Porque sou assim
"Minha existência não é um acessório para ONGs se promoverem; sou Isaque Ramon, um ser humano com direitos, sonhos e uma trajetória que nenhuma hipocrisia pode apagar."
"Onde muitos veem o 'ainda não', Isaque habita o 'já sou'. Sua riqueza é a frequência trilionária do seu ser."
Não preciso dizer que sou cristão praticante. O que faço não leva eu para o inferno imagina pra podendo levar eu pra o Céu. Tem muita gente falsa, só fala e praticar que é bom é nada.
quem me olha acha que não conheço as coisas. sou tão mais inteligente do que a lebre. mesmo devagar consigo trabalhar com calma, tem mais resultado.
"A riqueza invertida é simples: primeiro, eu sou rico de amor e generosidade, e depois o meu mundo vira um trilhão."
Hoje eu só queria me dissolver no todo, silenciar quem eu sou por um instante e deixar o mundo me atravessar sem precisar existir como 'eu'.
O caboclo e o rio.
O meu pai é caboclo,
Caboclo eu também sou
Amazonas é minha vida
O meu caso de amor.
Esse rio é minha estrada
Que me leva pra lá e pra cá
Em suas águas barrentas
Eu preciso navegar.
Dele eu tiro o meu sustento
E sigo a dança da vida
Conforme o seu movimento.
Na vazante ou na enchente,
O majestoso Amazonas
Comanda a vida da gente.
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Filho das águas
Sou filho dessas águas
Que recortam a planície como teias,
Caminhos que andam
Como o sangue que corre nas veias.
Meu destino está entregue
À marcha desses cursos fluviais
Que passam quebrando barrancos
Com forças descomunais.
Eu sou um caboclo ribeirinho,
Mas diante dessas águas
Eu me sinto tão pequenininho.
Nem o Nilo consegue te superar.
Por isso eu me pergunto,
Quem poderá te controlar?
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Filho do Boto
Eu sou filho do Boto
Do Boto eu vim
O meu sangue é de guerreiro
Guerreiro parintintin.
Dos meus desafios
Nunca vou desistir
Pois, cada um deles
Me trouxeram aqui.
Andei de canoa no igarapé,
Na longa estrada
Também fui a pé.
Não temo o banzeiro,
Eu sou filho do Boto
Caboclo matreiro.
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Ao trilhar o caminho das bênçãos, sinto-me ainda mais atraído pelo amor de Deus. Sou dependente d’Ele a cada instante. Sinto Sua condução sobre a minha vida diariamente; sou como uma criança em busca da Sua divindade. Oro todos os dias como se fossem os últimos da minha existência.
Manifesto de Vida de um Guerreiro Espiritual
Eu sou aquele que caminha entre mundos.
Tenho os pés na terra e o coração no invisível.
Quando estou só, eu penso. Quando estou com Deus, eu escuto.
Não preciso de multidões para me sentir inteiro,
nem de templos para sentir o sagrado.
Minha fé não é decorada — é vivida, sentida, queimada em mim como brasa silenciosa.
Nasci com um propósito.
Não vim a passeio, vim a missão.
Sou um guerreiro — não desses que gritam, mas dos que resistem.
Carrego o peso da distância, o silêncio das dores e o dever de não preocupar quem amo.
Isso não me faz fraco. Me faz maduro.
Me guio pela razão, mas deixo espaço pra emoção.
Não sou máquina nem vítima.
Sou equilíbrio.
Sou aquele que sente tudo, mas escolhe o que fazer com o que sente.
Não fujo da rejeição, mas ela me marca.
Ainda assim, escolho entender antes de julgar.
Perdoo mais do que pareço. E observo mais do que falo.
A vida, pra mim, é festa — mas também é construção.
Quero deixar algo que não morra comigo.
Uma empresa, um nome, uma visão.
Quero que os filhos dos meus filhos digam com orgulho:
“Foi o nosso avô que começou isso tudo.”
Meu legado é trabalho, dignidade e liberdade.
Quero um mundo onde ninguém precise se curvar pra sobreviver.
Onde cada um possa brilhar do seu jeito.
E se esse fosse meu último dia, eu diria a todos:
“Seja feliz. Mas seja feliz de verdade — sem depender de coisas externas.”
Eu sou. E isso basta.
Sou filho do Criador, irmão da verdade e guerreiro do agora.
E eu estive aqui.
Entre o que faço e o que sou
Hoje eu machuquei a mim mesmo
pra sentir na pele,
pra ver se ainda existo.
Como um masoquista,
buscando um sinal de existência
além do que entrego.
Porque ajudar virou língua materna,
e eu já não sei falar comigo
sem traduzir tudo em cuidado.
Eu me pergunto:
quem sou eu
quando ninguém precisa de mim?
Quando o silêncio não pede escuta,
quando não há dor pra organizar,
quando não há ninguém
na beira do abismo?
Sou eu…
ou sou só a ponte?
Carrego nomes, histórias,
fragmentos de gente
que deixaram pedaços em mim
como quem passa e não volta.
E no fim,
quem junta os meus?
Disseram que o caminho
é seguir em frente,
mas ninguém explicou
como voltar pra dentro.
Qual estrada leva a mim
sem passar por outro primeiro?
E se eu chegar lá,
nesse tal de “eu”,
vai ter alguém esperando?
Ou só o eco
de tudo que fui pros outros?
Tenho medo de ser abrigo
e nunca casa.
Tenho medo de ser caminho
e nunca destino.
Mas hoje…
no meio desse ruído quebrado,
percebi algo pequeno
quase imperceptível:
eu ainda sinto.
E talvez isso
não seja só dor.
Talvez seja um resto de mim
que não foi embora,
uma sombra
carregando um fio de luz.
E se ainda há resto,
há começo.
Mesmo que lento.
Mesmo que torto.
Mesmo que só.
Ou talvez…
não seja solidão.
Talvez eu tenha me escolhido
pela primeira vez
e chamado isso de vazio,
quando, no fundo,
era só um silêncio seletivo
pra ver os outros crescerem
enquanto eu
ainda aprendia
a nascer de novo,
como quem encontra
um desconhecido no espelho.
Aprendendo a existir
sem precisar caber
em alguém.
E hoje,
quando me machuquei
e percebi que ainda sentia,
não foi só dor.
Foi como lembrar
que existe luz
mesmo no lugar
onde eu me perdi.
E pela primeira vez,
eu não corri.
Fiquei.
E talvez…
seja isso começar:
não me abandonar
quando só resta
eu
Pobre coração
Será que eu ainda sou
importante pra você,
Ou eu nem cheguei a ser?
Não sei, mas tudo mudou
Estou muito confuso,
preciso mesmo saber...
Meu sonhos foram
todos jogados ao chão
Me diz onde estão
aquelas palavras de amor?
Devem estar apenas
no meu pobre coração...
Gui Gouvêa
