Pouco
"O tempo, pouco a pouco, se encarrega de colocar as pessoas em seus devidos lugares, mas se você quiser agilizar o processo, mande algumas delas pra casa do caralh##."
A vida no crime não compensa; dinheiro fácil é ilusão, é melhor viver com pouco do que morrer e não aproveitar nada 😔.
Não gosto de ser pouco; sou tudo o que sou. É quase um insulto não ser inteira. Se eu não sou eu, quem será?
Mãos vazias
Quando se perde dinheiro perdemos pouco
Quando se perde um amigo perdemos um pouco mais
Quando se perde a fé e a esperança ai sim podemos dizer que realmente perdemos tudo que um dia pensamos ter em nossas mãos.
Dê atenção a solidão, por mais que não receba nada além do silêncio! um pouco a só ajuda no autoconhecimento.
Bom dia!
E aqui estamos nós mais um dia que Deus nos dá para com ele aprendemos um pouco mais. Tenha um lindo dia florido com muitas possibilidades de bênçãos e vitórias. Feliz quinta-feira 🍀 ☺️
A morte não rouba ninguém
Nildinha Freitas
Um dia, quem sabe, eu saiba mais um pouco sobre esse processo que leva a morte a me alcançar. Uma corrida insana que parece que eu nunca vou ganhar. Mas o que é vencer, afinal? O que é morrer, senão continuar depois e depois?
A vida, essa que tanto estimo e à qual me apego, é um caminho que começa e nunca termina. Só muda o cenário, feito filme. Mas quem continua, protagonista da própria história, sou eu.
Não se iluda por qualquer coisa que te chama, meu bem, pois todo cuidado é pouco para não se iludir de novo!
Sempre há alguém que precise de um pouco de atenção para serenar o coração,alguém que note que ela existe,sempre há alguém que precise que notem sua presença,você não sabe o quanto uma palavra pode salvar e acender aquela chaminha de fé que estar quase se apagando e é nessas horas que alguém precisa de um bom amigo para conversar e saber que tem alguém ouvindo o grito de socorro que ecoa na sua alma.
- Pensava q andar de skate faria eu esquecer um pouco vc! Mas Pqp... Sinceramente, pensar em vc andando de skate é melhor ainda.
Entre Nós e o Tempo
O tempo passou…
e não passou leve.
Passou pesado,
arrastando aos poucos
tudo aquilo que um dia fomos.
Trouxe a distância —
não só dos corpos,
mas das almas.
A tristeza de deitar ao lado
e ainda assim sentir falta.
A dor de estender a mão
e tocar apenas o vazio.
Trouxe diferenças
que cresceram como muros silenciosos.
Palavras que já não encontram abrigo,
sentimentos que falam sozinhos.
E a indiferença…
ah, a indiferença é a mais cruel.
Ela não grita,
não quebra nada —
ela apaga.
Apaga o brilho do olhar,
apaga o cuidado,
apaga o “eu te vejo”.
A falta de afago machuca.
Machuca porque o corpo lembra
do carinho que existia.
Machuca porque o coração
ainda espera o abraço
que já não vem.
O que era riso virou silêncio.
O que era conversa virou obrigação.
O que era amor virou hábito.
Já não somos encontro de almas —
somos rotina compartilhada.
Somos dois caminhos
que insistem em andar lado a lado
mesmo sabendo
que já não se cruzam por dentro.
E existe uma tristeza funda,
daquelas que não fazem barulho,
mas pesam no peito.
A tristeza de saber
que ainda estamos aqui…
mas já não estamos um no outro.
E dói.
Dói porque foi verdadeiro.
Dói porque um dia foi amor —
e hoje é apenas permanência.
Não sou simpatizante da mesmice, embora, seja obrigada a conviver com ela. Ponho um pouco de entusíasmo na rotina e vou enfeitando os meus dias comuns.
Interessante como para algumas pessoas o conceito de muito ou pouco varia a depender de quem seja o beneficiário.
