Prefiro
Minha grande esperança é ver você cuspindo "não quero sair de turma, prefiro nós dois"
(Vem calar a minha boca)
Eu prefiro ser uma flor entre os espinhos.. dar o melhor de mim nas horas difíceis e abrir minha boca só quando preciso for falar. Ser motivo de alegria e não de dor. Uma brisa suave e não uma tempestade.
Recuperei minha vida mas meu coração prefiro deixar em tuas mãos. Ressuscitei meus sorrisos e saiba que você, é o motivos dos meus melhores. Agora será que você tem a dimensão da sua importância em minha nova vida?
Prefiro o estado de espírito que se assemelha ao girassol que busca o brilho do sol do que a incerteza da próxima hora sem a luz da alegria.
Mantenho a cautela, pois o excesso de luz pode, também, cegar.
Prefiro ter apenas dois ou três amigos verdadeiros ao meu lado, do que uma multidão atrás de mim, apenas por interesse.
Minha intensidade não permite que eu seja metade. Prefiro assim. Sofrer por ansiedade, morrer de saudade, sentir de verdade.
Eu prefiro pensar do que sentir!
Quando eu penso eu racionalizo, a frieza me toma e a verdade de um bem maior me domina!
Quando eu sinto sou tolo, impulsivo, erro, choro...
Pena que sou humano e nem sempre posso decidir se sinto ou se penso
Prefiro me refazer,trocar de casca,mudar a cor,me livrar da dor.
À perder o riso,á perder o viço e deixar secar meu gosto pela vida.
A vida é assim ou você se nutre do que é bom ou se definha pelo que não vale a pena.
Ouso-me a aventurar por caminhos desconhecidos porque prefiro conviver com as incertezas e em paralelo a remedição das mesmas; do que viver a extrema calmaria da comodidade e segurança. Só assim consigo me sentir vivo.
"Eu até poderia simplesmente dizer que te amo, mas prefiro dizer que você é o verso que falta no meu poema,a melodia que meu silêncio sempre buscou."
Prefiro a lembrança amarga, mas verdadeira de um amor real, do que viver na alegria mentirosa da paixão surreal.
Quanto à preferência, prefiro flores em dias comuns, beijos a qualquer hora, bilhetes escritos em guardanapos de papel, após longas conversas, entre um gole e outro, um belisco e outro, numa mesa de bar. Prefiro os abraços apertados durante a caminhada, aqueles que ainda nos surpreendem, e jamais perdem o seu valor, mesmo depois de muito tempo. Prefiro dias sem planos, conversas sem contexto, finais de semana sem data e hora. Prefiro a simplicidade das coisas, diante da complexidade da vida.
