Preocupe se mais com seu Carater
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado.
Sob as bênçãos de Papa Bois e Mama D’Leau,
e a companhia do florescer da Chaconia,
entregar os meus dias e contigo fazer história.
[O amor convida; nós nascemos para a glória.]
Com o meu olhar dou a pista
para o seu que me hipnotiza,
com fina intenção que alucina.
Nos encarando, desviando
e convidando com um sorriso
discreto e mexendo nos cabelos,
não disfarço que tenho desejos.
Voltando a olhar para o seu,
reinicio o ciclo sem nenhuma pressa
para ser notada com outro olhar,
fazer pensar, fazê-lo se entregar
e inteiramente com êxito conquistar.
Tudo ao seu redor te ensinou
a ser forte, não nego,
O que vi me fez enamorada,
aprecio e presto reverência
à cada nuance moldada
que há de me fazer abrigada.
Cada demonstração sua,
há de ser recompensada
com a minha vulnerabilidade,
O meu nome há de ser
trocado facilmente pelo seu
- e nos reconheceremos
totalmente liberdade,
nos queremos de verdade.
A potente sedução retomou
a ordem natural das polaridades,
Não nos rendemos ao comum,
somos o que somos:
amor, corpos e sonhos.
Transmutar-se para a cena
de cristais derretidos na caverna
rendidos à êxtase e aos delíquios
têm sido repassados na cabeça
como um roteiro de cinema,
desde a primeira vez que te vi
não consegui mais ser a mesma.
O está escrito o descanso jubiloso
na fortaleza do seu forte peito,
ser a tua fome e forma reino,
não nego que tem sido o meu desejo,
é algo que toda hora prevejo.
Em nós existe o encontro
do nossos hemisférios
além do inverno que se aproxima,
Como lianas, cipós e trepadeiras
em agarramento nos dosséis
das florestas da América do Sul,
com apetite de feras não há mais
nada na vida que nos renda, e preencha.
Nasci para ser o seu ponto fora da curva,
por isso elegi cultivar o amor e a delícia.
enquanto há quem opte pela queda livre;
Para preservar o elevado e a real direção,
para que nada distraia do que de fato importa.
Em preparação tenho afinado o coração
como um maestro afina um coral,
para receber com gala a sua existência,
para que haja o espaço para a melodia
da Via Láctea, e na garganta seja mantida.
Para o encontro das nossas polaridades
encontrem os encaixes sob os ipês floridos,
E nada seja maior do que nossas liberdades
com pertencimento, elegância e intensidade.
Da forma mais luxuosa e cheia de serenidade
para ser e desfrutar da tua entrega com os pés
descalços na beira de um rio permitindo sentir
a ternura a tocar até mergulhar e nos submergir.
No mesmo fogo quero
que entre comigo,
Com paixão, mistério e conexão,
evoco ser o seu destino,
Para uns a Copa do Mundo
começa com a festa inaugural,
para mim ela só começa
quando o time da minha
Nação entra em campo,
por isso tenho razões
para esperar-te tanto.
Em matéria de amar,
para mim não é diferente,
Como escrevo poesia
falar de amor para mim é fácil,
mesmo que encontrar
o amor verdadeiro seja feito
encontrar agulha no palheiro
neste mundo de gente difícil.
Mas para o amor acontecer,
é preciso que a gente
deixe que entre realmente,
e faça em nós o que
tem que fazer do amanhecer
ao anoitecer como deve ser.
Por saber que você existe,
e por você ser a personificação
de cada impulso selvagem,
Entreguei pistas e dez vezes
mais sem dizer uma só palavra,
decidida ser o teu paraíso,
e que não haja mais a próxima;
mesmo que leve tempo,
porque pacto com o relógio
eu nunca terei mesmo.
As pessoas podem até amar seu jeito de falar, mas é pelo seu jeito de escutar que elas vão amar falar com você.
Enquanto os Nascidos Patriotas sacrificam suas próprias cabeças em prol do seu país, Patriotas de Ocasião sacrificam o próprio país em prol das suas cabeças.
Um trisal tão nefasto entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado só poderia parir tamanha aberração.
Não há sutileza nessa união — ela sempre carrega consigo os germes do abuso e da manipulação.
Quando a fé se deita com a política, e ambos convidam o braço armado para o mesmo leito, o resultado buscado nunca é comunhão, mas o controle da nação.
A Igreja, que deveria consolar, torna-se cúmplice do silenciamento.
O Estado, que deveria servir, converte-se em senhor.
E o braço armado — que deveria nos proteger — se vê no direito de intimidar.
É nesse pacto que o sagrado se prostitui, o político se corrompe e a violência se legitima.
Não é difícil reconhecer os frutos dessa aberração: consciências domesticadas em nome da obediência, corpos disciplinados pelo medo e uma sociedade moldada não pelo diálogo, mas pela imposição.
O trisal nefasto não gera filhos livres, mas servos disfarçados de cidadãos.
E talvez o maior desafio não seja tão somente apontar os riscos sem precedentes dessa união, mas perceber como, vez ou outra, ela continua a ser desejada por aqueles que temem mais a liberdade do que as medonhas grades invisíveis da prisão.
Sempre que a igreja se deitar com o Estado e seu braço armado, há que se esperar qualquer coisa, inclusive o trisal parir uma aberração.
A Polarização rachou o Brasil no meio, levando seu povo ao ápice da Efervescência Social: metade se vale da música, metade se vale do Santo Nome de Deus — e todos protestam.
Essa “coisa medonha” não apenas dividiu opiniões — ela partiu afetos, rachou mesas de família e transformou a praça pública num coro dissonante.
O Brasil ferve, e na ebulição cada metade encontrou seu próprio idioma para gritar: uns cantam ou fingem que cantam, outros oram ou fingem que oram.
Uns erguem cartazes ao som de refrões, outros levantam as mãos clamando o Santo Nome de Deus.
E todos protestam, embora uns nem saibam o porquê… e outros só acham que saibam.
A música vira trincheira, o louvor vira escudo.
O palco e o púlpito disputam o mesmo espaço simbólico: o de dar sentido ao caos.
Mas, enquanto cada lado acredita falar em nome do bem maior, o país sangra nas frestas do diálogo que não acontece.
O grito abafou a escuta; a convicção atropelou a compaixão.
Talvez o problema já não esteja na canção nem na oração, mas na incapacidade de reconhecer que ambas nascem do mesmo desassossego.
Às vezes há dor nos acordes e às vezes há medo e até arrogância nas preces.
Mas também há um pouco de esperança em ambos, ainda que deformada pela raiva de não ser ouvido.
Quando a fé vira slogan e a arte vira arma, perde-se o sagrado de ambas.
Deus não cabe na guerra palavrosa do palanque, e a música não foi feita para silenciar ninguém.
O Brasil não precisa escolher entre cantar ou ajoelhar — precisa aprender, urgentemente, a caminhar junto.
Porque enquanto metade canta para resistir e a outra ora para vencer, o país segue dividido, protestando contra si mesmo, esquecendo que nenhuma nação se salva quando transforma sua própria alma em campo minado de batalha.
Nós contra eles não dialogam…
Não há diálogo possível entre os cheios de Certezas e os cheios de Dúvidas, ambos se demonizam…
Quando não fazem pior: se desumanizam.
Tropeçamos quase todos nos infortúnios da polarização.
Só uma mente muito educada é capaz de compreender um pensamento diferente do seu sem precisar aceitá-lo ou demonizá-lo.
Vivemos tempos em que discordar parece ter se tornado uma ofensa pessoal.
Muitas vezes, já não ouvimos para compreender; ouvimos apenas para encontrar uma brecha que nos permita responder.
Confundimos diálogo com disputa e opinião com verdade absoluta.
Compreender um pensamento diferente não significa abandonar nossas convicções, tampouco concordar com aquilo que pensamos ser errado.
Significa reconhecer que o outro também possui uma história, experiências, referências e razões que o conduziram até determinada maneira de enxergar o mundo.
Há uma grande diferença entre dizer “eu penso diferente” e afirmar “você não pode pensar assim”.
A primeira frase revela consciência; a segunda, frequentemente, revela apenas a dificuldade de conviver com a diversidade de ideias.
Uma mente verdadeiramente madura não precisa transformar toda conversa em uma batalha.
Ela consegue escutar sem se sentir ameaçada, questionar sem humilhar e discordar sem desrespeitar.
Sabe que mudar de opinião quando encontra novos argumentos não é sinal de fraqueza, assim como permanecer firme diante de argumentos contrários não precisa ser sinônimo de arrogância.
Talvez a verdadeira inteligência não esteja em convencer todos a pensar como nós, mas em desenvolver a capacidade de transitar por pensamentos diferentes sem perder a própria identidade.
Afinal, uma sociedade em que todos pensam exatamente da mesma maneira pode até parecer harmoniosa, mas dificilmente será uma sociedade livre.
Pensar diferente é um direito.
Ouvir o diferente é maturidade.
Compreendê-lo é educação.
E respeitá-lo, mesmo sem aceitá-lo, talvez seja uma das mais belas formas de inteligência.
“O valoroso ser humano
se revela na lealdade aos
seus princípios e prática
coerente do seu
discurso pela conduta."
"Para se auto-construir
não é necessário adaptar-se
aos outros, mas fazer seu
melhor sem existir agradando
pra ser aceita e pertencer no
aperto disponível que sobra."
"Jamais terceirize seu valor
totalmente a disposição
do outro declinando dos
próprios gostos, abdicando
da própria vida amoldada
de quem não lhe valoriza."
"Deus não dá ao seu filho
dor maior que não passa
suportar, mas aquela que lhe
tornará mais forte e melhor."
"Quando ouço a melodia
da chuva e seu perfume
espalhado pelo ar é
como Deus falando em
minh’alma que esta a me ver,
diretamente a me olhar."
"Tudo é passageiro, por
isso viver honestamente
consigo mesmo, ser e fazer
o seu melhor enquanto nesta
vida material e existência
é fundamental esteio."
- Relacionados
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Poemas românticos para declarar todo o seu amor
- Mensagens de amizade para valorizar e celebrar quem sempre está ao seu lado
- Frases de alegria para inspirar e tornar o seu dia mais feliz
- Frases espíritas: sabedoria e reflexão para iluminar seu caminho
- Feliz aniversário, mulher guerreira: frases de parabéns para celebrar seu dia
- Frases sobre idiotas que mostram seu talento para a estupidez
