você não chega a merecer nem mesmo o meu silêncio.
Não fale como se eu te devesse alguma coisa,
você é quem me deve tudo.
Espero que apodreça em um asilo imundo.
Com nada mais que as consequências das suas ações.
Eu prefiro ser espancado em todas as nações
do que ter que aguentar mais uma das suas reclamações.
E antes que venha me perguntar.
Não.
Eu também não consigo te odiar.
Mas eu te peço que em minha casa vá diminuindo sua frequência
até finalmente me agraciar com a tua ausência.
Se algum dia você pensar em voltar,
lembre-se:

"Não importa o quão devagar você vá, desde que não pare. O mais importante é que você continue avançando no seu próprio caminho."
– BangChan (Christopher Banhg)

"Eu sou uma pessoa que teve que amanhecer cedo de mais para cuidar dos outros"
– BangChan (Cristopher Banhg)

Desisti da minha juventude pelo o meu futuro, eu só quero me levantar mais forte.

Stray Kids

Nota: Trecho da música Social Path, com participação de LiSA.

"Há muitas pessoas que passam por tantas dificuldades e eu sei que elas enfrentam muito mais coisas do que eu. E como sei disso, eu tento priorizar todo mundo antes de mim"
— Lee Felix Yongbok

"Eu nem sempre fui introvertido, mas, conforme eu fui ficando mais velho, eu fui sentindo que tinham menos pessoas comigo e fui ficando mais tempo sozinho.
E aí eu passei a ser assim de um jeito mais natural.
Eu acho que várias coisas me botam nessa caixa de introvertido, mas eu penso assim: é como se fosse uma caixa.
Eu não sei como são as pessoas na vida real, não tem como.
Então eu fico na minha caixa e, dependendo de como você se vê, esse lugar pode ser um lugar legal ou não.
Umas pessoas vão gostar, outras já não vão, né?"
– Classe dos heróis fracos