Preciso e Gosto de Intensidade
Nosso recurso mais precioso é o tempo. Não o desperdice com dúvidas e medos. Viva a sua vida. Apodere-se dela e a aproveite intensamente.
Não existe uma única pessoa por aí que não tenha vontade de fazer mais, de ser mais, de viver mais. Todos nós temos.
Todos os dias, todo esse tempo, ele olhava pra mim com um amor que eu nunca senti antes. E o amor muda você.
Nomes são indicações de quem nós somos. Quando conjurados, eles criam uma medida de familiaridade. Quando seu nome é falado, uma espécie de intimidade é criada. Você não é mais um estranho ou colega de trabalho. Agora você é um conhecido com várias outras possibilidades.
O passado já passou, não se prenda a ele.
Viva o presente, foque no hoje... Sempre!
Amanhã ainda não chegou, portanto ainda não existe.
AUTOESTIMA
Primeiro de tudo, se aceite como é. Isso é se respeitar!
Respeite a sua dor, respeite seus defeitos, respeite suas fraquezas, respeite sua história de vida e nunca se compare aos outros.
Se olhe no espelho e aceite o que vê. Isso é amor!
Vocé é único(a) e não existe outro(a) igual, pois somos semelhantes.
Se ame, se respeite e se valorize, hoje e sempre!
*Alma Quimera**
Um corpo apaixonado se revela,
*Desnuda o tempo* — tudo nela é gelo
e chama. Transe de espera singela:
do encontro íntimo de dois desvelos.
Um toque. Um sopro. Beijo que desvela
na pele o instante que o desejo anseia:
alma quimera, razão que se dobra
*à dualidade da carne que arde e voa.*
Sou orvalho noturno em teu verão,
lágrima doce em pele salgada de mar.
Chora teu corpo o hino da paixão,
enquanto a alma dança no luar.
*No espelho d’água, alegra-te, quimera:*
confia nos beijos que o tempo acelera.
Conduze-me no rio dos teus anseios,
*onde o feito eterno-se em nossos veios.*
Diálogo -
Ricardo Maria Louro:
- A Vida é um intervalo
entre uma Vida e outra Vida!
Entre de onde vimos
para onde vamos! ...
Celeste Rodrigues:
- Quero lá saber
de onde venho
e para onde vou!
Interessa-me apenas
onde estou e como estou! ...
Ricardo Maria Louro:
- Sofre-se menos, realmente!
Mas não haveria Poetas ...
(No Café/Restaurante Monte Novo
no Campo de Santana em Lisboa)
De verdade, ao passo que quase nada permanece tal como na sua originalidade, tudo se torna não verdadeiro como sua primeira versão, às vezes, não por melhoramento da versão que segue a atualização do mundo veloz da atualidade, mas sim, por intenções estruturais de um sistema.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
