Preciso e Gosto de Intensidade
A Vida, que é Luz, nasce da Escuridão e corre pelo Abismo em direção ao Vazio. Haverá alguma coisa para além do Vazio? Quem de fato poderá dizer? Não há nada mais? Quem de fato saberá?
Imersa em vidas fakes, a maioria da humanidade já se encontra em um avançado estágio de putrefação mental, moral e espiritual.
Tal como os Dinossauros, um dia a humanidade será varrida da face do Universo e ninguém na imensidão inalcançável sentirá a sua falta.
A humanidade se acha grande coisa. Os dinossauros eram gigantescos e bastou uma pedra para eles serem varridos da face da Terra.
-I-
Onde a sua mente estiver, ali você estará,com tudo o que faz você ser o que é, os seus deuses e demônios, ainda que seja em algum lugar impossível e incógnito, numa dimensão incerta, na Incomensurabilidade Cósmica.
"A maioria da humanidade está podre de mente, alma e coração. Sem chance de salvação, nem com cachaça, nem com IA, nem com exploração espacial, colonização/invasão de outros mundos, nem com oração, nem com o diabo a quatro. Mas, nunca foi assim? Essa podridão?".
A Vida é um processo complexo contínuo de criação, destruição, reconstrução e ressignificação, em toda parte, em todos os Universos e mundos possíveis na Incomensurabilidade Cósmica.
A origem de toda a corrupção e hediondez humana, na sociedade fake, está no apego doentio às coisas materiais. E é esse apego doentio que levará a humanidade ao suicídio global, à extinção ou, na hipótese mais otimista possível, de volta à Idade da Pedra.
A cada momento vivido, nos movemos pelo tempo e para além dele. Passado, presente e futuro estão conectados assim como 'o tudo de todos entre si e ao grande todo, o Grande Cosmos'.
Salvo raríssimas exceções, o que são as escolas e as universidades, senão prisões da criatividade, campos de extermínio de talentos, masmorras da genialidade, cemitérios de mentes?
A guerra contra a desinformação é uma guerra tão perdida quanto a guerra contra a corrupção sistêmica e a guerra às drogas.
Sabe, eu não gosto
De ler pedaços de livros
De ver pedaços de filmes
Pedaços são destroços
E de destroços
Já basta a minha alma
Ou eu sou oito
Ou eu sou oitenta
E de pessoas meio-termo
Conheço mais de noventa
Se for para estragar
A minha ''calmaria''
A porta da rua, meu bem
Será a tua serventia.
(...) E assim eu sou.
Não gosto de andar em círculos, passando sempre pelo mesmo território e voltando para os mesmos problemas, as mesmas frustrações, os mesmos erros e mesmas limitações. Não quero me tornar calejada, endurecida de coração, amarga, implacável e ansiosa, impaciente, desesperada e indócil. Não quero acabar tendo uma atitude negativa diante da vida. Quero romper qualquer círculo vicioso de derrotismo, de padrões de comportamento e hábitos, e ser capaz de ir além de mim mesma, minhas limitações e condições. Quero ser mais que uma sobrevivente. Não quero ser só fechada, sem conteúdo. Só perfeição, sem nenhum amor. Só julgamento, sem misericórdia. Só autoconfiança, sem nenhuma humildade. Só palavras, e nenhuma lágrima. Só vida, sem poder e sem consentimento, e nenhuma esperança de verdadeira transformação. E, sem transformação, como posso algum dia ultrapassar minhas limitações e ser instrumento de Deus para alcançar o mundo ao meu redor? E é isso que significa viver de verdade! Quero ser vencedora! Quero estar ligada àquilo que Deus está fazendo aqui na Terra de forma a dar frutos ao Seu reino. Quero abundância de amor e bênçãos de Deus. Quero o pacote completo! Tudo o que Deus tem para mim. No entanto, e apesar de tudo, tenho consciência de que jamais serei capaz de alcançar essa qualidade de vida fora do poder dEle, e só conseguirei se orar muito!
