Preciso e Gosto de Intensidade

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⁠A data de nascimento de uma Mãe acontece nove meses antes do nascimento do seu primeiro filho ou filha.

Inserida por Valdecir

⁠O sentimento maternal humano se expressa racional e instintivamente e perdura além da vida terrena. O sentimento maternal animal se expressa instintivamente e limita-se a alimentação e proteção da cria enquanto indefesa.

Inserida por Valdecir

⁠Nossa vida na Terra é como uma viagem, sem data marcada para o retorno e que não podemos levar nenhuma bagagem material

Inserida por Valdecir

⁠A rede social é democrática. Aceita qualquer publicação pouco importando se é uma orientação útil ou a propagação da falsidade ou mentira, deixando a responsabilidade a cargo de seus autores.

Inserida por Valdecir

⁠Atribuímos as nossas tentações à "fraqueza da carne", como se a carne tivesse vontade própria. A carne é matéria e a matéria não prevalece sobre o espírito.

Inserida por Valdecir

⁠⁠Mãe! Muitas Mães recebem o mesmo tratamento dedicado a Deus, ou seja: desrespeito, descaso, ingratidão e esquecimento.

Inserida por Valdecir

⁠Amigo nem sempre é aquele que enxuga as suas lágrimas ou compadece de sua dor, mas aquele que alegra com o seu sucesso.

Inserida por Valdecir

⁠A mais autêntica demonstração de amizade não é quando alguém se compadece com a sua derrota, mas quando se alegra com a sua vitória.

Inserida por Valdecir

Interpretando as palavras do Cristo: A Terra é uma das moradas da Casa do Pai.

Inserida por Valdecir

Tempo eterno é tempo infinito, mas tem o além e o além do além. Nenhum cientista foi até o além, quanto menos no além do além. Para mim, tudo o que nasce é nativo, isto é, natal.

O PRIMEIRO BEIJO


O beijo é uma isca
Experimente-o ligeiro,
Como quem belisca,
Se arrepia o corpo inteiro
Ou se sai apenas faísca
O momento é prazenteiro.
Depois, pode seguir á risca:
Ninguém quer só o primeiro,
Quer experimentar tudo... Por inteiro.

"Você se desvaloriza tanto, tanto que você topa qualquer coisa..."

APRENDIZADO PELA DOR

Não se cobra, não se exige qualquer tipo de sentimento.
A Vida já me vinha ministrando esse ensinamento.
Todavia, não fui bom discípulo,
Repeti a lição, mais que o triplo.
E a Mestra de todos os viventes
É especialista em didática,
Para cada discípulo, coloca um método em prática.
Para os discípulos várias vezes repetentes,
Ela usa o método “chorar e ranger os dentes.”
Nunca exigi amor de uma mulher
Ou de outra pessoa qualquer;
O mais nobre dos sentimentos
Não é para um Ser pobre de sentimentos.
Mas, quando, a alguém dedicava amizade,
Exigia retorno na mesma intensidade.
Tive de perder boas amizades,
Afastar de mim, pessoas especiais de verdade,
Para aprender que não se exige sentimentos,
Nenhum tipo de sentimento;
Eles são livres como o vento,
Que “sopra onde quer.”
Tão grande foi a dor que senti,
Na última lição que vivi:
Valeu-me como Exame Final;
Agora é Saber indelével em meu cabedal

SER INEXPLICÁVEL

Sou como sou, porque,
um pouco:
A Vida me lapidou.
Um pouco:
Meu sangue herdou.
Um pouco:
O meio, a época marcou.
Um pouco:
A evolução se realizou.
Um pouco:
É o que se estagnou.
Um pouco:
Nunca se explicou.
Um pouco:
Minha livre escolha optou.
Falou, falou,...
E nada explicou.
Afinal, por que sou
O que sou?
Por que sou
como sou?

O VALOR DA AMIZADE

Rejeita-se a amizade de um cão?
De um pobre coitado que lhe oferta a mais pura dedicação?
Pois então, imagina como fica um humano coração,
Se alguém lhe dispensa a amizade carinhosamente ofertada,
Como se os mais puros sentimentos fossem nada.
Entendam, agora, o porquê da negra sombra
Que caiu sobre mim, tornando meu semblante pesado,
Apagando o brilho que em meus olhos era notado,
Transformando meus lábios em pedra,
Que não riem, pois só a tristeza medra.
Pessoas rudes, presas à satisfação imediata dos sentidos,
Bradam: Tudo isso por uma amizade? Duvido!
- Isso é amor não correspondido.
Por fim, o bronco terá pronunciado, despercebido,
Uma grande verdade.
Pois, o amor de uma amizade tem a essência da fraternidade,
Nobre sentimento, com o qual Jesus
Determinado e corajoso submeteu-se à cruz,
Por amor fraterno à ingrata humanidade.
Mas ainda é rara exceção,
Aquele cuja humana condição
Diferencia o que vem da alma,
Do que é apenas sensualidade.
Ó Deus, permita-me usar mais a razão,
Pois estou à mercê do meu coração,
Que, ferido, precisa de paz e calma.

CALMA AÍ!

Vivi até hoje
Com sofreguidão
Agora a vida
Me impõe lentidão
Vivi até hoje
Com avidez
Agora as coisas
Vão de vagar
Uma de cada vez.

“VOCÊ É COMO EU SONHAVA”

Depois que te conheci,
Parece que todos os poemas
Que escrevi
Foram escritos para ti!
Depois que te conheci,
Todos os olhos que vi,
Esqueci!
Só tenho olhos para ti!

DESENCANTO
Meu quarto outrora,
Habitava sonhos encantados – hoje,
Pesadelos (sombras de sonhos não realizados)
São meus anfitriões, aguardando-me
No limiar do meu sono de desencanto.
Meus pensamentos, que outrora
Deslizavam audazes e intrépidos
Através de minha boca,
Hoje se recolhem e só viajam
Por suas confidentes estradas secretas.
O que me constitui transformou-se
Numa silenciosa montanha
Aguardando a passagem do tempo,
Na certeza de que forças ocultas corroem-lhe a base,
Preparando-lhe a queda final.
O que guardo de belo em mim
São flores de cacto na aridez
Do deserto em que me tornei,
Castigado por “fenômenos climáticos”
Das minhas experiências de vida.
O que ainda me alenta
É a possibilidade de ter sido inventado,
E vivido e sofrido e usado,
Por um engenhoso e mágico inventor
Que saiba e queira e recicle
Os farrapos que sobraram de mim,
Quiçá até queira dar brilho novo
À luz que outrora
Fulgurava em meus olhos

EVOCAÇÃO

Vem a mim, ó alegria!
Quero escrever-te em poesia.
Vem a mim, ó felicidade!
A tristeza já vai tarde.
Vem a mim, ó otimismo!
Dei um basta no velho pessimismo.
Vem a mim, ó esperança!
Quero fazer-te música para dança.
Vem a mim, ó fé!
Viver na dúvida não dá pé.