Prefiro
Eu não quero depender das pessoas pra ser feliz. Prefiro conquistar meus próprios sorrisos, é menos desgastante.
Eu prefiro viver a minha vida na linha tênue entre a razão e a loucura, pois talvez assim a vida se torne interessante
Votando nulo, sei que não altero o resultado nas urnas, mas prefiro manter a minha opinião, em vez de vendê-la ao jogo do “menos pior”. Votem em quem quiser, mas tenham alguma convicção, pelo menos. Caso contrário, por que os políticos se esforçariam para melhorar, se sabem que o eleitor se contenta com o “menos pior”?
Dizer que algo é bonito, é algo tão subjetivo
que prefiro crer que a beleza está nos olhos de quem vê.
E também, nos de quem ama.
NÃO ACEITO MENTIRAS, prefiro que me ofenda com a VERDADE a tentar me ganhar com a FALSIDADE.
Antonio R Fedossi – escritor- Editorainteracao.com.br
prefiro o sucesso desprovido de fama
prefiro o descanso ao conforto da cama
prefiro a obra que a eternidade ecoa
que a manchete simplória que o efêmero entoa
Prefiro convencer do que ser convencida. A persuasão é uma bela arte, muitas vezes confundida com a manipulação. Entre uma e outra, cada um lança mão daquela que mais se assemelha ao seu coração.
Prefiro um degrau de cada vez, sem ter que usar pessoas como escada para chegar ao topo da montanha.
Prefiro errar,para um dia não achar que sempre estive certo, e o tempo passar, passar e saber que sempre permaneci no erro.
Prefiro viver outra realidade, prefiro ser velho sendo adolescente.
Prefiro viver minha vida de ilusão no tempo que não existe mais, só assim posso tentar enxergar o mundo da forma que ele deveria ser. 12/Fevereiro/2014.
Pedro Callou.
Da minha parte, tendo vivido ilusões e desilusões, prefiro as últimas. Elas me salvaram de vexames profundos, me tiraram de enganos demorados, me abriram portas que eu desconhecia e me puseram no caminho certo. Tem sido assim com todos que eu conheço. Os mais tristes, os mais dignos de piedade, são os que se agarram a ilusões que todos em volta reconhecem, menos eles. A esses faz falta uma desilusão. Uma boa bofetada – pleft! – que os devolva de volta à vida.
