Porque sou assim

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Eu sou o meu próprio inimigo,
quando não tenho forças para resolver um problema,
quando não consigo arrancar o que me faz sofrer.

Mostrar o quanto eu sou abençoado não é algo que possa ser medido pelo que eu consigo ter, mas pelo que eu consigo distribuir.

Todo dia dói, usar a mascara, "Olha eu sou Feliz",
Andar, sorrir, manter-se educado nas situações mais
extremas,
Querer mas não perder a calma,
Guardar tudo para dentro de si mesmo.
Ser rotulado, esnobado, não ser "amado".
Ouvir coisas que machucam demais:
"Você é burro por pensar assim, insensível,
frio, esperava mais de você ".
É duro querer manter-se de cabeça erguida
quando a alma esta de joelhos,
Não deixar transparecer as cicatrizes que
carrega na alma
É ter que existir pelo simples fato de ter nascido,
Falada aquela vontade de como a vida vale a pena,
Afinal vale apena sofrer??
Ter objetivos, desejos, para a vida leva-los por "água abaixo"
E viver rodeado de hipocrisia e pouca sinceridade,
É ter apenas nos amigos um certo alento
mas a menor distancia, é capaz de disciplina-lo
e então retornar esta angustia
Quem me dera gritar, berrar, chingar,
mas eu não sou assim, ou tento não ser
Então coloco a mascara e visto a armadura e
tento enfrentar a vida
Batalha a qual perdi
Mas de teimoso não desisto de
LUTAR

Sou sempre eu mesma, mas com certeza... Nunca serei eu mesma para sempre.

Eu sou sensível demais. Preciso ficar um pouco dormente para ter de volta o entusiasmo que eu tinha quando criança.

Kurt Cobain

Nota: Trecho da carta de despedida de Kurt Cobain

Eu só queria ser normal
Mas eu não sou
É só puro trauma, confusão, e se quiser
Te mostro o meu melhor
Te mostro o meu pior
Te mostro a verdade que é ser imperfeita e só

Sou filho da descrença e da dúvida, até ao presente e mesmo até à sepultura. Que terrível sofrimento me causou, e me causa ainda, a sede de crer, tanto mais forte na minha alma quanto maior é o número de argumentos contrários que em mim existe! (...) Nada há de mais belo, de mais profundo, de mais perfeito do que Cristo. Não só não há nada, mas nem sequer pode haver.

Fiódor Dostoiévski

Nota: Trecho de carta a Natália Fonvizina, escrita em fevereiro de 1854.

Minha melhor amiga é a menina que mais sou apaixonada, é a garota que mais amo, é a mulher pela qual eu daria a vida, é a menina que sempre está do meu lado, estando eu certa ou errada, é a garota que sempre me compreende, é a mulher que sempre me ampara. EU TE AMO, AMIGA!

Sou chata, cheia de manias, e nada fácil de lidar, mas sou sincera ao extremo, e sinceramente, prefiro pessoas exatamente como eu, absolutamente imperfeitas, mas que prezam a verdade, não suporto pessoas que misturam gentileza e falsidade, e contam mentiras como se fossem verdades…

Eu não sou o presidente pobre; pobres são aqueles que querem mais.

Se eu sou egoísta? sim, Arrogante? mais do que você pode imaginar. Agora tenta ser meu amigo, se você conseguir, você descobrirá a melhor pessoa do mundo!

Toda vez que penso no cristão que deveria ser, sinto vergonha deste que sou. ⁠

Sou desorganizada, paranoica. Sou romântica, até demais às vezes, sou carente, animada, mal humorada. Sei convencer os outros quase sempre, pois sou muito teimosa. Odeio que me obriguem a fazer as coisas, ou que me cobrem algo. Por mais que às vezes não tenha coragem de fazer algumas coisas que eu queira fazer, outras vezes vou e faço logo. Não sou feita pra que me entendam, pois nem eu me entendo. Não preciso da pena, nem da falsidade de ninguém. Sou complicada demais, mas ao mesmo tempo simples.

Eu sou diferente, não sou aquela menina que vai assistir aos seus jogos, sou aquela menina que vai jogar com você.

Com a confiança que adquiri com o Jiu-Jitsu, sou capaz de vencer batalhas sem mover um dedo, vencer guerras sem derramar uma gota de suor e o mais importante de tudo, solucionar os mais enigmáticos problemas pessoais antes mesmo que eles pensem em surgir.

Solidão

Há um vazio em mim agora. Amigos já não tenho mais, sou como um cigano, vagando sozinho nas estradas da juventude.
Sou apenas um viajante só, ha procura de uma amizade. Não interessa quem seja, o que faz ou fez, só importa que terei um companheiro, pra rir, chorar, beber, e viajar.

Já não sou mais a mesma pessoa. Olho para trás e percebo o quanto mudei.
Crenças
Sonhos.
Amores.
Dores.
Sabores.
Nada mais é o mesmo. Existe o antes e o agora. Quem viu um desconhece o outro. Não me importo!
O que importa é minha essência. Esta sim permanece intacta.
Minha essência é o Amor.
Isso não negligencio jamais.

"Oi, sou eu
Estou aqui para dizer que eu amo você
E que o único motivo para o meu coração continuar batendo
É você.
Você é o motivo pelo qual eu acordo todos os dias
Você é a razão de eu acreditar no amor
Por favor, não me deixe
Por favor, não me abandone
Você é a única pessoa que faz minha vida ter cores."
E essas foram minhas últimas palavras
Antes de você partir.
Você foi embora, e meu verão ficou em preto e branco.

⁠Autorretrato em Palavras

Sou intensa, profunda e sensível. Carrego dentro de mim uma força que resiste, mesmo quando o peso das emoções tenta me soterrar. Vivo em uma busca constante por significado — questiono o mundo, a mim mesma, minhas escolhas, minhas dores, minha fé e as falhas humanas que me habitam.

Sinto tudo em excesso e, por isso, reflito sobre tudo. Tento compreender a vida além da superfície, mesmo sabendo que nem todos estão dispostos a mergulhar tão fundo. Busco conexões genuínas, verdadeiras, que muitas vezes parecem raras.

Carrego em mim uma mistura delicada de vulnerabilidade e resistência. Deixo pedaços de mim em palavras e imagens, porque desejo que algo de minha alma permaneça. Quero acertar, mesmo quando me perco nesse desejo.

Talvez seja essa busca incessante por sentido que me define: uma tentativa de compreender a mim mesma e ao mundo, sem jamais deixar de ser humana — profundamente humana.

Eu sou uma construção de algo tão genuíno
que não sei onde me encaixar como peça.
Aonde abrirei espaço neste quebra-cabeça chamado vida?
Se faço parte dele, por que me deixas tão solta,
a ponto de sentir que não me encaixo?


Será que é porque ainda estou em construção
e minhas arestas não têm forma definitiva?


De fato, um dia estarei completa,
com estrutura firme e forte,
a ponto de me encaixar e encontrar a perfeita completude.


Mesmo genuína, buscando acertar,
ainda tropeço em meus próprios erros e medos.


Medos que me impedem de tentar,
até mesmo de errar ou de aceitar.
Eles me travam, me bloqueiam,
tomam minha mente e me conduzem
a lugar nenhum.


Será que, para me encaixar,
preciso me quebrar tantas vezes
até caber em formas
que talvez nunca foram feitas para mim?