Prefiro a Verdade
Algumas pessoas não perguntam porque são covardes e têm medo da verdade..
Preferem o silêncio porque sabem que a resposta pode destruir a fantasia que sustentam.
Outras não perguntam porque são trouxas e acham que já conhecem a verdade.
Confundem amor com posse e confiança com certeza absoluta.
Tem gente que chama de julgamento aquilo que a Bíblia chama de verdade.
Quem prefere agradar pessoas nunca será aprovado por Deus.
O mundo está superpovoado por aqueles que preferem o conforto fétido da falsidade à verdade cortante que, embora liberte, gera incômodo.
Entre apoderar-me da Verdade para julgar alguém, prefiro togar-me da Justiça Poética para julgar os que o julgam.
Talvez porque a Verdade — essa palavra tão invocada — raramente chega pura às mãos humanas.
Quase sempre, ela vem filtrada por convicções, interesses, ressentimentos ou paixões mal resolvidas.
E, quando alguém acredita possuir a Verdade absoluta, o julgamento deixa de ser um exercício de consciência para se transformar num espetáculo de vaidade moral.
A Justiça Poética, por outro lado, não se preocupa em parecer infalível.
Ela apenas observa, com a paciência do tempo, como cada gesto humano acaba escrevendo a própria sentença.
Quem julga com excesso costuma revelar mais de si do que daquele que está sendo julgado.
No tribunal silencioso da vida, o eco das palavras denuncia as intenções que tentavam se esconder atrás delas.
Há uma estranha pressa em condenar.
Como se apontar o erro alheio fosse uma forma rápida de limpar a própria biografia.
Mas a experiência ensina que os dedos que se erguem para acusar, quase sempre ignoram o espelho que os acompanha.
Por isso, em vez de disputar a posse da Verdade — como se ela fosse um troféu moral — prefiro assistir ao lento trabalho da coerência e das contradições humanas.
A Justiça Poética tem um modo curioso de agir: ela não grita, não se apressa e não faz discursos inflamados.
Apenas permite que cada um seja, com o tempo certo, revelado pelas próprias atitudes.
E, no fim das contas, quase sempre descobrimos que julgar os juízes é menos sobre condená-los… e mais sobre lembrar que ninguém deveria ocupar o tribunal da consciência humana sem antes revisitar, em silêncio, o próprio banco dos réus.
Prefiro ouvir os que duvidaram aos que aceitaram tudo como verdade sem questionar. Quem questiona aprende mais e melhor.
“Prefiro me machucar do que conviver com falsidade. Me magoe com a verdade, mas não me faça feliz com a mentira.”
A verdade dói!
As pessoas preferem viver sendo enganadas e assim o círculo vicioso se forma: um engana o outro e todos vivem numa mentira em “harmonia”.
Não entro em joguinhos... Prefiro ser sincera, direta, de verdade! Não dou espaço para a concorrência, porque isso para mim é medíocre. Eu faço o meu e já está bom! Eu me amo, me respeito e acima de tudo, me aceito exatamente como eu sou... E sei quem eu sou, de onde vim e onde eu quero chegar... Influências externas não tem poder sobre mim! Agora, se mesmo assim, sou alvo de cabecinhas vazias que, mesmo sem me conhecer, querem me fazer mal, eu só faço uma coisa para essas pessoas... Eu não faço NADA que já é MUITO!!!
