Preocupacao Texto

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O HOJE

Há tanta inquietação em nós
Pelo ontem que insiste em acontecer
Há tanta preocupação inútil
E isso está sufocando o sobreviver

Não podemos maximizar o ontem
Ou viver de pavor pelo amanhã
É tempo de amar o HOJE
E valorizar cada manhã

A sobrecarga do ontem é real
Mas nada que supere nosso existir
Abra-se ao HOJE e seja grato
Porque a gente pode sorrir

O HOJE só quer ser amado
Mesmo que o pranto seja intenso
Compreenda que AGORA
Dá pra viver bem esse momento.

Rônet Alves
Aracati-Ce, 15 de abril de 2021.

⁠O Peso Inútil da Preocupação

“O sofrimento antecipado é um tributo pago a um destino que talvez nunca chegue. A mente, inquieta, fabrica dores que o tempo sequer confirmou. O presente é a única realidade, o resto é ilusão projetada pelo medo. Não se permita sangrar por feridas que ainda não existem. Viver é confiar no caminho antes mesmo de vê-lo por completo.”

⁠Carta de um pai ausente.

Devo confessar que apreço não mereço,
Não mereço preocupação,
Tampouco respeito

Faltei, falhei, vivi iludido e sequer
notei.

Admito que sem rumo vivi
Por aí sem saber de ti.

Não existe um único dia na minha
Vida que meu pensamento não passe
Por você.
Em meus momentos solitários
e depressivos, não controlo
as lágrimas.

Tudo que semeei devo consertar
Só preciso encontrar o momento
e peço a Deus todos os dias que
me livre desse bloqueio que
atormenta minha alma a décadas

Muito preciso me redimir com o passado
para que eu possa ter paz hoje
e durante o tempo que me resta.
Minha ampulheta está sendo diariamente esvaziada e quem está no
comando dela é Deus.
Tudo que eu possa ter causado a você
pago também preço muito alto.
Tenho dificuldades psicológicas que me bloqueiam.

Um desses bloqueios é saber se ainda
haveria possibilidade de eu me encaixar
em sua vida e de meus netos.
Porque eu tenho muita dificuldade de relação por conta de uma profunda depressão.

Filho, sei que seus pensamentos passam
muita coisa sobre mim que eu jamais conseguiria expressar a você como verdade
ou não.
Desculpe, mas vou encerrar, não consigo!

FILHA.


Naquele dia, não nevava, mas parecia,
O meu coração flutuava na preocupação,
Do tempo, da hora e do dia,
Tinha muito amor, e sentia a vida na multiplicação.
O seu nascimento, o teu nascer,
Me fez caminhar a estrada de filho para pai,
E urgentemente crescer,
E nessa estrada ver a diferença do fica e vai.
Filha! Quando te vi pela primeira vez,
O meu coração que nunca falava falou,
Filha! O pai agradece a Deus pelo que Ele me fez,
Tu és benção, e teu sorriso em mim exalou.
Eu sabia que não mais seria o mesmo,
Que os meus sonhos não serão únicos,
Que minha história não será a esmo,
E que meus dias serão, eu e você, sempre juntos.
Filha, papai te ama sempre e muito.


Autor: Cássio Charles Gomes Borges

Só eu sei.


Eu quero jogar bola
Sem ter nenhuma demora;
Amar e ser amado
Sem preocupação.

Vadiar na estrada da vida
E, no seu caminho, me encontrar;
Viver a minha vida
Sem ter nenhuma ferida,
Apenas ser turista
Dessa minha imaginação.

Ser um dos diferentes
Nessa geração.
Coisas que eu sei:
A minha vida anda meio louca,
Roubar um beijo da tua boca
E te deixar louca.

Retornar aos seus braços,
Ter laços entrelaçados
No teu coração.

Coisas que eu sei:
Beijar você e te deixar boba.
Coisas que eu sei:
Se for preciso, te escondo
No meu guarda-roupa.

Te tratar bem
É minha obrigação.

Coisas que eu sei:
Eu gosto de você
E sempre vou te ter
No meu coração.

Você me tem
Nas suas mãos.

Coisas que eu sei:
Você é muito linda,
E disso eu tenho razão.

Coisas que eu sei:
Vem me beijar
E deixa de enrolação.

(Davi Nogueira da Silva)
Cabo Frio – Maria Joaquina

A sua preocupação não mudará fatos ou verdades. Você apenas degradará o seu próprio mental.

Afinal, você, eu ou todos nós não temos a capacidade de mudar o nosso redor; podemos mudar apenas a nós mesmos, e nem isso muitas vezes somos capazes.

Pois se de nada sabemos, também nada podemos. Somos uma existência ínfima neste imenso jardim que é tão grande quanto seu Criador. Por isso, nada temas: tudo o que ocorreu, ocorreu, e nada pode mudá-lo. E tudo que há por vir, ocorrerá, mas como ainda não ocorreu, nada temas.

Foque-se no agora, pois, como disse o Mestre Oogway: "O ontem é história, o amanhã é um mistério, mas hoje é uma dádiva. É por isso que se chama presente."

O QUE DISTINGUE A ANSIEDADE DO MEDO, DO ESTRESSE E DA PREOCUPAÇÃO?

‎O que distingue a Ansiedade do Medo, do Estresse e da Preocupação é que:

‎a) Se você sente agitação ou inquietação ou perturbação no teu Organismo devido a uma certa situação, então é Ansiedade.

‎b) Se você sente batimentos no coração devido a uma certa situação, então é Medo.

‎c) Se você sente aperto no peito ou apreensão no coração ou tensão no teu Organismo devido a uma certa situação, então é Estresse.

‎d) Uma Preocupação ou ação de Pensar realizada por você pode causar Ansiedade ou Medo ou Estresse.

Apesar da preocupação,
algo em mim desacelerou.
Não é paz completa..
ainda não.
Mas já não pesa igual.
É como tirar um peso antigo
e estranhar o próprio corpo sem ele.
Eu ainda penso,
ainda sinto,
ainda cuido dos passos…
mas respiro diferente.
Mais leve.
Como quem, pela primeira vez,
não carrega o que não é seu.

A sua preocupação não mudará fatos ou verdades. Você apenas degradará o seu próprio mental.

Afinal, você, eu ou todos nós não temos a capacidade de mudar o nosso redor; podemos mudar apenas a nós mesmos, e nem isso muitas vezes somos capazes.

Pois se de nada sabemos, também nada podemos. Somos uma existência ínfima neste imenso jardim que é tão grande quanto seu Criador. Por isso, nada temas: tudo o que ocorreu, ocorreu, e nada pode mudá-lo. E tudo que há por vir, ocorrerá, mas como ainda não ocorreu, nada temas.

Foque-se no agora, pois, como disse o Mestre Oogway: "O ontem é história, o amanhã é um mistério, mas hoje é uma dádiva. É por isso que se chama presente."

"Então eu disse a ela: 'Muito obrigado pelo seu interesse e preocupação, mas - no momento (pelo menos no momento) - prefiro falar com Deus diretamente, está bem? Diga que está bem!' "
Frase Minha 0452, Criada no Ano 2010

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Que a paz envolva seu coração e traga serenidade para sua mente. Que cada preocupação se dissolva no silêncio da noite, dando lugar a sonhos leves e cheios de esperança.


Amanhã é um novo capítulo, uma nova chance de recomeçar, conquistar e ser ainda mais forte. Lembre-se: você é luz, inspiração e força para muito além do que imagina.


Durma em paz, com a certeza de que o universo conspira a favor de quem nunca desiste dos seus sonhos.




Dhelson Passos

Sem nenhuma preocupação
com quebras de linhas,
Escrevo os meus profundos
doces Versos Intimistas,
com os lábios pintados
de Maqui do jeito que a vida
ensina para nos manter
em estado de poesia.


...


Cereja-do-Chile na ponta
da língua para a sua língua,
Versos Intimistas plenos,
vida que te quero vida,
um lirismo entre os seios.


...


Na minha varanda a Chilco
florescido é uma confissão
igual aos Versos Intimistas
que escrevi para o coração.


...


Versos Intimistas com cor
e sabor de Calafate unidos
a sua pele feita de petrichor,
que me repleta de amor -
é possível viver sem dor.

⁠Quando as demandas ignoradas viram costume, basta alguém fingir preocupação para despertar a paixão do povo.


Ano eleitoral costuma ser tratado como tempo de promessas, mas deveria ser, antes de tudo, tempo de vigília.


Quando demandas ignoradas viram costume, o povo se acostuma a sobreviver com a ausência desenfreada.


E, nesse cenário de carência prolongada, basta alguém fingir preocupação para parecer o grande salvador.


Não é a solução que encanta — é a encenação do cuidado que seduz corações cansados.


A paixão política, quase sempre, nasce menos da razão e mais da fome: fome de atenção, de escuta, de dignidade.


Quem nunca foi ouvido, tende a se apaixonar por quem ao menos finge ouvir.


E assim, o abandono repetido pavimenta o caminho da ilusão coletiva.


Por isso, ano eleitoral exige menos euforia e mais memória.


Menos discursos inflamados e mais perguntas incômodas.


Quem só demonstra zelo quando o calendário aperta, não descobriu o povo — apenas a sua utilidade.


Vigiar é lembrar.


Refletir é comparar.


E escolher com lucidez é o único antídoto contra a velha armadilha: confundir preocupação encenada com compromisso verdadeiro.

⁠O Estado finge preocupação, parte assustadora do povo o acompanha, e as más réplicas de homens chutam as Mulheres para as estatísticas.


Enquanto o Estado ensaia discursos de preocupação — cheios de notas oficiais, campanhas sazonais e promessas que evaporam na próxima manchete —, uma parcela assustadora do povo aplaude, compartilha, relativiza e segue adiante como se indignação fosse apenas mais um filtro de rede social.


No meio desse teatro cívico, as nossas Mulheres vão sendo empurradas para as estatísticas.


Não como nomes, histórias ou ausências que rasgam famílias, mas como números gélidos que cabem melhor nos relatórios do que na consciência coletiva.


E o mais doloroso é que muitas dessas violências não nascem da força, mas da fragilidade disfarçada de poder.


São cometidas por más réplicas de homens — cópias mal-acabadas de uma ideia distorcida de masculinidade, que confundem respeito com medo, amor com posse, autoridade com controle.


“Homens” que não aprenderam que ser Homem nunca foi sobre dominar, mas sobre proteger sem oprimir, sobre existir sem esmagar.


Quando a sociedade normaliza piadas, minimiza agressões, culpa a vítima, silencia denúncias ou escolhe o conforto da neutralidade, ela ajuda a fabricar essas réplicas medonhas.


E cada silêncio cúmplice é um carimbo a mais na estatística.


Talvez o que mais falte não sejam leis, mas caráter coletivo.


Não sejam campanhas, mas coragem.


Coragem de educar meninos para que não tentem provar nada pela violência.


Coragem de não idolatrar bravatas.


Coragem de parar de fingir surpresa diante do previsível.


Porque enquanto a preocupação for performática e a indignação seletiva, as mulheres continuarão sendo reduzidas a pavorosos números — e a nossa humanidade, a uma mísera nota de rodapé.

⁠⁠⁠⁠Prosopopeia flácida para acalentar bovinos na seara política é fingir preocupação, sem se ater ao início ou fim de qualquer problema.


Tudo em prol de narrativas e desinformação.




É aí que reina a arte sutil — e covarde — de simular zelo enquanto se abandona, à própria sorte, o princípio e o desfecho de qualquer problema real.




No teatro da dissonância não há compromisso com a verdade, apenas com o capricho das narrativas que melhor embalam os distraídos.




E assim, entre discursos inflados e intenções murchas, vai-se normalizando o hábito de confundir espetáculo com responsabilidade, opinião com fato, ruído com relevância.




No fim, quem brinca de governar com palavras vazias não conduz a destino algum — apenas empurra consciências para um pasto cada vez mais estreito, onde pensar dói e se questionar incomoda.




Porque, na política dos fingimentos, o que menos importa é resolver; o que mais importa é convencer.




E é justamente por isso que a vigilância se torna dever: para que nenhum de nós adormeça ao som de cantigas que só servem para manter rebanhos dóceis, enquanto a verdade passa, sozinha, pelo portão da história.




Só cometi o pecado de odiar os manipuladores até perceber que tamanha facilidade em 'Sequestrar a Mente' das pessoas nunca foi “mérito” exclusivamente deles.

⁠Na Política-Espetáculo, fingir preocupação
é a Arte que o Estado domina com muita maestria;
o intrigante é o povo acreditar.


Há algo de profundamente teatral na forma como o poder se apresenta.


Discursos carregados de urgência, promessas anunciadas como salvação e gestos calculados só para as câmeras.


O problema é raramente a ausência de palavras — estas nunca faltam —, mas a distância silenciosa entre o que se diz e o que se faz.


No palco da política contemporânea, a indignação tornou-se figurino e a empatia, um roteiro ensaiado.


Tragédias sociais são tratadas como episódios de uma série que precisa continuar alimentando a Economia da Atenção.


Anuncia-se uma comissão, cria-se um grupo de trabalho, promete-se um plano.


A sensação de movimento substitui o próprio movimento.


E, enquanto o espetáculo se desenrola, o público aprende a confundir encenação com ação.


A cada novo ato, a cada nova coletiva, a esperança é novamente convocada para assistir, acreditar e aguardar o próximo capítulo.


Talvez o elemento mais fascinante dessa dinâmica não seja a habilidade do Estado em representar — instituições sempre dominaram a arte da narrativa —, mas a persistência com que a plateia insiste em ignorar o cenário.


Não por ingenuidade pura, mas, porque admitir a encenação exigiria algo mais desconfortável: assumir que a transformação não virá do palco.


O espetáculo funciona porque oferece catarse sem mudança, emoção sem responsabilidade e crítica sem consequência.


Ele permite que todos participem da Indignação Coletiva enquanto a estrutura permanece cuidadosamente intacta.


No fim, a Política do Espetáculo não se sustenta apenas pela habilidade dos atores principais — os políticos-influencers —, mas pela cumplicidade silenciosa de quem continua comprando ingressos.


Afinal, questionar o teatro é fácil; mais difícil é aceitar que, fora dele, a realidade exige Protagonistas — não Espectadores.

⁠Só o Estado
que insiste em
Fingir Preocupação com a Segurança das Mulheres,
libera Agressores
para empurrá-las
para as estatísticas.


E nesse teatro de contradições, a proteção vira discurso, enquanto a realidade segue sendo risco.


Leis são anunciadas como escudos, campanhas surgem como vitrines, e pronunciamentos ecoam promessas que não resistem ao primeiro teste da prática.


Há uma distância bastante cruel entre o que se diz e o que se faz — e é nesse intervalo descarado que a violência encontra espaço para continuar.


Não se trata apenas de falhas isoladas, mas de uma lógica que naturaliza o descaso.


O ciclo se repete: denúncia, indignação, manchetes e caprichoso esquecimento.


Enquanto isso, mulheres seguem sobrevivendo com medo, não apenas da violência em si, mas da possibilidade concreta de que, ao buscar ajuda, encontrarão apenas portas entreabertas, respostas tardias ou decisões que as devolvem ao perigo.


O mais inquietante é perceber que o problema não está na ausência de instrumentos, mas na falta de compromisso real com sua aplicação.


Como se a existência de Políticas Públicas fosse suficiente para acalmar consciências, mesmo quando elas não alcançam quem mais precisa.


Como se proteger fosse mais uma ideia do que uma prática.


No fim, o que se constrói é uma ilusão de cuidado — uma narrativa que tranquiliza quem observa de fora, mas abandona quem vive a urgência.


E talvez a pergunta que reste — sem tropeçar na covardia do Estado para se calar — não seja apenas por que isso acontece, mas até quando aceitaremos que a Aparência de Proteção valha mais do que a proteção em si.

Na política do espetáculo, fingir preocupação é o único ofício que os políticos-influencers dominam com maestria; o curioso é o povo acreditar.

Talvez porque, em tempos de carência coletiva, qualquer encenação minimamente convincente pareça acolhimento.

Há quem já não consiga distinguir empatia de performance, compromisso de marketing e indignação de roteiro.

E assim, pouco a pouco, a política vai deixando de ser espaço de construção pública para se tornar palco de monetização emocional.

Os antigos coronéis precisavam controlar territórios; os novos aprenderam a controlar narrativas.

Não precisam resolver problemas — basta reagir a eles diante das câmeras.

Não precisam ter coerência — basta ter alcance.

Não precisam sustentar a verdade — basta sustentar o engajamento.

Enquanto isso, parte do povo, cansada, ferida e desacreditada, consome políticos como quem escolhe personagens favoritos numa série interminável de conflitos fabricados.

A lógica deixa de ser “quem governa melhor?” para se tornar “quem lacra melhor?”.

E, quando a política vira entretenimento, a realidade sempre paga a conta.

Porque hospitais continuam lotados mesmo depois dos vídeos emocionados.

A fome não diminui com cortes bem editados.

A violência não recua diante de discursos performáticos.

E o desemprego não se impressiona com milhões de seguidores.

O mais perigoso não é o político aprender a fingir.

O teatro do poder sempre existiu.

O mais grave é quando a sociedade desaprende a reconhecer sinceridade, coerência e responsabilidade porque se acostuma a ser seduzida pelo barulho, pela estética e pela histeria calculada.

Há líderes preocupados de verdade, sim.

Mas estes quase sempre parecem menos interessantes ao público acostumado ao exagero.

Quem trabalha raramente viraliza tanto quanto quem grita.

Quem constrói dificilmente compete com quem provoca.

E quem assume responsabilidades costuma perder espaço para quem apenas terceiriza culpas.

No fim, o espetáculo só continua porque existe plateia disposta a confundir representação com caráter.

E talvez a maturidade política de um povo comece exatamente no dia em que ele parar de se preocupar com as falas, sobretudo as mais bonitas — e voltar a observar as ações.

⁠Fingir preocupação com a saúde é um dos jeitos mais cruéis, nojentos e sorrateiros do Estado atentar contra nós.


Infelizmente, sobre educação e segurança — digo o mesmo.


Porque o problema nunca foi apenas a negligência.


A negligência é muito brutal, mas ao menos ela se mostra como abandono.


O mais perverso é quando o controle vem fantasiado de cuidado.


Quando se usa o discurso da proteção para justificar vigilância, dependência, medo e obediência.


Na saúde, dizem proteger vidas enquanto transformam pessoas em números, protocolos e até em estatísticas convenientes.


Alimentam doenças sociais profundas — miséria, exaustão, ansiedade, solidão, alimentação precária — e depois oferecem remendos como se fossem salvadores.


O cidadão adoece duas vezes: primeiro pelas condições impostas, depois pela falsa sensação de amparo.


Na educação, repetem que querem formar cidadãos críticos, mas frequentemente punem exatamente quem aprende a pensar por conta própria.


Ensinar virou, muitas vezes, domesticar.


Não se estimula consciência; estimula-se adaptação.


A criatividade, a dúvida e a autonomia incomodam.


O sistema prefere indivíduos treinados para funcionar, não para questionar.


E na segurança talvez esteja a face mais explícita da contradição: criam uma sociedade tensionada pelo medo e depois oferecem mais controle como solução inevitável.


Quanto mais insegura a população se sente, mais ela aceita abrir mão da própria liberdade em troca de promessas frágeis de ordem.


O medo vira moeda política.


E gente assustada raramente percebe a dimensão das correntes que aceita carregar.


O ponto mais sombrio disso tudo é que a manipulação moderna muito raramente vem pela força bruta.


Ela vem quase sempre pela narrativa moral.


Pelo discurso bonito.


Pela sensação de que alguém está cuidando de nós.


Não é a opressão declarada que mais cresce; é a opressão que se apresenta como proteção.


E talvez seja por isso que tanta gente já não consegue distinguir cuidado verdadeiro de administração de comportamento.


Porque o poder aprendeu que controlar pela ameaça gera resistência.


Mas controlar pelo conforto, pelo medo seletivo e pela dependência emocional gera consentimento.


No fim, a questão não é negar a importância da saúde, educação ou segurança.


São pilares indispensáveis de qualquer sociedade minimamente digna.


A questão é desconfiar quando estruturas de poder passam a utilizar causas como escudo moral para ampliar influências sobre todos os aspectos da vida humana.


Toda vez que algum poderoso insiste demais que está fazendo algo “para o nosso bem”, vale a pena perguntar: até onde vai esse cuidado… e em que momento ele começa a custar a própria liberdade?

Queria Mesmo é ter meus Dez Anos,
Isso ia passarinha, Jogar bola, não tinha preocupação com roupa e coisa parecido... Não tinha que Fazer escolha...
E chegam os Dezoito anos e chega à responsabilidade e a cobrança da Faculdade... Ou algo parecido,
É vamos La rapaz. É hora de você fazer acontecer...
Seus sonhos de quando era criança deve se realizar, e o pior. Que agora você ou eu, ele, não tem, mas o colo dos pais para chora, a vida cobra e Devemos cobra dela...
Seu dever agora é dar um futuro pra você e pra sua futura família e tentar fazer acontecer aquilo que anos atrás disseram de você “As crianças são o nosso futuro"...
Só que agora Não somos, mas crianças ou somos,...
A Responsabilidade é nossa. Agora devemos conquista o respeito e a dignidade que um dia sonhemos ter...
O Destino é apenas questão de um sim ou não...
Escolha o sim para o bem e o não para o mal.
Queira muda o mundo e ajudar as pessoas...
Ou veio ao mundo para ser apenas mais um? ...

Inserida por JeffersonFagundes