Frases sobre portas
Uma porta fechada talvez esteja nos conduzindo ao nosso destino. Muitas situações que hoje nos frustram, em alguns anos será o motivo de nossa gratidão.
De repente você aparece nos meus pensamentos,
Sem bater na porta, sem nenhum argumento.
Bateu uma vontade louca de te ver,
Uma saudade incondicional de você.
O coração reconhece antes da razão,
Teu nome ecoa forte dentro do meu chão.
Quando a noite cai e o silêncio insiste,
É você que surge, mesmo quando não existe.
Eu tento fugir, mas não dá pra negar,
Tem lembrança que nasce só pra ficar.
Você aparece de repente na minha vida,
Sem pedir licença, invade sem despedida.
Vem sem promessa, sem compromisso,
Mas bagunça tudo com um simples sorriso.
Mulher extrovertida, riso que contagia,
É saudade misturada com vontade todo dia.
Não é amor assumido nem história pra contar,
É só esse desejo teimoso de te procurar.
Entre o querer e o não poder, eu fico assim,
Vivendo você longe, mas perto de mim.
Se eu fecho os olhos, quase posso sentir,
Teu jeito leve de me provocar e sorrir.
É saudade que não pede explicação,
Só chega, senta e aperta o coração.
Você aparece de repente na minha vida,
Sem pedir licença, invade sem despedida.
Vem sem promessa, sem compromisso,
Mas bagunça tudo com um simples sorriso.
Mulher extrovertida, riso que contagia,
É saudade misturada com vontade todo dia.
Se for pra sumir, some de vez então,
Mas não aparece assim, não.
Porque toda vez que você vem,
Leva um pedaço de mim também.
Quando o Amor bater na sua porta
"Se num dia frio o amor bater na minha porta, estarei preparado para receber e viver sem medo de ser feliz. Com um sorriso no rosto e o coração aquecido, abrirei a porta para os momentos simples e inesquecíveis. Que cada abraço seja um cobertor e que cada palavra sussurrada seja a chama que mantém aceso o fogo da paixão. A felicidade é feita de pequenos gestos, e estou pronto para vivê-la intensamente.
WHO CARES
Isso me bate à porta, mas quem se importa?
Quero um pedaço, mas de pizza ou de torta?
Quem se importa?
Informa, se torna aplausível, quem se importa saber o porquê está neste plano passageiro, onde os que não se importam vivem com medo, mas guardam isso embaixo de uma falsa coragem, um segredo, mas eu percebo, pois são alheios e estão ao seu meio, pois no meu não mais convivo, e é vivo, gostava da novela do Francisco, também do velho Chico, falei em Chico? Lembra do Xavier? Que escrevia e nem lia, mas sorria sem poder enxergar, mas pode ver um mundo ao qual nós, seres imundos vive a se limpar, e não vai adiantar, pode esfregar, esfregar e esfregar... quem vai se importar?
Tem pessoas que nem sabem de onde vem o azul do mar, e diz que conhece e isso me entristece, porque é tudo mentira, falar que conhece o mar, não basta ter ido lá, mas entender que ele não tem medidas, medidas essas que foram feitas sem pressa pela alma mais linda, e quem vai se importar, vai me procurar, porque está difícil encontrar almas lindas...
Seja bem-vinda, mesmo que não compreendida saiba que para os que são luz, a mão está sempre estendida, mesmo que não compreendida e entendida estará sempre.... É um paralelo, mas gosto de deixar completo para até os que não entendem entender de forma entendida... Então que todos aprendam a viver, pois fácil é viver... Difícil é não ter vida!
Bateria viciada
aos poucos a minha bateria se esgota
com os anos a alegria sai pela porta
as vezes dormindo na sala de aula
recebendo indiretas sobre cabeça abaixada
não sei porque, mas minha cabeça está pesada
sinto como se nada fizesse sentido
sinto como de o mundo tivesse se extinguido
sinto como se estivesse do lado de fora
de uma tela pixelada, falando, não sai nada
os dias antes cada vez mais lentos
e ao relento me sento, esperando a rotina mudar
Quando a porta da liberdade em Cristo se abre, não hesite em sair da prisão do medo e da dúvida. Não permita que a covardia te mantenha acuado; agarre a oportunidade de ser livre e viver a plenitude que Deus te oferece.
Agradeça sempre, pelo pouco
e pelo muito, pelo sim e pelo
não, pela porta que abriu e pela
que se fechou.
Nem tudo a gente entende,
mas a Espiritualidade Divina entende cada detalhe.
As vezes, o futuro bate a porta.
E nós nós perguntamos: o que que eu fiz para merecer isso?
Então, você se dá conta de que nada é como o esperado.
Por que cada coisa, possuí sua essência e nós não podemos mudar a natureza das coisas.
O Ciclo de um Rio pode ser mudado, mas o rio, não deixa de ser o que é por isso.
Muros onde antes havia jardins
Eu aprendi cedo a abrir a porta sem perguntar o nome, a oferecer água antes de saber a sede, a confiar como quem acredita que o mundo responde à altura do gesto e foi assim que me feriram: não pela força, mas pelo acesso. Gente que entrou com discurso de luz e saiu levando todo o trabalho construído em conjunto, gente que vestiu a palavra “evolução” enquanto usava o esforço alheio como escada, gente que confundiu minha generosidade com permissão, minha escuta com ingenuidade, minha visão com território livre. Doeu mais porque não veio de inimigos, mas de afetos: mãos que eu segurava, ideias que compartilhei, sonhos que tratei como comuns. Há em mim uma constituição feita de entrega, de leitura profunda do outro, de desejo sincero de construir junto e é exatamente isso que me expõe. Carrego no peito um coração que não sabe operar na lógica da suspeita, mas agora pulsa em estado de alerta, cansado de aprender pela fratura. Não é que eu tenha perdido a fé nas pessoas; é que a dor ensinou limites à minha confiança, levantou muros onde antes havia jardins. Ainda assim, sigo tentando decifrar como proteger o que sou sem me tornar dura, como honrar minha essência sem continuar sangrando, como transformar essas traições em fronteiras conscientes e não para fechar o mundo, mas para, enfim, escolher melhor quem pode atravessar.
"Precisamos deixar a escuridão para trás e abrir a porta que nos conduz à luz -aquela capaz de reacender os sonhos que um dia deixamos adormecer, abafados pelas sombras silenciosas dos nossos próprios medos."
"Sempre existe uma saída. Nenhuma porta permanece fechada para sempre. Tudo acontece para que você enxergue o que sua alma já grita: é hora de seguir o caminho que é seu."
O Amor não foi feito para se desperdiçar.
Então, vou bater na sua porta, te convidar pra dançar...
Olhar para o céu, ver as estrelas...
Você também é uma, e das mais belas.
Não vá dormir, não se apague, não.
Não quero perdê-la.
Uma porta consegue portar muitas outras, por isto existe porta-fotografia, porta-relógio entre outras.
Na velocidade do dia, temos a consequência de tudo.
se uma porta se fecha,
É sábio que o vento corra por entre as frestas
e no curso do dia uma boa nova nos traga.
Depois de algumas escolhas
Nada é tão certo quanto a folha que resseca e cai
todos os dias.
Primeiro dia do último mês, dezembro sempre abre a porta de um jeito diferente.
O amanhecer parece sussurrar que tudo se renova, inclusive eu. Enquanto dirijo, olho pra frente e deixo a estrada me lembrar que o futuro é movimento. No retrovisor fica o que já me ensinou, no presente fica o que já me sustenta, e lá na frente, fica tranquilo que ainda não sei, mas que escolho esperar com fé, visão e gratidão. que dezembro mantenha esse mistério no ar, passado aceito, presente vivido, futuro chegando.
Silêncio que Respeita
Eu não gritei,
não traí,
não escondi meu coração atrás de portas fechadas.
Eu só pedi confiança.
Mas às vezes
quem já carrega medo
escuta culpa
até no que é verdade.
Eu me expliquei
como quem estende as mãos vazias,
mostrando:
“Olha, não tem nada aqui
além de sentimento.”
E mesmo assim
fui julgada
como se amar fosse crime
e transparência, suspeita.
Então hoje
eu escolho o silêncio.
Não o silêncio de quem desiste,
mas o de quem se respeita.
Porque amor não é tribunal.
Não é interrogatório.
Não é sentença dada no calor do ciúme.
Se ele quiser ficar,
que venha com calma.
Que venha com maturidade.
Que venha com confiança.
E se não vier…
que o meu coração aprenda
que não se perde
quem nunca soube confiar.
Eu não sou erro.
Eu não sou ameaça.
Eu não sou culpa.
Eu sou alguém
que só queria ser acreditada. 🤍
Sentir teu cheiro
é como abrir a porta de um jardim secreto
onde cada flor sussurra teu nome
e o vento me devolve teus gemidos imaginados
em silêncio contido no peito.
Tua presença —
tão simples e tão inteira —
acende luzes onde antes havia espera,
faz meu coração bater descompassado
e meus olhos se renderem à tua forma
como se contemplassem o milagre da carne viva.
Quando te toco,
o mundo encolhe ao tamanho da nossa pele.
Meus dedos aprendem teus caminhos,
descobrem curvas, calor, promessa.
É a certeza quente
de que o tempo foi cúmplice,
guardando o melhor para esse instante
em que teu corpo responde ao meu
como chama que reconhece outra chama.
Quero estar contigo
como se o ar dependesse do teu suspiro,
como se minha própria existência
fosse esse desejo que pulsa
entre o toque e a espera,
entre o arrepio e o beijo que antecede
o inevitável encontro dos nossos corpos.
(Marcos Braga - para musa inspiradora Silvia Zorrila)
A Sentença
Este não é um poema.
É o meu último relato antes de atravessar a porta do júri.
Antes de entrar em uma audiência, eu acreditava que tudo ali dentro era quase uma “mil maravilhas”. Eu imaginava técnica, ordem, respostas. Mas a realidade surpreende — e assusta. Logo nas primeiras audiências, sentado em silêncio, ouvindo relatos que não cabem em atas, percebi a quantidade de crimes, de histórias quebradas, de vidas atravessadas pela dor que passam por aquele espaço. E nenhuma delas sai ilesa.
O ser humano não é algo simples. Eu aprendi isso ali, observando pessoas que, fora daquele ambiente, poderiam estar numa fila de mercado ou sentadas à mesa de casa. Ele não foi feito para existir sozinho, mas como um conjunto, uma união que, em teoria, jamais deveria se separar. Ainda assim, é justamente nessa fragilidade — nessa dependência do outro — que surgem os conflitos mais profundos.
Um crime, quando acontece, é imprevisível. Nem sempre nasce de grandes planos ou intenções claras. Às vezes, começa pequeno demais para ser percebido: uma mensagem lida fora de hora, uma palavra atravessada, um silêncio mal interpretado. Para alguém, aquilo já é suficiente para acionar o ódio, a violência, o crime. O que parece insignificante para quem observa de fora pode ser insuportável para quem vive por dentro.
O ser humano tem o dom da discórdia. Fala o que vem, sem medir consequências. E quando percebe o efeito da própria palavra, muitas vezes já é tarde. O que para uns é irrelevante, para outros atinge em cheio. É nesse choque de percepções que nasce a brecha — uma brecha concreta, real — que rompe o indivíduo e o coloca em conflito direto com a sociedade.
Agora, diante do júri, tudo se reduz ao essencial. Já não importam discursos longos nem teorias distantes. O ser humano carrega em si uma fratura permanente: o desejo de pertencer e a incapacidade de suportar o outro. Dentro dessa fissura nascem o medo, a raiva e o impulso que antecede o ato. Não é o crime que chega primeiro, é o colapso interno — silencioso, gradual, muitas vezes invisível.
Cada consciência que entra naquele plenário trava uma guerra silenciosa entre aquilo que sabe ser justo e aquilo que não consegue controlar. Cruzo essa porta consciente de que a justiça verdadeira não começa no veredito. Ela começa no instante em que o ser humano tem coragem de encarar as próprias sombras — e admitir que, sem esse confronto íntimo, toda sentença é incompleta.
