Preocupe se mais com seu Carater

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Perdido
Perdido estou em meus pensamentos, sonhos, planejamentos e idealizações.
Mas, mais perdido que isso é o misto de emoções.
Vivo perdido entre a razão e a emoção.
Sou uma confusão!

A vida dói mais em quem enxerga além do que deveria.

Não foi falta de amor — foi a ausência de prioridade que falou mais alto.

Me calo as vezes, para observar melhor!
Dou espaço para ver seus passos.
Observo mais suas ações.
Guardo suas palavras.
Penso, junto tudo.
No fim descido.

Não ter mais um pai é como voltar a ser criança.
Onde a fragilidade toma conta.

Nada me dói mais que saber que o fim não poderia ser diferente.
Mas o meio poderia ter sido melhor!

Vivo, mas não mais por inteiro.
Sinto, mas não mais com compreensão.
Vejo, mas não mais com a razão.
Sem exato discernimento, sigo com o turbilhão de emoção.

⁠Mães solteiras merecem muita admiração!

Mães solteiras merecem respeito. Mais do que isso: merecem aplausos. Não é feio ser mãe solteira. Feio é ter preconceito e mente pequena. Feio é ser infeliz. E felicidade, certamente, é algo que nunca faltará para estas grandes mulheres.

⁠"Não é fácil entender os motivos das pessoas... Mas o mais difícil é você querer se importa com o que não é importante pra você... A todo momento passamos por constantes mudanças... A mais importante é a mudança do estado "Eu Era" para "Eu Sou"... Você começa a enxergar o seu propósito do amor próprio... Porque a mudança começa nas suas ações, no seu equilíbrio mental e emocional...
Quem vai dizer que é impossível a mudança?
O ruim é disfarçar segredos que ainda podem ser revelados".

Não tenha uma vida superficial, tenha satisfação que não seja mais passageira, devemos querer sempre ser pessoas melhores, não só melhorando a nossa qualidade de vida, mas, também, a das pessoas que estão ao nosso redor, além disso, a perfeição é inalcançável, já o sucesso, esse você pode atingir.
Seja sábio, você não sabe de tudo, passe adiante o que sabe e não negue o aprendizado

A verdadeira riqueza é ter pessoas que valem mais que ouro 💎.

Por mais de 1 década eu amadureci. Digo que não é fácil quando você faz tudo para si mesma sem ter ajuda, sem ter apoio, incentivo ou até mesmo atenção. A falta de companheirismo e comunicação destrói tudo e isso acontece aos poucos e tudo passa e passou! E hoje quero renascer novamente. Saio de uma década para recomeçar, evoluir e crescer. Sempre será eu pelos meus filhos, por mim mesma. Esperei por tempo pra tomar decisões e acreditar que eu posso e que sou tão capaz. O que eu não posso é permitir-me quebrar-me emocionalmente, espiritualmente e fisicamente. Não estou apta a aceitar menos do que eu mereço! 💔→💖

A verdade é um caminho sem volta, quando você a encontra, não há mais como negar.

A vida segue, e com ela, a oportunidade de reescrever a história com mais amor e respeito!

A verdade é como um farol, ilumina mesmo nas noites mais escuras.

Quando eu olhar nos teus olhos, quero sentir o verão mais quente no inverno e o inverno mais frio no verão.

Quando eu olhar nos teus olhos, quero sentir o silêncio mais profundo no meio do caos.

Há centenas de outras maneiras
de poder me matar ou me ferir
cada uma sendo mais torturante.


Umas causam minha morte rápida
e outras ficam na minha memória
mas nenhuma nunca será indolor.


Um dia, todas vão ter o momento
todas terão vez para me assombrar.
Duas, três... Talvez infinitas vezes.

Mais uma vez
Você se foi...
Deixando- me sozinha na noite,
Como se fosse para sempre...
Posso sentir suas lágrimas
Pela noite afora
Mas as enxugue! Estou aqui!
Basta me seguir na noite
Que a iluminarei
Venha, siga-me!
Só mais uma vez...
E será para sempre
Somente você pode
Acender os fogos de artíficios
Que clareiam, explodem e espocam
No ar, na noite
Sua luz irradia
Pelos meus poros
E me resplandeço
Sigo, te buscando
Somente o teu rosto
Ilumina a escuridão
E a luz, esvai pelos meus dedos
Pelos meus olhos
Clareando o amanhã
Com a luz da esperança
Volte! Só mais uma vez...

Carta IV — A Solidão: Reflexão sobre a solidão e o tempo


Mais oito anos haviam se passado, e as rugas no meu rosto tornavam-se evidentes; os meus ossos perdiam cada vez mais a força; o tempo revelava-me o cansaço. A solidão sufocava-me como espinhos na garganta; os meus lábios secaram como um rio sem água; a sede matava-me aos poucos.


Já não havia urina no meu organismo. Tentei beber as minhas próprias lágrimas, mas também secaram. Os ratos já não me alimentavam; agora alimentavam-se da minha carne. Meus cabelos caíam sozinhos como folhas de uma árvore, e a minha pele amolecia como mingau. Os meus olhos enchiam-se de fadiga; sofria de insónia. O corpo produziu bactérias que me corroíam por dentro.
Quis suicidar-me, mas não encontrava forças para fazê-lo. Já não restou dedo algum nas minhas mãos: devorei-os todos para terminar de vos escrever esta carta.


O fundo das paredes oferecia um profundo silêncio. Ainda assim, era meu desejo voltar a ouvir, só mais uma vez, o grito alegre das crianças na aldeia de Kandembe; o canto dos pássaros na floresta de Mayombe; o canto do galo nas madrugadas; o sorriso das senhoras quitandeiras no mercado de Kalukembe.


Infelizmente não pude concretizar esse desejo. As correntes no meu pescoço e as grades que me prendem não me permitem realizá-lo. Aliás, já não me resta muito tempo. A solidão tornou-se um vício que se alimentava da minha penúria e dos traumas da minha lembrança. Quanto mais próximo dela eu me encontrava, mais perto me sentia da morte.


Talvez…


Será que devo arrepender-me das minhas escolhas?
Será que fui ingénuo ao preservar os meus ideais?
Será este o preço a pagar por ser diferente deles?


De que vale estar livre do calabouço, se lá fora continuarei a ser escravo?
De que adianta recuperar a voz, se lá fora me haverão de retirá-la?
De que vale livrar-me destas correntes, se lá fora existirão outras algemas à minha espera?


Aqui, ao menos, ainda posso falar, pensar alto e questionar.

E lá fora?


Não me haverão de censurar por pensar?
Não me haverão de açoitar por falar?
Não me irão condenar por contestar?
Não me irão matar por questionar?


A dúvida, o ceticismo e o remorso ganharam espaço na minha mente e no meu coração.


Tentei conversar com as paredes, mas elas não possuíam ouvidos. Procurei perguntar aos espíritos daquela masmorra, mas já haviam partido. As caveiras ao meu redor exigiam silêncio. E as únicas coisas que ainda podiam dialogar comigo eram a morte e a solidão.