Porque sou assim
Não me prendo a nada que me defina. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Sou eu, de uma forma bem resumida, livre para chegar e livre para sair...
Ves🪽
I'm a Clown
Sou artista de alma,
Escritor de coração.
Versejo com toda a calma
de um palhaço em sua função.
Não digo palavra errada.
E se, por engano, as digo,
As corrijo com a mesma precisão.
Não quero ser mal interpretado
Pelas coisas que digo, não!
E em mesmo as dizendo certas,
Ainda causam confusão.
Portanto, doravante só direi o que é mister.
É confuso se dizer tudo,
Se a plateia não o quer.
Mas o poeta que não pode se calar,
Criou uma maneira nova pra se comunicar.
Não diz mais palavra falada.
Agora só fala com o olhar.
by Elmo Writter Oliver I
Sou uma folha de papel em branco e você pode escrever nela o que quiser.
Por favor, só não se esqueça de assinar embaixo dela.
by Elmo Writter Oliver I
Sou a luz da chama violeta. Deus emana a cura no meu coração e todos que se aproximem recebam essa vibração!
Ontem fui pó, hoje sou tronco de galhos secos, amanhã serei raíz com ramificações de vidas singulares e imprecisas...
Sou a luz que transcende no escuro de tua alma, vulto lúrido que esvoaça, sou a tua alegria fechada nessa vida que teimas em dizer que é página virada.
Quisera ser uma borboleta pousar em teu corpo e sentir a leveza da alma e te amar, mas sou apenas um beija flor que fica bicando tua essência sem forma definida e evanescente no ar.
Gosto de dormir e sonhar que sou uma borboleta e pouso em qualquer lugar, mas quando desperto percebo que sou apenas um casulo e em constante metamorfose todas as noites quando vejo a luz do luar.
APENAS...
Ora sou calma, ora tempestuosa selada a minha manumissão…
Sou coerência, às vezes contradição e também o sim e o não…
tenho momentos de dor e também algumas cicatrizes de amor
faço-me menina mulher, às vezes angelical e outras vezes insana…
Enquanto isso fico incrustada na obscuridade dessa forma humana…
MORADA DA MENINA...
Sou tua menina de cabelos cacheados da cor da noite, meus
olhos são expressivos como duas estrelinhas brilhantes e meu semblante ficou desenhado no firmamento e infante estarei sempre a te olhar, saiba que morte é apenas a transição para outra dimensão onde a alma toma a forma de coração, minha morada agora é a lua minguante que sorri pra ti nesse instante...
Sou andarilha num tempo que percorri ontem e mesmo com mapa e bússola não encontro o mesmo caminho que é hoje.
Eu arrisco. Sou ousada. Dou minha cara à tapa. Sou menina. Sou mulher. Faço o que bem quiser. Choro, mas também dou gargalhada. Sou taxada de metida. Mas também sou querida. Mas nunca me dou por vencida. Posso ser tudo. E posso ser nada. Depende o caminho na estrada. Sou loucura e razão num destino sem noção.
O que faço aqui então? Pois é, é tudo que eu queria saber, mas nem você tem a resposta pra me dizer. Sigo em frente sem nada a perder. Tento me desprender em fragmentos de palavras num rebuliço.O que é isso? Parece uma convulsão uma rebeldia de letras desconexas dentro do meu ser mas que eu precisava escrever pra você que me lê, que o tempo está passando nessa insanidade caótica onde nada nesse mundo tem lógica nessa vida que é morta, mas é reavivada na tua fé e isso que importa.
SAINDO DO CASULO...
Agora, sou apenas um casulo de mim mesma onde borboletas se debatem querendo voar, e quem sabe nesse desencontro entre atalhos e reversos eu possa me encontrar.
Com todas as minhas virtudes, meus dilemas e sonhos, nada mais sou do que um fragmento de poeira em universo maior do que a minha compreensão, apenas um sopro insignificante face a um grandioso ciclone cósmico. Mas essa grandiosidade toda não me anula, nem tampouco me amedronta. Ela me enche de mistério e dá à minha mente a liberdade de procurar explicações que possam sanar minha sede por respostas face a esse universo esplendoroso.
Eu não sou o homem mais inteligente do mundo, e nem tenho a sabedoria que muitos tem. Mas eu sei o segredo da felicidade, e descobri ele de forma muito fácil. E pensa num segredo sem segredo nenhum: comer, beber, dormir. Amar quando puder, chorar se precisar, ter amigos. Somente isso, a suma de todas as coisas mais simples que existem. Todas as coisas grandiosas que queremos, elas apenas acrescentam à felicidade, mas nem de longe a criam. A vida é verdadeiramente feita das coisas mais simplórias. E como disse o maluco beleza, para quem provar que estou errado, eu tiro meu chapéu.
Quem sou eu, além das máscaras que uso, e das feridas do meu passado? Quem somos nós, senão a soma de tragédias e amores, de glórias e horrores, de vidas e de mortes, num ciclo de queda e crescimento sem fim?
