Prefiro
E dai se eu gosto das coisas mais simples da vida, se rejeito manual de instruções, se prefiro a praticidade, se não gosto das coisas mais complexas, a vida é simples não precisa de ensaios e nem complicações para se viver, o simples me agrada, me atrai, um Sorriso Simples, um Amor Simples, um Abraço Simples, Sem complexidade apenas Viver e ser Feliz com Simplicidade.
Viver é difícil demais pra mim, por isso que eu prefiro sonhar, é mais fácil e você se decepciona menos.
Por acaso, você acredita no acaso ?
Eu prefiro acreditar que eu faço o meu acaso da maneira que me convém, e acabo tendo um acaso irônico diferente de todos os outros, diferente do que todas as outras pessoas tem. Colho o que planto!
Eu faço meu acaso deixando as pessoas entrarem na minha vida, nem todas, claro !
É preciso ser digno para me ter por perto...
As deixo, se me identificar com elas, portanto, ficam. Mas não por acaso, se eu não as quiser por perto eu as tiro, e tirar pessoas da própria vida nunca foi o acaso de ninguém. E assim eu também não permaneço no acaso, tudo tem um motivo, e o meu propósito é não acreditar que acaso existe, porque no fundo ele não te protege de nada e por isso você precisa se manter atento !
Prefiro passar pelo pior caminho e chegar ao outro lado como um vitorioso, do que passar pelo caminho mais fácil e chegar como mais um.
Dizem que eu escrevo demais.
Penso demais.
Mas prefiro assim.
Porque se eu fala-se mais.
Erraria mais do que o meu normal.
As pessoas se orgulham das coisas que sabem, isso é repulsivo prefiro sentir vergonha de tudo o que não sei...
Sei ser remédio, mas prefiro ser veneno. Remédio cura, mas depois é descartado. Prefiro ser o vício.
Ao invés de passar tardes com “amigos” que nas dificuldades viram as costas para mim, prefiro passar a tarde com meu cachorro. Pois ele sim, é meu amigo, na alegria e na tristeza, e sempre quando preciso, ele mesmo sem dizer nenhuma palavra, consegue me fazer sorrir.
Eu prefiro sofrer algum tempo com a vergonha de me expôr a passar a vida inteira suportando o peso de uma máscara.
Não, não é alguém para chamar de meu, mas alguém para chamar de nós. Detesto o possessivo e prefiro bem mais o coletivo
