Porque sou assim
Poesia Vinho
Porque ela gostava de vinhos...
Vinhos quentes,
E passava vinho nos lábios
E se vestia de vinho
E vivia numa vida embriagada
Onde a azia era constante
E não se importava com os rótulos
Apenas bebia a vida tinto...
Que nem sempre era suave
Quase sempre seco ou rascante
Não cabia em qualquer ocasião
Nem todos souberam fazer a degustação
Era única,era forte,era marcante.
Você acha que é inútil porque ele não te ama. Você acha que, porque ele não te quer mais, ele está certo - que o julgamento e a opinião dele sobre você estão corretos. Se ele te joga fora, então você é lixo. Você acha que ele pertence a você porque você quer pertencer a ele. "Pertencer" é uma palavra ruim. Especialmente quando você a usa com alguém que ama. O amor não deve ser assim.
Você já viu a forma como as nuvens amam uma montanha? Elas circulam ao redor dela; às vezes você não consegue sequer ver a montanha por causa das nuvens. Mas você sabe o que mais? Você vai lá em cima e o que você vê? A cabeça da montanha. As nuvens não cobrem sua cabeça. Sua cabeça espia através delas, porque as nuvens deixam; elas não a envolvem. Deixam que ela mantenha a cabeça erguida, livre, sem nada que a esconda ou prenda. Você não pode possuir um ser humano. Você não pode perder o que não possui.
Suponha que você realmente o possuía. Você poderia realmente amar alguém que não seria absolutamente ninguém sem você? Você realmente quer alguém assim? Alguém que cai por terra quando você sair pela porta? Você não, não é? E nem ele. Você está entregando toda a sua vida a ele. Toda a sua vida, menina. E se isso significa tão pouco para você que você pode simplesmente entregá-la, entregá-la a ele, então por que é que significaria mais para ele? Ele não pode te valorizar mais do que você valoriza a si mesma.
Agradeço cada recomeço, por mais difícil que seja, porque viver bem, muitas vezes, é só uma questão de recomeçar, reaprender, reciclar-se. Então, hoje, eu só agradeço…
Porque gostar de quem não gosta de mim, acho que não é o natural, cadê meu amor próprio, cadê meu eu.Fugiu quando o viu.
O tempo não volta só porque você quer. Aceite. Relacionamentos são perfeitos sendo imperfeitos.
Você é hétero? Nossa que coisa hétero! Ser hétero é uma fase. Ele só virou hétero porque todos estão virando. Ele é hétero porque não apanhou quando pequeno, falta de palmadas! Ele não tem vergonha na cara, por isso é hétero! Você viu como aquela roupa é hétero? Será que ele não tem vergonha de ser hétero? Seus pais sabem que você é hétero? Que nojo, coisa de hétero! Não tenho nada contra hétero, mas (...). Tenho certeza de que se você experimentar da "fruta" você deixará de ser hétero! Você só é hétero porque não encontrou um homem de verdade! Você é muito bonito para ser hétero, que desperdício! Eu tenho um amigo, ele é hétero também! Sim você é hétero, mas quem é o homem e quem é a mulher na relação? Eu não queria ter um filho hétero! Como você virou hétero? Você gosta de ser hétero? Eu até respeito, mas hétero não é coisa de Deus!
Não é porque os homens promulgaram Leis que a Personalidade, a Liberdade, e a Propriedade existem. Pelo contrário, é porque a Personalidade, a Liberdade, e a Propriedade preexistem que os homens fazem Leis.
Todos os homens deveriam ler esse conto!
PARA QUE NINGUÉM A QUISESSE...
Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos.
Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos. Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.
Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras. Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cómoda.
Autoria:Todos os homens deveriam ler esse conto!
PARA QUE NINGUÉM A QUISESSE...
Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos.
Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos. Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.
Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras. Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cómoda.
Autoria: Marina Colasanti
As considerações de si mesmo.
Não podemos confiar muito em nós, porque freqüentemente nos faltam a graça e o critério.
Pouca luz temos em nós e facilmente a perdemos por negligência.
De ordinário, também não avaliamos toda a nossa cegueira interior.
Amiúde procedemos mal e nos desculpamos, o que é pior.
Às vezes nos move a paixão e pensamos que é zelo.
Repreendemos nos outros as faltas leves e nos descuidamos das nossas maiores.
Bem depressa sentimos e ponderamos o que dos outros sofremos, mas não se nos dá do que os outros sofrem de nós.
Quem bem e retamente avaliasse suas obras não seria capaz de julgar os outros com rigor.
O homem interior antepõe o cuidado de si a todos os outros cuidados, e quem se ocupa de si com diligência facilmente deixa de falar dos outros.
Nunca serás homem espiritual e devoto, se não te despreocupares dos outros, atendendo a ti próprio com especial cuidado.
Se de ti só e de Deus cuidares, pouco te moverá o que se passa por fora.
Onde estás, quando não estás contigo?
E, depois de tudo percorrido, que ganhaste se esqueceste a ti mesmo?
Se queres ter paz e verdadeiro sossego, é preciso que tudo mais dispenses, e só tenhas a ti mesmo, diante dos olhos.
Portanto, grandes progressos farás, se te conservares livre de todo cuidado temporal; muito te atrasará o apego a alguma coisa temporal.
Nada te seja grande, nobre, aceito ou agradável, a não ser Deus mesmo ou o que for de Deus.
Considera vã toda consolação que te vier das criaturas.
A alma que ama a Deus despreza tudo o que é abaixo de Deus.
Só Deus, eterno e imenso, que tudo enche, é o consolo da alma e a verdadeira alegria do coração.
Há que se ter compaixão e paciência e ternura porque é muito trabalhoso: estamos todos juntinhos, na mesma escola, aprendendo a amar.
