Porque você Mentiu pra Mim
Respeito apenas as minhas próprias vontades, não as vontades dos outros sobre mim. Isso não é egoísmo; egoísmo é quando os outros tentam me obrigar a fazer o que eu não quero.
Não aceito fazer nada que, no fundo, eu não tenha vontade de fazer.
Não aceito trabalhar no que não gosto; aceito trabalhar no que eu adoro.
Não aceito viver de um jeito que não quero; aceito viver do jeito que escolho para mim.
Não aceito ser alguém apenas para agradar os outros; aceito ser sincero, sendo eu mesmo.
Não aceito esperar pelo tempo dos outros; aceito viver no meu próprio tempo.
Não aceito me prender ao superficial; aceito viver de acordo com minha própria essência.
Não aceito deixar de viver; aceito viver completamente.
Porque, no final, a única vida que realmente importa é a que eu escolho para mim. E viver de acordo com o que sou é o maior ato de respeito que posso ter para com minha própria existência.
Os outros não podem viver minha vida por mim, então eu escolho viver pra mim, e não pelos outros. Mas, de certa forma, ao viver pra mim, acabo impactando e vivendo também para os outros — não porque quero ou escolho isso diretamente, mas porque é assim que a vida funciona. Quando eu vivo pra mim mesmo, minhas escolhas, ações e existência acabam se refletindo no mundo ao meu redor. É uma consequência natural de viver verdadeiramente para si.
Para mim, o necessário é aquilo que eu mesmo faço, aquilo que eu preciso para fazer e aquilo que eu preciso para sobreviver; mais que isso é exagero, posse, ganância.
Quando minha razão evita sentir o amor que está dentro de mim, no centro do meu peito, o que acontece é que esse sentimento não expresso se transforma em algo negativo, como angústia, vazio, tristeza, ódio, agonia, frustração, entre outros.
Eu não preciso ter medo nem tentar evitar esse amor que está dentro de mim. O que eu realmente preciso fazer é permitir que esse amor flua, me entregar a ele e aceitar esse sentimento puro, vivo, completo e cheio de amor que existe no meu peito. Quando faço isso, permito que o amor preencha meu ser, e assim, ele desfaz as emoções negativas, trazendo mais paz e equilíbrio para minha vida.
Quando você se foi, uma parte de mim se foi com você. Espero que você cuide bem dessa parte, porque ela me faz muita falta. A mesma falta que sinto de todas emoções que eu tinha quando você estava por perto.
Meu bem, peço desculpas por não ter sido tão presente na sua vida. Por todas as vezes que eu pude estar ao seu lado, mas por algum motivo, decidi estar longe. Por todas as vezes que priorizei outras pessoas. Hoje eu posso perceber que eu sempre deveria ter deixado você em primeiro lugar. Eu tento me perdoar, pois sei que você gostaria que eu seguisse em frente. Mas alguns dias ainda são mais difíceis. A vida passa rápido e nosso tempo juntos nesse plano foi curto, mas, agradeço por todas as memórias lindas que me deixou. Esteja em paz, meu bem. Espero sonhar com você mais vezes, meu anjinho querido.
Eu sei que os sentimentos que você tem em relação a mim
são belos e puros
cheios de inocência e verdade
mas ao mesmo tempo
eu jamais poderem lhe corresponder
Não porque não te acho bom o suficiente
ou acredito quer você não seja merecedor do amor verdadeiro
mas é que no fundo, você criou expectativas sobre mim
que não fazem parte do que sou
que existem apenas na sua mente e no seu coração
eu não posso lhe salvar do seu próprio desespero
da sua vontade de ser amado hoje e sempre
reconheço a sua bondade e a sua boa vontade de me fazer bem
e de todo coração, desejo que seja feliz
mas eu não serei a pessoa
que vai trazer aquilo que espera da vida
e quero te deixar livre para que possa quem sabe
ser amado ou por outro alguém
qualquer outro alguém,
que não seja a projeção que criou de mim.
Garota, você é tanta coisa boa para mim, que nem mil campos de flores com todas as suas benfeitorias se
Igualariam.
Você me faz passar o tempo sem vê-lo passar.
Só não fuja de mim...
Quando eu me aproximar,
depois de criar coragem
e falar do nada,
mesmo sem sentido algum...
Não precisa me responder.
Pode fingir que não me ouviu,
pode se calar
para não me magoar...
Com palavras
não pensadas,
ditas da boca para fora,
jamais do coração,
que saem como defesa.
Defende-se de um sentimento
que é cura,
não tormento.
Pode ficar quieto, parado,
e até me ignorar,
mesmo que eu não saiba o porquê:
se é amor, desejo ou desprezo...
Já não me importa tanto.
Posso até me enganar,
sem conhecer o real motivo.
Apenas fique.
E não fuja de mim!
A minha verdade
Enquanto houver verdade,
haverá em mim
um grito que não se cala.
Pois aqui habita
uma sabedoria única,
um sentimento inigualável.
Onde a destreza
provoca incertezas
e busca, no íntimo, a soberba.
O que se quer
é o que se vê,
não se inventa.
Apenas se compreende,
de certa maneira,
e não se explica.
A vida insiste
e, por ora,
é o que chega.
Nem há busca,
nem desespero;
por vezes, apenas exagero.
Ou talvez, esperança,
o que causa anseio.
E, no momento, é o que vejo.
Busco prazer
na simplicidade do acaso,
no milagre do amanhecer.
Em cada história
eu me encontro,
mas no amor, eu me perco.
Novamente,
como matemática básica,
não tem erro.
Essa sou eu:
não guardo segredos,
sou sempre do mesmo jeito.
Em Seus Braços
Deve haver um lugar para mim
que seja como em seus braços,
onde eu consiga ficar em paz.
Que seja parecido com você,
onde o silêncio me abrace
e eu não precise me perder.
Um lugar quentinho,
como o seu abraço,
onde os meus sonhos se acalmem
e o meu coração se sinta em casa.
Um canto quente e protegido
feito o teu aconchego,
onde os sonhos fazem ninho
e o amor vence o medo.
Deve haver um lugar pra mim
com cheiro do teu abraço,
onde o tempo anda devagar
e o silêncio não é cansaço.
Um canto manso pra deitar
os medos que eu não digo,
onde o sonho aprende a ficar
e a saudade dorme comigo.
Deve existir esse lugar,
mesmo longe do teu olhar,
onde o meu peito faz morada
até você voltar.
Se for preciso, eu vou
por caminhos sem direção,
só pra encontrar o calor
que acalma o meu coração.
Deve existir, sim, esse lugar
em algum canto, mesmo distante,
para que eu permaneça
até que eu te reencontre.
