Preocupação
As últimas pesquisas eleitorais criaram em mim certa preocupação e dúvida... Não sei se elejo Lula pela manhã ou à tarde! Tetra!
Preocupações vêm, preocupações vão; qualquer que seja a sua preocupação, converse com Deus em primeiro lugar para Ele tomar conta da sua ansiedade.
De onde provém que o pássaro não tenha preocupação com o sustento? Do fato de ele não comparar um dia com o outro, e de acordo com a palavra do Evangelho deixar a cada dia a sua dificuldade.
"Olhar para fora pode levar à preocupação, olhar para dentro pode revelar inseguranças, mas olhar para Cristo revela a esperança e o descanso que a alma anseia."
Minha maior preocupação não é saber se você acredita ou não que Jesus nasceu no Natal, mas sim em saber se Ele já nasceu dentro de você.
Agradeça e bendiga o novo dia. A gratidão abre portas que a preocupação fecha. Confie, ore e siga em frente. Deus já preparou bênçãos que você nem imagina para viver hoje.
Que a paz envolva seu coração e traga serenidade para sua mente. Que cada preocupação se dissolva no silêncio da noite, dando lugar a sonhos leves e cheios de esperança.
Amanhã é um novo capítulo, uma nova chance de recomeçar, conquistar e ser ainda mais forte. Lembre-se: você é luz, inspiração e força para muito além do que imagina.
Durma em paz, com a certeza de que o universo conspira a favor de quem nunca desiste dos seus sonhos.
Dhelson Passos
A luz incomoda quem vive de sombras . continue brilhando ;a " preocupação " deles nada mais é do que o reflexo do medo que você descubra que não precisa deles para nada .
Tem uma palavra que pode resumir toda a sua preocupação; "Foda-se" - Para muitos é de baixo calão, mas se torna um remédio e tanto para tanta gente baixa de coração vazio
Há a preocupação de que a abordagem da educação financeira transfira para o indivíduo a responsabilidade por problemas estruturais da economia, como a desigualdade e a inflação.
Que a sexta-feira termine sob os cuidados de Deus, levando embora toda preocupação e deixando apenas paz no coração. Que o fim de semana comece iluminado por Sua graça, trazendo descanso para a alma, renovação para as forças e momentos abençoados ao lado de quem faz a vida florescer. Que a esperança se fortaleça, a alegria permaneça e o amor seja a mais bela presença em cada novo amanhecer.
se temos ansiedade, preocupação ou angústia, nossa relação com DEUS nos inunda de paz,
dar-nos calma interior, domínio próprio e equilíbrio emocional para vencer!
Sou um forasteiro, não tenho preocupação com que você pensa ou fala a meu respeito, vim aqui cumprir com o Ide e voltarei para meu lugar de origem!
Quando seus olhos ardem de preocupação, os olhos do Pai brilham com proteção.
Quando o medo bate à porta, Ele sussurra: “Estou aqui. Não temas.”
Você vai florescer no meio da dor, Descanse no Deus que livra, que cura e que transforma todo mal em bênçãos.
"Enquanto meu coração descansa em Seu amor, Deus; a preocupação perde força enquanto Sua paz protege minha mente."
—By Coelhinha
Prosopopeia flácida para acalentar bovinos na seara política é fingir preocupação, sem se ater ao início ou fim de qualquer problema.
Tudo em prol de narrativas e desinformação.
É aí que reina a arte sutil — e covarde — de simular zelo enquanto se abandona, à própria sorte, o princípio e o desfecho de qualquer problema real.
No teatro da dissonância não há compromisso com a verdade, apenas com o capricho das narrativas que melhor embalam os distraídos.
E assim, entre discursos inflados e intenções murchas, vai-se normalizando o hábito de confundir espetáculo com responsabilidade, opinião com fato, ruído com relevância.
No fim, quem brinca de governar com palavras vazias não conduz a destino algum — apenas empurra consciências para um pasto cada vez mais estreito, onde pensar dói e se questionar incomoda.
Porque, na política dos fingimentos, o que menos importa é resolver; o que mais importa é convencer.
E é justamente por isso que a vigilância se torna dever: para que nenhum de nós adormeça ao som de cantigas que só servem para manter rebanhos dóceis, enquanto a verdade passa, sozinha, pelo portão da história.
Só cometi o pecado de odiar os manipuladores até perceber que tamanha facilidade em 'Sequestrar a Mente' das pessoas nunca foi “mérito” exclusivamente deles.
Quando as demandas ignoradas viram costume, basta alguém fingir preocupação para despertar a paixão do povo.
Ano eleitoral costuma ser tratado como tempo de promessas, mas deveria ser, antes de tudo, tempo de vigília.
Quando demandas ignoradas viram costume, o povo se acostuma a sobreviver com a ausência desenfreada.
E, nesse cenário de carência prolongada, basta alguém fingir preocupação para parecer o grande salvador.
Não é a solução que encanta — é a encenação do cuidado que seduz corações cansados.
A paixão política, quase sempre, nasce menos da razão e mais da fome: fome de atenção, de escuta, de dignidade.
Quem nunca foi ouvido, tende a se apaixonar por quem ao menos finge ouvir.
E assim, o abandono repetido pavimenta o caminho da ilusão coletiva.
Por isso, ano eleitoral exige menos euforia e mais memória.
Menos discursos inflamados e mais perguntas incômodas.
Quem só demonstra zelo quando o calendário aperta, não descobriu o povo — apenas a sua utilidade.
Vigiar é lembrar.
Refletir é comparar.
E escolher com lucidez é o único antídoto contra a velha armadilha: confundir preocupação encenada com compromisso verdadeiro.
O Estado finge preocupação, parte assustadora do povo o acompanha, e as más réplicas de homens chutam as Mulheres para as estatísticas.
Enquanto o Estado ensaia discursos de preocupação — cheios de notas oficiais, campanhas sazonais e promessas que evaporam na próxima manchete —, uma parcela assustadora do povo aplaude, compartilha, relativiza e segue adiante como se indignação fosse apenas mais um filtro de rede social.
No meio desse teatro cívico, as nossas Mulheres vão sendo empurradas para as estatísticas.
Não como nomes, histórias ou ausências que rasgam famílias, mas como números gélidos que cabem melhor nos relatórios do que na consciência coletiva.
E o mais doloroso é que muitas dessas violências não nascem da força, mas da fragilidade disfarçada de poder.
São cometidas por más réplicas de homens — cópias mal-acabadas de uma ideia distorcida de masculinidade, que confundem respeito com medo, amor com posse, autoridade com controle.
“Homens” que não aprenderam que ser Homem nunca foi sobre dominar, mas sobre proteger sem oprimir, sobre existir sem esmagar.
Quando a sociedade normaliza piadas, minimiza agressões, culpa a vítima, silencia denúncias ou escolhe o conforto da neutralidade, ela ajuda a fabricar essas réplicas medonhas.
E cada silêncio cúmplice é um carimbo a mais na estatística.
Talvez o que mais falte não sejam leis, mas caráter coletivo.
Não sejam campanhas, mas coragem.
Coragem de educar meninos para que não tentem provar nada pela violência.
Coragem de não idolatrar bravatas.
Coragem de parar de fingir surpresa diante do previsível.
Porque enquanto a preocupação for performática e a indignação seletiva, as mulheres continuarão sendo reduzidas a pavorosos números — e a nossa humanidade, a uma mísera nota de rodapé.
Na Política-Espetáculo, fingir preocupação
é a Arte que o Estado domina com muita maestria;
o intrigante é o povo acreditar.
Há algo de profundamente teatral na forma como o poder se apresenta.
Discursos carregados de urgência, promessas anunciadas como salvação e gestos calculados só para as câmeras.
O problema é raramente a ausência de palavras — estas nunca faltam —, mas a distância silenciosa entre o que se diz e o que se faz.
No palco da política contemporânea, a indignação tornou-se figurino e a empatia, um roteiro ensaiado.
Tragédias sociais são tratadas como episódios de uma série que precisa continuar alimentando a Economia da Atenção.
Anuncia-se uma comissão, cria-se um grupo de trabalho, promete-se um plano.
A sensação de movimento substitui o próprio movimento.
E, enquanto o espetáculo se desenrola, o público aprende a confundir encenação com ação.
A cada novo ato, a cada nova coletiva, a esperança é novamente convocada para assistir, acreditar e aguardar o próximo capítulo.
Talvez o elemento mais fascinante dessa dinâmica não seja a habilidade do Estado em representar — instituições sempre dominaram a arte da narrativa —, mas a persistência com que a plateia insiste em ignorar o cenário.
Não por ingenuidade pura, mas, porque admitir a encenação exigiria algo mais desconfortável: assumir que a transformação não virá do palco.
O espetáculo funciona porque oferece catarse sem mudança, emoção sem responsabilidade e crítica sem consequência.
Ele permite que todos participem da Indignação Coletiva enquanto a estrutura permanece cuidadosamente intacta.
No fim, a Política do Espetáculo não se sustenta apenas pela habilidade dos atores principais — os políticos-influencers —, mas pela cumplicidade silenciosa de quem continua comprando ingressos.
Afinal, questionar o teatro é fácil; mais difícil é aceitar que, fora dele, a realidade exige Protagonistas — não Espectadores.
