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Precisamos ser Fortes

Cerca de 175253 frases e pensamentos: Precisamos ser Fortes

⁠"O homem que não consegue ser o cabeça de um relacionamento,será inevitavelmente a cauda".

⁠Nunca implore por uma amizade

Nunca se convide sem ser chamado

Nunca clame por atenção

Nunca espere ser tratado como trata

Nunca faça nada só pra agradar alguém

Nunca espere retorno das boas ações

Nunca deixe de orar

⁠O ser humano é muito imediatista, ele quer tudo para ontem, muita coisa para hoje e quase nada para amanhã.

"Seja bom, mas quem é bom esperando ser amado, vira utilidade."

Aforismo duro: um dos piores problemas humanos é a covardia! Ela não deixa de ser uma forma disfarçada de egoísmo!

A premiação mais importante que um ser humano pode ter, é acordar o corpo e despertar a consciência em um novo dia.

Ser humano faz parte da terra
E ela sabe
Quando ele gosta dela.

É preciso ser dragão para sobreviver em um ninho de cobras.

Somos o que Damos e o que Recebemos

A psicologia nos ensina que o ser humano é resultado das interações que vive.
Somos o que recebemos, o que damos e o que cultivamos. Cada palavra, gesto e emoção trocada com o mundo constrói, aos poucos, quem somos por dentro. Quando dizemos “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite”, quando oferecemos um abraço, um sorriso ou um “eu te amo”, estamos alimentando não só o outro, mas também nosso próprio cérebro, que reconhece esses atos como sinais de conexão, segurança e amor.

Mas, quando deixamos de fazer isso, algo silencioso acontece: o cérebro entende que não é mais necessário expressar afeto.
E, com o tempo, o costume se apaga. A sensibilidade adormece.
A emoção se distancia.
É o que a psicologia chama de extinção comportamental com dessensibilização afetiva — um processo em que, ao deixarmos de praticar gestos e palavras positivas, o cérebro desativa circuitos ligados à empatia e ao carinho. Assim, sem perceber, deixamos de sentir com a mesma profundidade e passamos a reagir com frieza.

A Bíblia fala exatamente sobre isso. Em Mateus 24:12, está escrito: “E por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.”
Esse “esfriar” é o mesmo que a ciência hoje descreve como perda da sensibilidade emocional. Em Provérbios 4:23, Deus aconselha: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.”
Guardar o coração é manter viva a capacidade de sentir.
E Gálatas 6:9 nos lembra: “Não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.”
Ou seja, o amor só permanece aceso quando é praticado, mesmo quando não há resposta imediata.

Outras tradições espirituais também reconhecem isso.
O budismo ensina que toda energia precisa circular. Quando paramos de demonstrar amor e compaixão, nosso prana — a energia vital — se enfraquece, e a alma se desconecta da vida.
O espiritismo explica que o amor é o combustível da evolução.
Quando deixamos de exercê-lo, endurecemos moralmente e retardamos nosso crescimento espiritual.
Na filosofia humanista, pensadores como Carl Rogers e Viktor Frankl afirmam que o ser humano encontra sentido nas relações e na empatia; perder a capacidade de amar é perder o próprio propósito de existir.

Mesmo a neurociência espiritual confirma: atos de bondade, gratidão e afeto ativam áreas do cérebro associadas à felicidade e reduzem o estresse. Quando não praticamos essas ações, as conexões neuronais responsáveis por sentimentos positivos enfraquecem, e o cérebro “aprende” a viver no modo neutro — um estado de sobrevivência sem brilho.

O coração humano funciona como um jardim: se deixamos de regar, as flores murcham.
As palavras gentis, os gestos de amor e a presença sincera são a água que mantém vivas as raízes da alma.
Quando nos afastamos de quem nos inspira, de quem incentiva nossa essência, começamos a nos perder.
E se a distância e o silêncio persistem, chega um ponto em que nem nos reconhecemos mais — porque tudo o que deixamos de praticar morre em nós.

Por isso, é essencial nutrir o bem, mesmo quando o mundo parece frio.
Dizer “bom dia”, “eu te amo”, “estou com você”.
Pequenos gestos que mantêm a alma viva e ensinam o cérebro a continuar acreditando na beleza de sentir.
Somos um conjunto de interações — biológicas, emocionais e espirituais — e cada escolha reforça a direção da nossa evolução.

Guarde o coração.
Cuide da mente.
Cerque-se de pessoas que despertem o seu melhor.
Porque o amor, quando deixado de lado, não morre de repente — ele adormece aos poucos, até que só a fé e o esforço consciente podem despertá-lo novamente.



Tudo o que deixamos de praticar, se perde em nós.
Mas tudo o que cultivamos com amor, floresce eternamente.

Há em cada ser humano um mecanismo interno, quase sempre silencioso, que tenta orientar nossas escolhas. Chamamos isso de consciência. Muitos imaginam que ela funciona como uma estrela polar constante, infalível, autossuficiente. Mas não é assim. A consciência é um instrumento sensível, influenciável pelo meio, pelos hábitos e, sobretudo, pelas ideias às quais decidimos dar autoridade.


Paulo é um exemplo claro. Não lhe faltavam convicção ou disciplina; faltavam-lhe mapas adequados. Ele caminhava com segurança por caminhos errados, não por negligência, mas porque sua bússola moral havia sido calibrada por informações imprecisas. Somente quando uma luz maior confrontou seu modo de ver o mundo sua orientação interna pôde ser corrigida.


O mesmo ocorre conosco. Vivemos cercados por opiniões, ruídos e costumes que se impõem com a força da repetição. A consciência, submetida a isso continuamente, pode perder a precisão. Aquilo que fere passa a parecer normal; aquilo que é erro se confunde com tradição; aquilo que obscurece se disfarça de clareza. E, quando a consciência finalmente adormece, o erro deixa de incomodar não porque se tornou certo, mas porque deixamos de percebê-lo.


Por isso, não busco apenas a aprovação imediata ou a moral variável do momento. Essas coisas mudam depressa demais para servir de referência confiável. Procuro, antes, alinhar minha consciência com aquilo que não se altera o permanente, o que merece ser chamado de verdadeiro por resistir ao tempo e às circunstâncias.


Se minha consciência puder ser afinada por essa luz constante, então ela poderá funcionar como deve: um instrumento claro, um fio íntegro, um espelho que reflete sem distorcer. E assim viverei não segundo o bem que invento, mas segundo o bem que é o único capaz de orientar, de fato, quem deseja caminhar sem se perder.

Durante muito tempo, confundi autonomia com soberba.
Acreditei que ser livre significava não ouvir, não considerar, não ponderar.
A ilusão do controle absoluto é sedutora — e cara.


Com o tempo, a mente amadurece e passa a reconhecer padrões.
Percebe que grande parte do sofrimento não nasce do acaso,
mas da repetição de decisões mal avaliadas.
Não foi o mundo que feriu — foi a insistência.


A maturidade não apaga os erros; ela os decodifica.
E ao compreendê-los, surge algo raro: responsabilidade sem culpa
e mudança sem arrogância.


Então fica claro que paz não é fraqueza,
é eficiência emocional.
E que conselhos não são imposições,
são dados coletados pela experiência alheia.


Ignorá-los é possível.
Aprender com eles é inteligência.

Há uma coragem silenciosa em quem decide exercer o direito de ser feia.
Feia aos olhos de quem mede a beleza com régua curta,
feia para os padrões apressados que querem moldar todos os rostos.
Mas há uma poesia rara nessa escolha:
a de existir sem pedir licença,
de caminhar sem carregar o peso de agradar.
Porque, no fundo, a verdadeira beleza
é essa ousadia tranquila de simplesmente ser.

O que temos à direita?


A formação clássica e obrigatória do ser humano nunca esteve tão exposta como nos últimos anos. Mesmo que, por tradição histórica entre pais e filhos, ou melhor, pela escolarização formal, percebemos discursos de direita sem fundamentação histórica.
Um idealismo imposto, alimentado pela condução do outro. Outro que acumula bens enquanto defende corruptos e marginalizados.
É lamentável ver pessoas sem aprofundamento intelectual submeterem-se a defender aqueles que estão no topo do lucro, apenas por discursarem de forma bonita, mas sem argumentos lógicos e fundamentados.
É preocupante notar a ignorância e a persistência em não compreender que, mesmo servindo a uma espécie de escravidão doutrinária, muitos dependem das políticas públicas associadas à esquerda.
Buscam e cobram seus direitos, mas acabam por cuspir no prato do qual se alimentam.

Percebe-se que, após a morte, certos nomes deixam de ser pronunciados com frequência.
Não morre apenas a pessoa, o nome também se silencia.

A vida é tão breve que, como se costuma dizer, não há tempo sequer para ler todos os livros que se ama.

A ausência não está apenas no vazio deixado, mas nos gestos interrompidos, nas palavras que já não são ditas, nos rituais simples que desaparecem com quem partiu.

Um corpo nunca é apenas um corpo.
Ele carrega uma história inteira: sentimentos, marcas, traumas, resistências.
É memória viva! E, ao final, também é o lugar onde a morte se manifesta.

Vida, vida, vida,
desague.
Eu, que sou mar.
Sempre sem lar.
Tu, longe de ser,
tenta aprisionar-me
Não és lar.

Minha casa é longe,
foge ao tempo.
Já tu, impermanente.
Fujo de ti.
Abraçarei outra, perfeitamente.
Seu nome, naturalmente, é morte.

Ó destruidora, tu és meu lar?
Verbalizei a ti,
(abraço) morri.
Morte, morte, morte,
queime.
Eu, lenha da verdade.
Ó segredo que sangra a vaidade.

“Ser”

A chorar,
fujo do meio para me dar.

A sorrir,
rumo às águas para sumir.

Afogar,
subo ao céu para encontrar.

Ardo a ir,
para que a alma possa dormir.

Custo a crer, mas vejo a verdade:
Ação finita às palavras infinitas.
Sonhar, acordo.
Idealizar, entendo.
O choro finda o isolamento.

O amor é mais importante que certas conquistas. Ser amado é a maior de todas elas.

O poeta é um ser múltiplo,
amorfo como a névoa
antes de ganhar forma no horizonte.


Vive em permanente desintegração,
como estrela antiga
que se desfaz em luz.


E, no entanto,
recompõe-se em silêncio
num outro organismo,


um corpo de palavras
que respira além da carne,
um corpo poético
que transcende
a breve matéria do seu criador.


✍©️@MiriamDaCosta

+1 Dia 🩵🦋
Mais um dia de céu azul para ser livre


Há dias em que o mundo pesa…
em que os pensamentos parecem mais altos do que a própria voz,
e o silêncio diz mais do que mil palavras.


Mas cada amanhecer traz uma oportunidade invisível:
mais um dia para recomeçar.


Mais um dia para corrigir o que ontem não foi perfeito,
mais um dia para aprender com as quedas,
mais um dia para ser luz num mundo que muitas vezes prefere a escuridão.


Quem olha para cima não é porque fugiu da realidade,
é porque decidiu não ficar preso ao chão das limitações.


Às vezes tudo o que precisamos
não é de uma vida nova…
mas apenas de mais um dia para sermos quem realmente somos.


Porque quando o coração escolhe continuar,
até uma simples borboleta lembra-nos
que a transformação é possível.

Amor de Lareira:

Eu sei o que é amar
Eu sei o quão bom é amar
Amei muito mais do que um ser
Chovia
Senti que a angústia me transformava em ácaro
Mas quando senti o amor, tudo foi como lareira

Quando apareceu vossa pintura
O infinito se formou
A felicidade virou palavra-cruzada
Amor de lareira
Circulando dois cantos meus
Rondando mais dois cantos meus
E me cercando em dois elementos
Água e fogo
Na lareira e aquecedor, a relação de um casal