Porque sou assim
O DEUS que existe é de tal natureza que pode ser amado e eu (ou você) sou de tal natureza que posso (também) amar.
Pensamento extraído do livro - O DEUS QUE INTERVÉM, do autor - Teólogo Francis Schaeffer.
Lembre-se! O Deus que ama deseja ser amado.
F. Meirinho
DESAFIO CRISTÂO - ser e estar: Estou no mundo, mas não sou do mundo.O mundanismo é um sistema escravizante. Estar como missão-LUZ, eis a razão no pensar de Jesus. (João 9.5)
F. Meirinho
Gente que nem te conhece querer te julgar por uma frase. Me poupe. Sou vacinado contra quem quer atenção.
O Brasil ser governado pela Direita, ok. Mas, sou à favor de investir na Tecnologia e Engenharia Nacional com Estatais para não depender dos gringos.
Sou o que se chama de impulsivo. Uma idéia ou um sentimento. Ajo quase que imediatamente. Às vezes acontece que agi sob uma intuição, às vezes erro, prova que não é intuição, mas simples infantilidade. Preciso saber se devo prosseguir nos meus impulsos. Ou se posso controlar. Se continuo acertar ou errar, aceitando os resultados, ou devo lutar e me tornar uma pessoa mais adulta! E também tenho medo de me tornar adulto: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou maduro bastante ainda. Ou nunca serei.
Alexandre Sefardi
Olha eu aqui.
A mesma cara, e ainda tem quem não acredita... Meu nome é Alexandre!
Sou curioso por natureza, sempre em busca de aprender e conectar ideias. Minhas histórias são moldadas por escolhas, encontros e os livros que li. Acredito no poder dos pequenos gestos. Tenho medos, mas também resiliência; sonhos, mas também pés no chão. Sou uma mistura de passado vivido e futuro imaginado, em constante transformação. No fundo, sou apenas alguém tentando encontrar sentido no caminho, deixar uma marca gentil e ouvir, de verdade, a história do outro.
Somos aquilo que gostamos.
Somos nossa comida favorita, os filmes que amamos, os amigos que escolhemos,
as roupas que vestimos, a época do ano que preferimos, o esporte que nos anima, as cidades que nos fascinam...
Eu não só sou...
Somos!
Eu sou impulsivo. Quando uma ideia ou um sentimento surge, eu quase sempre ajo na hora. Às vezes isso é um bom palpite, e acerto. Outras vezes me engano, e vejo que não foi intuição, mas sim uma atitude infantil.
A dúvida que me persegue é: devo seguir meus impulsos ou tentar controlá-los? Devo aceitar meus acertos e erros, como parte de um jogo, ou tentar amadurecer?
Confesso que tenho medo dessa maturidade. Tenho medo de perder a alegria simples e pura de quem age por impulso, ...
Penso sobre isso. Mas sei que alguns minutos... mais um impulso. Talvez eu não seja maduro ainda. Ou talvez nunca seja.
Ela: ....
Não sou perfeita, mas sou muito legal!
Essa sou eu, como já disse: não sou perfeita, mas sou muito legal!
Tem vez que peço desculpas mesmo sem estar errada, só pra voltar a paz...
Às vezes acerto, mas erro também, e quando vejo que errei, peço desculpas...
Ela:....
Não gosto de mentira nem de falsidade...
Mas também sou alegre, gosto de abraçar e estou sempre por perto.
Sou chata, assumo! Tenho um gênio forte, sou brava de verdade, tenho ciúmes demais, principalmente de quem eu gosto...
Vivo com sorriso no rosto, mesmo quando o coração está apertado.
Sou assim, tenho várias versões dentro de mim...
Ela:....
Às vezes confio em mim, outras vezes me sinto carente e faço besteira...
Tem hora que sou madura e forte, tem hora que viro criança, mimada e sem sentido...
Não sou perfeita, sou só uma mulher comum!
Simplesmente ela....
Uma boa pergunta é como uma janela que se abre na alma. Quando sussurramos "quem sou eu?", "qual o sentido da vida?" ou "o que é real?", o coração começa a sonhar acordado. E, devagarinho, as ideias velhas que moravam presas na cabeça vão soltando as mãos e voando. Perguntar não é brigar: é dançar com o outro, é convidar para pensar junto. Então descobrimos, com um sorriso, que muitas certezas eram só roupas antigas. Falar de quem somos e do que é real é como colher estrelas: nos deixa mais leves, curiosos e cheios de amor pelo mundo. Precisamos nos ouvir...
Coisa de Gente...
Hoje sou um homem adulto, mas ainda sinto medo da chuva. Quando menino, brincava descalço nas poças, e meu irmão e os vizinhos corriam atrás da bola, rindo, escorregando, encharcados. Eu ria junto, mas por dentro algo apertava o peito. O cheiro da terra molhada, os trovões distantes, a água batendo no rosto, tudo isso ficou gravado em mim, mas transformado em receio. Hoje, ao ouvir as primeiras gotas, me devolve o menino que brincava, mas também o medo que nunca soube nomear. Falar a verdade...
Tenho medo da chuva...
Medo é coisa de Gente, né?
Sou do mundo, mas sei para onde voltar. Quando uma ideia ou um sentimento surge, quase sempre ajo na hora. Às vezes esse ímpeto é uma bússola silenciosa: me conduz a um lugar seguro antes que a razão consiga explicar. Outras vezes, descubro que não era intuição — era pressa, um gesto infantil disfarçado de verdade.
Viver assim é andar entre duas águas: a confiança no próprio pulso e a suspeita do próprio exagero. Nem todo impulso é sabedoria; nem toda pausa é medo. O aprendizado está em perceber, logo depois, o que veio do centro e o que veio do susto.
Então eu volto. Volto para mim, para o silêncio antes da resposta, para o lugar onde sentir não obriga agir. Sou do mundo, mas sei para onde voltar — e é nesse retorno que aprendo a diferença entre ser guiado pela intuição e ser arrastado pela criança que ainda quer tudo agora.
Eu ainda sou a parte boa que restou de mim, sou tudo, sou nada, sou o amor, o ódio, a ternura, a loucura. Sou também o delírio, sou o êxtase, sou o deleite, sou aquilo que te falta e o que resta. Enfim sou tudo o que restou de de um dia que não começou...
(Saul Belezza - Patife)
Me disseram que sou medíocre ao fazer minhas postagens e escrever meus versos, gostei de saber disso, mas te falo com toda minha mediocridade, não escrevo para te agradar, escrevo por ter vida.
(Saul Beleza)
Sou uma hospedaria de quartos vazios
Onde a saudade é a única hóspede
Enche o vazio com lembranças, suspiros
E o silêncio é o único som que ecoa
Os quartos, antes cheios de vida e amor
Agora são túmulos de sonhos e promessas
A espera é a única companhia
E a saudade, a única que nunca vai embora.
(Saul Beleza)
*Cavalo de Aço*
Eu sou um cavalo de aço
chamado liberdade.
Relincho contra o vento
e galopo na imensidade.
Minhas crinas são fumaça,
meus cascos batem no céu.
Voou acima das ondas
sem medo de cair no véu.
Lá de cima eu vejo o mar
morrer mansinho na areia,
deixar espuma na praia
como quem despede a cheia.
E eu sigo, livre e selvagem,
sem rédea, sem arreio, sem jaula...
Porque ser livre é isso:
ser aço que não se amarra.
(Saul Beleza)
*Pro Zé Beleza*
Sou filho do Zé Beleza, pode ter certeza,
Aqui não mora tristeza.
Ele passou deixando riso na calçada,
E proeza em cada fala contada.
Era mestre de causo e de solução,
Transformava aperto em gargalhada e união.
O que ele deixou não foi só saudade,
Foi luz, foi jeito, foi humanidade.
Se o mundo perguntar quem foi esse homem,
Diz que foi aquele que fazia tristeza ir embora.
E que o filho dele seguiu o costume:
Espalhar alegria por onde for.
(Saul Beleza)
*Turma do último gole*
Sou da turma do último gole,
que seca o copo e divide a sede.
Da última briga, mas também do abraço,
que perdoa e refaz o laço.
Sou do último pedaço de pão,
que reparte mesmo com fome no coração.
E do primeiro beijo, trêmulo e certo,
aquele que marca e fica pra sempre aberto.
Num tenho muito, mas o que tenho é inteiro:
lealdade, palavra e amor verdadeiro.
(Saul Beleza,)
