Preciso te ver todos os Dias
Deus tornou-se tão precioso para mim que o mundo, com todos os seus prazeres, tornou-se infinitamente vil.
Estava eu no facebook,lendo meus posts,todos depressivos,ao me deparar com três dicas para uma morte mais rapida,onde dizia...
Quer morrer mais rapido?
Fume 1 cigarro por dia,e você vivera menos 10 anos.
Beba um copo de alcoll por dia,e você vivera menos 20 anos.
Ame alguem que não lhe ama,e você morrera todo dia.
Ja morri a muito tempo,desde então fico me perguntando,porque estender meu sofrimento?
Se minha alma ja esta morta.
Conflitos internos,falta de coragem,o que prende nosso corpo a esta selva terrena,chamada de vida?
Eu não sei,mas a cada segundo que sofro,o suiçidio me fica mais atraente...
Para todos que se separaram
A separação é algo muito triste, quando dizemos que a sua dor se compara ao luto não exageramos. Ela não separa só o casal, os filhos, a família em si, mas parte o indivíduo em muitos pedaços e passamos a sentir as dores dessa divisão física, psicológica e espiritual.
Separar é desistir de coisas, de planos, de sonhos. É abrir mão daquilo que lutamos por tantos anos para conseguir, é descobrir que os nossos alicerces estavam fundamentados em algo artificial, quase inexistentes. Na verdade as coisas não são bem assim, mas o olhar de quem se separa é assim.
O ex nos soa tão estranho, ele já não é mais aquela pessoa que dormia ao nosso lado ou é e só percebemos agora com a distância.
Somos violentados todos os dias pela pessoa que deveria nos amar mais que tudo, nós mesmos. Nos cobramos a todo momento coisas absurdas: sorria mais, seja mais cortês, seja gentil e delicada, quando o nosso desejo sincero é matar ou morrer.
Tudo dói, acordar dói, olhar para os filhos dói, pensar no ex dói, os finais de semana dói...
Separar é um recomeço e recomeçar dói muito. É como um salto para o inexistente, o vazio. Achar o chão da nossa vida individual é complicado e quando o achamos inicia-se um novo processo: o de se buscar.
Quem sou eu? Antes esposa, mãe, amante, amiga, companheira, doméstica, babá, secretária, protetora... E agora? Nos sentimos um nada e por incrível que pareça, sentimos muito, e nos perdemos nesse mar de sentimentos confusos.
Aquele diploma na parede de que tanto nos orgulhávamos não tem valor algum, aquele trabalho incrível que passamos anos galgando já não vale nada, aquela viagem para o exterior que passamos noites em claro planejando o roteiro perdeu a graça, aquele sofá caríssimo que ocupa nossa sala de estar é apenas um sofá.
A separação não faz distinção de pessoas, ela dói em todos os corações, desde o barraco até as mansões, ela é fiel e democrática quando o assunto é dividir as dores.
Minha mãe sempre me dizia: - Tempo.
E eu enlouquecia pois esse tempo nunca chegava, mas ele chegou.
Eu encontrei o fim dessa queda, sinto que cheguei aqui me arrastando, toda quebrada, mas com um desejo enorme de recomeçar.
Demorei a entender que o fim de um ciclo não é o fim de uma vida, mas precisei desse tempo. Não adiantavam minhas amigas ficarem me dizendo como eu deveria me portar ou sentir, a dor foi necessária, o sentir foi fundamental para alcançar a linha de chegada ou seria a linha de partida?
Realmente, separação é um momento de grande transição. É onde todos os problemas vêm a tona e temos por obrigação olhá-los de frente e resolvê-los. É um momento de refino, onde separamos o pior e o melhor de nós mesmos, é o instante de nos encarar com seriedade e pensar sinceramente se gostamos daquilo que vemos.
Mas já aviso, cuidado!
Depois de tantos atropelos, de tanto choro, de tantas dores, de perguntas sem respostas você não morre, só corre o sério risco de sair dessa situação outra pessoa, mais forte, mais plena, mais corajosa e mais feliz. Portanto, se respeite.
Parabéns para todas as mulheres do mundo! Feliz Dia da Mulher para você que tanto faz para todos nós no dia a dia e nem sempre é reconhecida ou valorizada como deveria!
Agora eu e você temos, espero, esta vantagem sobre todos esses espertos novos filósofos: nós não somos loucos.
É um vício comum a todos os homens, o não se importar-se com a tempestade no perdurar da bonança.
(O Príncipe - Cap. XXIV, Pág. 119[2])
Feliz Dia das Crianças para nossos pequenos e para todos aqueles que, apesar de adultos, não perderam a essência, a pureza e a esperança que toda criança naturalmente tem.
Todos os erros humanos são fruto da impaciência, interrupção prematura de um processo ordenado, obstáculo artificial levantado ao redor de uma realidade artificial.
Eu me sinto uma pessoa solitária...
uma pessoa vazia…
é como se todos que estão ao meu redor...
simplesmente não estivessem ali.
Eu não estou mesmo aberta a todos. As pessoas se esquecem de que ninguém é obrigado a gostar de todo mundo. Existe uma coisa chamada pele, e é isso que faz com que determinada pessoa se aproxime ou se afaste de outra. E eu estou interessada em pouca gente. Mas uma coisa é certa: se eu gostar de uma pessoa, eu morro por ela; agora, se eu não gostar, eu mato.
Nós somos todos loucos, toda esta raça maldita. Estamos envolvidos em ilusões, delírios, confusões, estamos todos loucos e em confinamento solitário.
A dificuldade em agradar a todos
Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos.
Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre
a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.
Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento.
O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.
"Pobre criança!", exclamou um passante, "suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento.
Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria,
ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr.
O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela.
Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer:
Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.
Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas.
Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais!
O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã.
Pobre criatura! "Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram.
Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer:
Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim!
Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?
O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho.
"Independente do que fazemos", disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação.
Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto".
Há vários caminhos até a montanha, todos levando para o mesmo lugar, de modo que não importa o caminho que você vai tomar.
O único perdendo tempo é aquele que corre ao redor da montanha, apontando a todos que o caminho deste ou desta pessoa é errado.
Não há vício que se não esconda atrás de boas razões; a princípio, todos são aparentemente modestos e aceitáveis, só que pouco a pouco vão-se expandindo. Não conseguirás pôr fim a um vício se deixares que ele se instale. Toda a paixão é ligeira de início; depois vai-se intensificando, e à medida que progride vai ganhando forças. É mais difícil libertarmo-nos de uma paixão do que impedir-lhe o acesso. Ninguém ignora que todas as paixões decorrem de uma tendência, por assim dizer, natural. A natureza confiou-nos a tarefa de cuidar de nós próprios, mas, se formos demasiado complacentes, o que era tendência torna-se vício.
Jardim interior
Todos os jardins deviam ser fechados,
com altos muros de um cinza muito pálido,
onde uma fonte
pudesse cantar
sozinha
entre o vermelho dos cravos.
O que mata um jardim não é mesmo
alguma ausência
nem o abandono...
O que mata um jardim é esse olhar vazio
de quem por eles passa indiferente.
Todos devem deixar algo para trás quando morrem, dizia meu avô. Um filho, um livro, um quadro, uma casa ou parede construída, um par de sapatos. Ou um jardim. Algo que sua mão tenha tocado de algum modo, para que sua alma tenha para onde ir quando você morrer. E quando as pessoas olharem para aquela árvore ou aquela flor que você plantou, você estará ali. Não importa o que você faça, dizia ele, desde que você transforme alguma coisa, do jeito que era antes de você tocá-la, em algo que é como você depois que suas mãos passaram por ela. A diferença entre o homem que apenas apara gramados e um verdadeiro jardineiro está no toque, dizia ele. O aparador de grama podia muito bem não ter estado ali; o jardineiro estará lá durante uma vida inteira.
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