Preocupação

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Agradeça e bendiga o novo dia. A gratidão abre portas que a preocupação fecha. Confie, ore e siga em frente. Deus já preparou bênçãos que você nem imagina para viver hoje.

⁠Sendo um bom colecionador,
Daquilo que me desfavorece,
Não promovo a preocupação,
Ela ocupa a posição que merece.

Nem toda preocupação é sincera. Às vezes, quem diz querer o seu bem só quer te manter previsível e submisso, porque a manipulação mais eficaz sempre vem disfarçada de cuidado.
Às vezes me faço de ingênua, e às vezes sou mesmo, mas logo percebo a intenção das pessoas.

⁠O desejo de morrer foi minha única preocupação; renunciei a tudo por ele, até à morte.

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.

A preocupação excessiva pelo futuro gera ansiedade excessiva no presente.

⁠Acredito que quando não existe mais amor,não há mais preocupação em esperar,torna -se um alívio a ausência,de quem não se ama mais.

Quando seus olhos ardem de preocupação, os olhos do Pai brilham com proteção.
Quando o medo bate à porta, Ele sussurra: “Estou aqui. Não temas.”


Você vai florescer no meio da dor, Descanse no Deus que livra, que cura e que transforma todo mal em bênçãos.

⁠se temos ansiedade, preocupação ou angústia, nossa relação com DEUS nos inunda de paz,
dar-nos calma interior, domínio próprio e equilíbrio emocional para vencer!

Sou um forasteiro, não tenho preocupação com que você pensa ou fala a meu respeito, vim aqui cumprir com o Ide e voltarei para meu lugar de origem!⁠

Sem nenhuma preocupação
com quebras de linhas,
Escrevo os meus profundos
doces Versos Intimistas,
com os lábios pintados
de Maqui do jeito que a vida
ensina para nos manter
em estado de poesia.


...


Cereja-do-Chile na ponta
da língua para a sua língua,
Versos Intimistas plenos,
vida que te quero vida,
um lirismo entre os seios.


...


Na minha varanda a Chilco
florescido é uma confissão
igual aos Versos Intimistas
que escrevi para o coração.


...


Versos Intimistas com cor
e sabor de Calafate unidos
a sua pele feita de petrichor,
que me repleta de amor -
é possível viver sem dor.

"Então eu disse a ela: 'Muito obrigado pelo seu interesse e preocupação, mas - no momento (pelo menos no momento) - prefiro falar com Deus diretamente, está bem? Diga que está bem!' "
Frase Minha 0452, Criada no Ano 2010

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

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"Deus, se existe, não parece demonstrar preocupação nem sofrimento por Ateus existirem. Por que Ateus, por outro lado, não se conformam e ainda sofrem por um Deus que eles acham não existir? Como explicar isso para outras pessoas?"

O QUE DISTINGUE A ANSIEDADE DO MEDO, DO ESTRESSE E DA PREOCUPAÇÃO?

‎O que distingue a Ansiedade do Medo, do Estresse e da Preocupação é que:

‎a) Se você sente agitação ou inquietação ou perturbação no teu Organismo devido a uma certa situação, então é Ansiedade.

‎b) Se você sente batimentos no coração devido a uma certa situação, então é Medo.

‎c) Se você sente aperto no peito ou apreensão no coração ou tensão no teu Organismo devido a uma certa situação, então é Estresse.

‎d) Uma Preocupação ou ação de Pensar realizada por você pode causar Ansiedade ou Medo ou Estresse.

Quem não constrói reserva, constrói preocupação.

⁠Às pessoas não querem sair da zona de “bons meninos” e asombra da não aceitação é a preocupação de cada um.Talvez por, na maioria das vezes, sermos rasgados pela indiferença…isso assusta e muito. Deveríamos ser mais forte… já que todos nós sabemos que a vida é uma só e que nascemos para morrer. Eu aplaudo algunse outros eu tento entender, mas alguns é só diversão, com todo o meu respeito. Às vezes, também volto para a zona de conforto, é normal, pois somos seres, uns humanos e outros seres humanizados. Peço desculpas, sou uma pessoa comum tentando entender essa vida, tentando entender a tal evolução. Abraços.

A luz incomoda quem vive de sombras . continue brilhando ;a " preocupação " deles nada mais é do que o reflexo do medo que você descubra que não precisa deles para nada .⁠

⁠⁠⁠⁠Prosopopeia flácida para acalentar bovinos na seara política é fingir preocupação, sem se ater ao início ou fim de qualquer problema.


Tudo em prol de narrativas e desinformação.




É aí que reina a arte sutil — e covarde — de simular zelo enquanto se abandona, à própria sorte, o princípio e o desfecho de qualquer problema real.




No teatro da dissonância não há compromisso com a verdade, apenas com o capricho das narrativas que melhor embalam os distraídos.




E assim, entre discursos inflados e intenções murchas, vai-se normalizando o hábito de confundir espetáculo com responsabilidade, opinião com fato, ruído com relevância.




No fim, quem brinca de governar com palavras vazias não conduz a destino algum — apenas empurra consciências para um pasto cada vez mais estreito, onde pensar dói e se questionar incomoda.




Porque, na política dos fingimentos, o que menos importa é resolver; o que mais importa é convencer.




E é justamente por isso que a vigilância se torna dever: para que nenhum de nós adormeça ao som de cantigas que só servem para manter rebanhos dóceis, enquanto a verdade passa, sozinha, pelo portão da história.




Só cometi o pecado de odiar os manipuladores até perceber que tamanha facilidade em 'Sequestrar a Mente' das pessoas nunca foi “mérito” exclusivamente deles.

⁠Quando as demandas ignoradas viram costume, basta alguém fingir preocupação para despertar a paixão do povo.


Ano eleitoral costuma ser tratado como tempo de promessas, mas deveria ser, antes de tudo, tempo de vigília.


Quando demandas ignoradas viram costume, o povo se acostuma a sobreviver com a ausência desenfreada.


E, nesse cenário de carência prolongada, basta alguém fingir preocupação para parecer o grande salvador.


Não é a solução que encanta — é a encenação do cuidado que seduz corações cansados.


A paixão política, quase sempre, nasce menos da razão e mais da fome: fome de atenção, de escuta, de dignidade.


Quem nunca foi ouvido, tende a se apaixonar por quem ao menos finge ouvir.


E assim, o abandono repetido pavimenta o caminho da ilusão coletiva.


Por isso, ano eleitoral exige menos euforia e mais memória.


Menos discursos inflamados e mais perguntas incômodas.


Quem só demonstra zelo quando o calendário aperta, não descobriu o povo — apenas a sua utilidade.


Vigiar é lembrar.


Refletir é comparar.


E escolher com lucidez é o único antídoto contra a velha armadilha: confundir preocupação encenada com compromisso verdadeiro.

⁠O Estado finge preocupação, parte assustadora do povo o acompanha, e as más réplicas de homens chutam as Mulheres para as estatísticas.


Enquanto o Estado ensaia discursos de preocupação — cheios de notas oficiais, campanhas sazonais e promessas que evaporam na próxima manchete —, uma parcela assustadora do povo aplaude, compartilha, relativiza e segue adiante como se indignação fosse apenas mais um filtro de rede social.


No meio desse teatro cívico, as nossas Mulheres vão sendo empurradas para as estatísticas.


Não como nomes, histórias ou ausências que rasgam famílias, mas como números gélidos que cabem melhor nos relatórios do que na consciência coletiva.


E o mais doloroso é que muitas dessas violências não nascem da força, mas da fragilidade disfarçada de poder.


São cometidas por más réplicas de homens — cópias mal-acabadas de uma ideia distorcida de masculinidade, que confundem respeito com medo, amor com posse, autoridade com controle.


“Homens” que não aprenderam que ser Homem nunca foi sobre dominar, mas sobre proteger sem oprimir, sobre existir sem esmagar.


Quando a sociedade normaliza piadas, minimiza agressões, culpa a vítima, silencia denúncias ou escolhe o conforto da neutralidade, ela ajuda a fabricar essas réplicas medonhas.


E cada silêncio cúmplice é um carimbo a mais na estatística.


Talvez o que mais falte não sejam leis, mas caráter coletivo.


Não sejam campanhas, mas coragem.


Coragem de educar meninos para que não tentem provar nada pela violência.


Coragem de não idolatrar bravatas.


Coragem de parar de fingir surpresa diante do previsível.


Porque enquanto a preocupação for performática e a indignação seletiva, as mulheres continuarão sendo reduzidas a pavorosos números — e a nossa humanidade, a uma mísera nota de rodapé.

⁠Na Política-Espetáculo, fingir preocupação
é a Arte que o Estado domina com muita maestria;
o intrigante é o povo acreditar.


Há algo de profundamente teatral na forma como o poder se apresenta.


Discursos carregados de urgência, promessas anunciadas como salvação e gestos calculados só para as câmeras.


O problema é raramente a ausência de palavras — estas nunca faltam —, mas a distância silenciosa entre o que se diz e o que se faz.


No palco da política contemporânea, a indignação tornou-se figurino e a empatia, um roteiro ensaiado.


Tragédias sociais são tratadas como episódios de uma série que precisa continuar alimentando a Economia da Atenção.


Anuncia-se uma comissão, cria-se um grupo de trabalho, promete-se um plano.


A sensação de movimento substitui o próprio movimento.


E, enquanto o espetáculo se desenrola, o público aprende a confundir encenação com ação.


A cada novo ato, a cada nova coletiva, a esperança é novamente convocada para assistir, acreditar e aguardar o próximo capítulo.


Talvez o elemento mais fascinante dessa dinâmica não seja a habilidade do Estado em representar — instituições sempre dominaram a arte da narrativa —, mas a persistência com que a plateia insiste em ignorar o cenário.


Não por ingenuidade pura, mas, porque admitir a encenação exigiria algo mais desconfortável: assumir que a transformação não virá do palco.


O espetáculo funciona porque oferece catarse sem mudança, emoção sem responsabilidade e crítica sem consequência.


Ele permite que todos participem da Indignação Coletiva enquanto a estrutura permanece cuidadosamente intacta.


No fim, a Política do Espetáculo não se sustenta apenas pela habilidade dos atores principais — os políticos-influencers —, mas pela cumplicidade silenciosa de quem continua comprando ingressos.


Afinal, questionar o teatro é fácil; mais difícil é aceitar que, fora dele, a realidade exige Protagonistas — não Espectadores.