Povo
Terra alegre, acolhedora
Filha do Sol do Equador
Tem belezas naturais
Um povo cheio de amor
A graça jovial que te recobre
És linda de perto, encanta de longe
Nunca mudaste, tu és nordestina
Minha amada Teresina
Com nome de imperatriz
Os meus olhos atentos
Permanecem em Ti
Cidade verde contente
Brindando cajuína
Orgulho de ser teresinense
Nós povo angolano, continuaremos a ser um povo especial, enquanto formos ignorantes e conformados com a má governação implementada no país por políticos sem escrúpulos.
Quando o povo perceber que a Governação participativa, não significa que o Estado deva subvencionar bens de primeira linha para o seu bem-estar, o País conhecerá progresso.
O subdesenvolvimento de um País, reflete bem ou mal o tipo de povo e de governo que cada Pátria tem.
O crescimento financeiro dos Estados depende do sentimento de progresso que o povo expressa, pois, sem atitude a degradação social é uma certeza.
A certeza de que um povo terá um amanhã próspero, passa por acreditar que a determinação no trabalho e o comprometimento no pagamento das suas obrigações fiscais são a base para o desenvolvimento social e econômico do seu Estado.
A África não gera riqueza para o seu povo, porque olha para o ocidente como um espelho sem reflexo, onde admira a beleza ocidental e não alcança o seu próprio potencial.
Um sábio não confunde a miséria do povo com a má governação, pois, cada indivíduo na sociedade é parte do seu bom ou mau governo.
Em tempo de eleições o povo se torna ouro, após o pleito eleitoral, o povo se torna prata e durante a governação do eleito, em algumas ocasiões o povo se transforma em bronze ou até mesmo ferro.
As boas obras feitas por um grande Governo, não podem ser alvos de agradecimento do povo; pois, o povo tem o dever patriótico de pagar as suas obrigações fiscais e o Governo, por sua vez, tem a obrigação de gerar melhores condições de vida para a população.
Para um povo sem condições a melhor via para sorrir é ter um prato de comida à mesa e, não desenvolver o meio em que habita.
Quando um povo confessa os seus pecados aos políticos ao invés de fazê-lo a um sacerdote é porque a sociedade há muito deixou de distiguir que instituição está vocacionada para gerir os seus problemas políticos e sociais e, qual está vocacionada a atender os seus assuntos espirituais.
O normal na vida de um povo é lutar para que a sua Nação prospere, mas, em Nações cujo povo não sabe para quê que vive, luta-se apenas para que as mesas conheçam o pão nosso de cada dia.
A solução para que um povo tenha prosperidade, passa por conhecermos as potencialidades de cada um dos membros da sociedade em que estejamos inseridos.
Em política a razão nem sempre é usada, usa-se mais a lógica da problematização das aflições do povo do que a lógica da resolução concreta dos seus anseios.
A democracia é a alavanca do progresso, por meio da qual, o povo participa na vida política e social do País.
O povo democraticamente livre, exige melhoria das condições sociais para o seu Estado, mas, deve participar na definição de programas exequíveis, que visam alcançar o progresso sócio-econômico da NAÇÃO.
As Nações pobres são o resultado evidente da inação do seu povo, pois, a prosperidade dos Estados não depende apenas dos seus bons governos, depende de igual modo do tipo de povo que detém.
Os Orçamentos dos Estados devem refletir a satisfação das necessidades do povo, quando isso não acontece, os mesmos não passam de meros rascunhos contabilísticos.
As regras orçamentais devem reflectir as soluções para os problemas do povo e não sustentar o desejo de beneficiar os intentos daqueles, para quem o povo nem sequer existe.
