Preocupe se mais com seu Carater

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Colocarei o Teu nome nas mais altas prateleiras, por simples facto de Tu ser o Senhor e Eu o menor.

⁠Quanto mais forte a adversidade, mais próximo o triunfo.
Quanto mais íngreme o caminho, mais majestosa a vista do cume.


Ah haverá colheita!

A mente humana sofre mais pelo que foi evitado do que pelo erro cometido. A ação alivia — a omissão aprisiona.


— Maycon Oliveira

AMOR SEM IGUAL


Havia algo mais que madeira
que tornava mais pesada a cruz.
Nela estavam os meus e os seus pecados,
a pesar sobre os ombros de Jesus.


Ele permaneceu firme, o meu Jesus,
viu a Sua vitória sobre o pecado,
suportou, sem reclamar,
o peso da cruz.


Foi amor sem igual, que o mundo jamais viu,
que dividiu a história e dos meus pecados me remiu.
Foi amor sem igual, que o mundo jamais viu,
que dividiu a história e dos meus pecados me remiu.


Sobre Si levou a dor,
sem desistir, sem recuar,
na cruz venceu por amor,
pra minha vida restaurar.


Foi amor sem igual, que o mundo jamais viu,
que dividiu a história e dos meus pecados me remiu.


Cícero Marcos

Ser intenso exige freios firmes;
perceber mais requer domínio do próprio sentir para não se afogar no que se percebe.

Embora eu viva em um lindo lugar com belas paisagens, as flores mais lindas que já vi, as casas e ruas mais organizadas. Porém, a realidade é como uma vitrine que vc admira, mas não sente pertencida.
Eu vejo e admiro, mas não é meu!

Fora Ditadura

Demétrio Sena - Magé

Atadura nunca mais,
por não haver mais fratura.
Nem existir mais ferida.
Fechadura muito menos;
não havendo mais prisão,
haverá mais sonho e vida.
Dentadura nunca mais,
em um futuro sem cárie,
para barganhar os votos.
E ruptura jamais,
pois nunca mais o poder
de alienar os devotos.
Nunca mais escravatura
nua e crua, equiparada,
para sempre a lei de gente
supere a dos animais.
Mais nenhuma crueldade
nem verdade aguilhoada.
Ditadura nunca mais.
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Por onde andas ?

O que mais queria neste momento era saber :
*Saber como estás ?
*Saber por onde andas ?
* O que sentis ?
Saber quando vou te ver ao menos uma vez!
Ah ! Como queria te pertencer por um instante corpo a corpo e coração a coração por toda vida...
Quem mim dera que o universo mim ouvisse agora:
Escutaria o silêncio dos meus lábios e o grito da minh'Alma .
Com certeza te entregaria pra mim ou mim faria esbarrar em você por aí ...
No entanto, quando eu nao tive mais o que fazer, eu não mim desesperei...
Eu pensando em você ! Escrevi : "Onde estás?."
Thaty Almeida
🧚🏻‍♀️

Resista♡
O que afligiu o sentimento que uni um casal,
É o que tem que ser vencido e fazer-los mais fortes e inabaláveis.
#Resistência

Como se fosse a primeira vez !🌈

Sabe aquele casal que entenderam que ficar juntos não era mais possível ?
Que viveram uma história embaladas em dramas, mas cheia de romance e com intensidade em cada detalhe ...
Que por descuido perderam tantos dias de viver o AMOR , e preferiram seguir suas vidas sequelados a novas escolhas, que os fizeram ter certeza depois de tudo passar que não se decide se Ama ou não Ama , apenas se vive.
Acreditar que o tempo pode curar, pode apagar ou fazer esquecer...
Como assim ?:
Só se cura o que está doente;
Só se apaga o que nunca foi escrito na alma ,
E só se esquece o que não viveu com coração.
Eiii, para tudo isso se ver uma nova chance ,um recomeço ou então mais uma vida sem história, sem encaixe e sem amor .
Sei onde eles estão agora , perto mais uma vez de coração ,embora longe desejam estar juntos o quanto antes e nesse desespero de um encontro:
Uma entrega total , "como se fosse a primeira vez!"

Não, nós não temos as mesmas 24 horas por mais que algum coach insista nisso. A vida, assim como a salvação, é individual, cada um carrega sua própria história, seus desafios e seus caminhos… mesmo que, no final, alguns cheguem a destinos parecidos ou conquistas semelhantes.

"Saudades do tempo em que tudo parecia mais simples, o ar era mais puro, as risadas mais sinceras, os sonos mais profundos.
Saudades do tempo em que minha única obrigação era tirar notas boas na escola e minha única dor era um joelho ralado."

"Cada detalhe em você é único, e o mundo é muito mais imensurável porque você existe. Nunca subestime o impacto que você tem na vida das pessoas quem te cercam. Você é simplesmente incrível!"

Deus, coloque-me onde a minha essência brilhe mais e as oportunidades boas, perfeitas e agradáveis me persigam! ✨🙏🏻

E Esse meu olhar triste me fez saber a preciosidade aonde já não mais se ver,
o alarde da chuva antes da tempestade,
a alvorada, que anuncia o sol que corta a madrugada.
as vitorias que trazem consigo o orgulho
as derrotas que traz pensamentos profundos,
seguido de um suspiro e um projeto de restauração é o primeiro passo apos receber o perdão.
no canto observando o olhar inconformado
do irmão mais novo que se sente menos amado
a silenciosa magoa que corroí alma a inesperada morte que traz junta a ela o trauma,
a essência desobediente
o erro que ensina apos o velório o olhar tenso da família,
o orgulho que cerca mas também prende
a alegoria do poeta com a tristeza que sente.
Tracos extintos. -Leonardo Kerigma

Essa narrativa costuma ser apresentada de forma quase idealizada, mas a leitura mais atenta da história revela um quadro bem mais complexo, e menos confortável. Muito antes de qualquer gesto oficial, pessoas escravizadas já se insurgiam contra a ordem vigente, protagonizando fugas, revoltas e diversas formas de resistência que pressionavam diretamente as estruturas de poder.
No contexto brasileiro, a promulgação da Lei Áurea não pode ser entendida como um ato isolado de benevolência. Ela ocorreu em um cenário de crescente instabilidade, marcado por tensões sociais, mobilização abolicionista e pelo enfraquecimento de um sistema que já vinha sendo desafiado na prática. A própria Princesa Isabel, frequentemente retratada como figura central desse processo, agiu dentro de um contexto político que exigia respostas para evitar um desgaste ainda maior do regime.
Sob essa perspectiva, a abolição também pode ser interpretada como uma estratégia para conter conflitos, reorganizar alianças e preservar, na medida do possível, a estrutura de poder existente naquele momento. Não se trata de negar a importância do ato formal, mas de reconhecer que ele foi, em grande parte, resultado de pressões acumuladas, e não apenas de uma decisão espontânea.
Assim, ao revisitar esse episódio, é essencial ir além da versão simplificada e reconhecer o protagonismo daqueles que, mesmo sob condições extremas, já lutavam ativamente por sua própria liberdade.

Quanto mais avançamos na exploração do universo, mais evidente se torna a vastidão do desconhecido que nos envolve.
Cada resposta que a ciência oferece ilumina apenas um pequeno ponto na escuridão cósmica, revelando, ao mesmo tempo, novos abismos de perguntas.


O conhecimento, para quem observa as estrelas, não é arrogância — é precisão, espanto e humildade.
É aceitar que, diante de bilhões de galáxias, somos apenas uma consciência curiosa tentando decifrar o código da criação.


Reconhecer nossos limites não é fraqueza; é método científico.
É entender que as fronteiras do saber se expandem como o próprio universo: sempre em movimento, sempre abrindo novos horizontes.


E assim seguimos, como viajantes na noite infinita, guiados pela luz tênue da razão.
Porque o saber não é chegada —
é órbita. É trajetória. É um convite permanente para explorar o desconhecido e ousar descobrir o que ainda não
tem nome.

A gente gosta de repetir que está evoluindo.
Que agora sabemos mais, entendemos mais, pensamos melhor.
Mas basta olhar com calma para perceber que, enquanto a tecnologia sobe, a consciência desce um degrau silencioso.

Hoje vemos o sagrado desfigurado no sambódromo, tratado como peça de teatro, como se debochar da fé alheia fosse sinônimo de coragem artística.
Dizem que é liberdade… mas muitas vezes é apenas vazio fantasiado de ousadia.

As palavras perderam peso.
Os valores perderam forma.
O respeito virou só mais um item descartável em nome do “conteúdo que engaja”.

Criamos uma cultura em que o desleixo é celebrado como autenticidade,
o egoísmo é vendido como autocuidado,
e a grosseria virou manual de comportamento com título moderno.

Quanto mais raso, mais viral.
Quanto mais vulgar, mais lucrativo.
Quanto mais ofensivo, mais “revolucionário”.

E no meio disso tudo, alguém ainda diz:
— Estamos melhorando.

Porque, se chamam de evolução aquilo que nos faz desprezar o que é sagrado,
trocar profundidade por espetáculo,
e aplaudir o que corrói a dignidade humana…
então isso não é crescimento.
É só o caos ficando mais organizado, mais bonito, mais vendável.
É a desordem aprendendo a usar terno e gravata.

A verdade é simples e incômoda:
não existe progresso quando a alma anda para trás.

Tenho a impressão, cada vez mais nítida, de que o mundo muda em ritmo acelerado, enquanto a capacidade média de raciocinar com profundidade não acompanha essa velocidade. Há progresso técnico, mas pouco avanço na forma como muitas pessoas analisam decisões simples do cotidiano.
Com frequência, necessidades concretas são descartadas não por razões objetivas, mas por ideias futuras ainda não estruturadas. Troca-se o que é real e funcional por projetos que existem apenas como intenção. Visões de longo prazo são importantes, mas não substituem ações mínimas no presente. O que ainda não foi construído não pode cumprir a função daquilo que já é necessário agora.
Chama atenção o modo como o questionamento passou a ser mal recebido. Argumentar de forma lógica, pedir coerência ou exigir critérios tornou-se, para muitos, sinal de confronto, quando deveria ser parte natural de qualquer processo racional. Em vez de diálogo, surgem reações defensivas.
Percebo também uma dificuldade crescente em sustentar pensamento próprio. Muitas ideias são repetidas sem exame, assimiladas por conveniência ou pertencimento. Não se trata de má intenção, mas de ausência de método. Repetir é mais fácil do que pensar; aderir é mais confortável do que avaliar.
O resultado é um empobrecimento do discernimento. Confunde-se convicção com volume, opinião com verdade, intenção com resultado. Falta rigor intelectual — e, sobretudo, disposição para lidar com limites, dados e consequências reais.
Nesse cenário, supervisionar vai além de orientar tarefas. É manter os pés no chão quando o discurso se afasta da realidade. É lembrar que decisões precisam se sustentar em fatos, prazos e condições concretas. E que responsabilidade intelectual não é rigidez, mas respeito à realidade.

Toda alegria e toda tristeza que você sente não são mais do que reflexos — claros, inequívocos — do que se passa dentro de você! Não há acaso nisso. Há estrutura. Há causa. Há consequência.


A vida, meus senhores, não é algo estático! A vida não tem forma definida! Ela pode ser simples como um verso ou complexa como um poema — depende exclusivamente da forma como você a enxerga, da consciência que você desenvolve!


E escolher… escolher não é um detalhe! Escolher é um ato contínuo, permanente! É o que projeta o homem no tempo! É o que constrói — tijolo por tijolo — aquilo que você é, mesmo que você não perceba!


Essa cadência que nos conduz — ora suave, ora dura — não é aleatória! Ela organiza a sua existência! Ela determina o caminho que você percorre! E o presente que você vive agora… é resultado direto das decisões que você tomou!


Portanto, cada passo que você dá não é apenas um movimento qualquer! É uma prova! Uma evidência concreta daquilo que você decidiu ser!