Preço
"Ser escudo para o inocente exige a coragem de ser vidraça para o injusto. É um preço alto que o caráter paga para manter a consciência em paz."
O preço de abandonar os princípios cristãos não é perder algo material, mas perder a paz da consciência, a comunhão com Deus e, aos poucos, tornar-se alguém que um dia acreditou nunca ser
Eu sei que o sangue foi derramado e o preço foi pago. Por isso, quero uma vida de verdade — e consumir o meu próprio assombro.
Quem nunca teve algo especial não sente falta dele. A saudade é o preço que pagamos por ter sido felizes.
Quando parte do povo tenta relativizar, a qualquer preço, a depredação cometida por adultos — e, em simultâneo, condena os protestos de estudantes, jovens e adolescentes — fica evidente que a metástase que assola nosso país não apodrece somente o Estado.
Talvez não exista caos comparável àquele que se instala na mente humana.
O simples fato de alguém aplaudir tamanha truculência já deveria constranger o caráter dos que se autoproclamam cidadãos de bem.
É um mau-caratismo sem precedentes: o mesmo “cidadão de bem” que se infla de certezas para absolver adultos que não sabem o que fazem, tentar condenar estudantes.
Um trisal tão nefasto — entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado — só poderia parir tamanha aberração.
Pagamos um preço muito alto por arriscarmos algumas vezes, mas o que será da nossa vida se não arriscarmos? Nunca saberemos ao certo o que nos aguarda futuramente, mas se ficarmos presos ao nossos medos, chegaremos lá com a mesma certeza, a de que nada mudamos!
Existe um preço muito alto a se pagar no que chamamos de "sucesso" e esse preço não estou disposto a pagar.
