Posias de Amor Querido
Sinto sua falta todas as noites,ao abrir meus olhos começo a lacrimejar de emoção pois finalmente estou acordado e vivo para vê lá mais uma dia só que as vezes essas lágrimas são de desespero por poder ser um dia que eu possa te perder ou me afastar cada vez mais de você mesmo que eu lute contra esse medo vozes em minha cabeça falam para eu recuar a cada passo que dou ao ao seu lado elas falam para eu me a fastar da chama que a em voce eles dizem que ira me machucar "nao chegue muito perto da chama se afaste o quanto antes da queimadura que ira te marcar"'. Meu coração é de ferro fundido não existiria problemas de encostar sua chama ardente mesmo tendo a possibilidade de me machucar contra essas vozes eu pretendo lutar
Embora o bullying seja um fenômeno antigo, sua notoriedade e alcance aumentaram significativamente com as tecnologias de comunicação e mídias sociais, ampliando sua magnitude e visibilidade, antes confinadas a círculos mais restritos.
Para o católico, o trabalho era visto como um castigo resultante do pecado original ao consumir o fruto proibido, enquanto o lucro excessivo e a usura eram considerados pecados.
Já para o protestante, o trabalho era considerado um meio de prosperidade, enfatizando o foco no indivíduo, na busca pelo autoaperfeiçoamento e na meritocracia.
Existem diferentes maneiras de exercer poder sobre os indivíduos.
A tentação usa algo desejável para influenciar. Por outro lado, a sedução emprega adulação e elogios, ressaltando qualidades positivas. A intimidação, por sua vez, utiliza ameaças para coagir. A provocação desencadeia uma resposta ao apresentar uma imagem negativa.
Existem diversas formas de influenciar as pessoas, como concordar com o outro, apoiar suas opiniões e repetir suas palavras. É comum também utilizar testemunhos de terceiros para respaldar um serviço ou produto. A validação social, ilustrada pela expressão "todo mundo frequenta aquele barzinho", explora o desejo humano de seguir o comportamento de outros.
Por fim, declarações que instigam uma resposta imediata, como "esta é a última unidade disponível na loja", estimulam uma ação rápida, aproveitando o medo de perder uma oportunidade valiosa.
Em vez de coagir, ordenar, disciplinar ou reprimir, a nova ordem se baseia em "agradar e impressionar".
A economia consumista está repleta de ofertas comerciais atrativas, enquanto o cotidiano é dominado pelo imperativo de capturar desejos, prazeres, atenção e afetos.
Esse fenômeno levou a uma individualização exacerbada das relações interpessoais, uma maneira extrema de influenciar o comportamento e governar os indivíduos, refletindo uma representação extrema do poder nas sociedades democráticas liberais.
Temos o hábito de usar construções impessoais, como "a sociedade", "o governo" e "o país", em vez de assumirmos a responsabilidade compartilhada.
Essa prática sugere uma tentativa de evitar assumir o encargo por ações ou eventos específicos, tornando-os mais genéricos e distantes, e, consequentemente, diluindo o senso de responsabilidade coletiva e individual.
Nota-se que os partidos políticos, na dinâmica atual, focam seus esforços principalmente na mobilização eleitoral, negligenciando a promoção de uma consciência coletiva nacional e a construção de um projeto de nação coeso e abrangente.
A política de combate ao racismo que adotamos pode ser comparada a um curativo: uma solução que, embora alivie temporariamente os sintomas visíveis, não enfrenta as profundas e arraigadas questões subjacentes à discriminação racial.
Dentre as políticas implementadas em nosso país, poucas alcançaram resultados tão significativos na redução das disparidades sociais quanto as cotas raciais.
No entanto, é importante destacar que essas medidas também enfrentam considerável contestação e resistência de diversos setores da sociedade.
As políticas de cotas sociais, que beneficiam estudantes brancos de origem socioeconômica desfavorecida, representam, de certa forma, um desdobramento da luta histórica por igualdade racial.
No instante do sufrágio, todos os cidadãos brasileiros, independentemente de sua posição socioeconômica, desfrutam de igualdade de direitos.
O voto não conhece distinção de peso ou valor, sendo uma expressão fundamental da democracia, onde cada indivíduo tem a mesma capacidade de influenciar o processo político.
As gerações posteriores aos imigrantes europeus, que outrora favoreceram uma intervenção estatal robusta, agora advogam pela redução mínima do papel do Estado.
Além disso, boa parte desses descendentes manifesta uma oposição significativa às políticas de ação afirmativa, que anteriormente beneficiaram seus antepassados.
É prudente traçarmos perspectivas sem exagerada idealização, já que a propensão ao desvio é inerente à natureza humana.
O conceito do "pacto da branquitude" carrega consigo um dos fundamentos do racismo: a premissa de uma cor "normal" e "universal" - a branca.
Essa ideologia atravessa gerações e impede qualquer tentativa significativa de mudança na estrutura hierárquica das relações sociais. Dentro desse pacto de cumplicidade, os detentores do poder permanecem firmes até serem substituídos por pessoas de características semelhantes.
Apenas a diversidade na aparência não basta; é fundamental que as maiorias minorizadas também alcancem posições de impacto e influência.
Ter uma variedade de rostos na tela da televisão pode sugerir "representação", mas é apenas quando essas mesmas pessoas têm voz ativa na tomada de decisões que verdadeiramente promovemos a "verdadeira representatividade", assegurando a inclusão de múltiplas perspectivas.
Portanto, é fundamental que indivíduos diversos assumam cargos de poder e liderança, onde poderão influenciar e moldar políticas que afetam suas comunidades, impulsionando, assim, uma sociedade mais justa e inclusiva.
O racismo não se limita a ofensas verbais; é um sistema estrutural que suprime os direitos de grupos étnico-raciais, permeando instituições, práticas sociais e relações interpessoais.
É inapropriado proferir insultos como 'palmito', 'albino' ou 'branco encardido'; tais ofensas são desagradáveis e inaceitáveis.
No entanto, o verdadeiro racismo vai além dessas manifestações superficiais, sendo profundamente enraizado na dinâmica de poder, onde a comunidade negra não possui predominância nas esferas de influência."
É perigoso escrever
É perigoso escrever
Pois posso dizer ao mundo
O que sinto por você.
É perigoso escrever
São muitos sentimentos escritos
Que o mundo jamais iria entender.
É perigoso escrever
Minhas lágrimas mancharam a folha
E eu jamais iria esquecer.
É perigoso escrever
Pois as vezes não sei expressar
O que meu coração tem a dizer.
É perigoso escrever
Pois tudo o que escrevo
Muitas vezes seus olhos não conseguem ver.
Alexandre C.
Poeta de Libra
