Pouco
A doação a alguém necessitado é o ato de se entregar e levar um pouco do que a vida lhe dá. A doação é sublime! Não julga e alivia o que oprime.
Quem doa, sorri com a alma, acalma a dor, eleva o amor, resgata vidas, transforma a si, e as pessoas;
Quem doa tem seu verdadeiro valor; é um ser especial, aprende que na vida a doação é constante e um ato essencial.
Seja leve, esvazie o que te pesa, valorize o que te alegra, fale pouco o que te afeta, sinta forte o que te move, silencie o que te desgasta e agradeça o bom que te acontece.
Que hoje o dia seja
surpreendente!
Não pelos fatos externos, mas pela capacidade de reinventar-se, de ser melhor que ontem!
De ter esperança e Fé em você mesmo, de se olhar no espelho e ver que você pode muito mais, de ir além dos teus próprios medos e inseguranças!
Faça valer a pena cada segundo do seu dia
Olhe para você de dentro para fora!
Que esse olhar, tanto para você mesmo quanto para os outros, seja sem julgamentos, pois a essência não se pode ver, apenas sentir!
“O vento do tempo pode até baixar a chama, mas basta um pouco de calor para que ela reacenda na mesma altura”
Dê atenção a solidão, por mais que não receba nada além do silêncio! um pouco a só ajuda no autoconhecimento.
Hoje, a saudade bateu forte e doeu um pouco. O meu desejo era que você estivesse aqui, comigo. A sua falta fez-se sentir em cada instante deste dia.
Bom dia!
E aqui estamos nós mais um dia que Deus nos dá para com ele aprendemos um pouco mais. Tenha um lindo dia florido com muitas possibilidades de bênçãos e vitórias. Feliz quinta-feira 🍀 ☺️
"Muita maquiagem no rosto e pouco suor no caminho, quem pisa nos outros por vaidade, acaba morrendo sozinho."
É muito Feno para tão pouco sal...
Talvez seja melhor temperar com uma boa pá de cal.
Haja sal para a quantidade assustadora de Feno necessário...
Quando a desproporção chega a esse ponto, já não se trata mais de tempero, mas de engano.
Talvez seja mesmo melhor recorrer a uma pá de cal, não para enterrar expectativas, mas para sepultar de vez as ilusões que insistimos em alimentar.
Porque certas mesas, por mais que pareçam fartas, só servem palha; e certos banquetes, por mais barulho que façam, não sustentam ninguém.
No fim, a verdadeira sabedoria está em abandonar o que só ocupa espaço e buscar o que, ainda que pouco, de fato, nos alimente.
O gosto do medo: no hospital, onde quase tudo é pouco, o que sobra é o paladar da alma tentando resistir.
Talvez, se o medo tivesse gosto — doce ou salgado — ninguém se recuperasse dentro de uma unidade hospitalar.
Pois ele seria servido em pequenas doses, mas, com efeito, prolongado, impregnando até o paladar da alma.
Ali, onde quase tudo é pouco.
Pouco tempero na comida, pouca luz nas madrugadas intermináveis, pouca cor nos quartos e corredores que parecem sempre iguais…
Poucas palavras que confortam de verdade, pouca fé que não vacila, pouca esperança que não se cansa, pouca paciência para o tempo que insiste em se arrastar.
O que quase sempre sobra é muito medo.
Medo silencioso, aquele que não grita, mas pesa.
Medo que se senta ao lado da cama, observa os monitores e faz perguntas que quase ninguém se atreve a responder.
E ainda assim, é nesse cenário de escassez que alguns aprendem a respirar e resistir.
Porque, quando tudo falta, o pouco que resta — um gesto, um olhar, uma prece sussurrada — ganha um valor imenso.
Talvez seja assim que o medo não vence: não por desaparecer, mas por dividir espaço com aquilo que, mesmo raro, insiste em subsistir.
Sempre que a saudade desiste de fingir costume e me abraça um pouco mais apertado, o que me consola é a gratidão e a certeza do azar de ter tido tanta sorte.
