Porque sou assim
Sou do tipo que ler o enredo, observa as ações, identifica os gestos, analisa a base.
Pois costumo interpretar o contexto, antes da conclusão.
Não sou melhor nem pior que ninguém, tenho defeitos e qualidades como qualquer ser humano, afinal, eu sou um ser humano, e não gosto que brinquem com meus sentimentos...
"""" Pois sou capaz de despertar outros sentimentos... Vejo a vida como um livro, onde somos capazes de escrever cada capítulo como quiser, tudo só depende de você...""""
queres saber da vida, não me perguntes
sou um corpo indigente, numa cova rasa, coberta de cal e terra úmida.
queres atinar do amor, não me indague
sou um mero espectador do sofrimento quotidiano, entre almas enclausuradas por este verbo.
queres saber da morte, não me interpele
sou um daqueles, que lhe tem lúdica, certeza demolidora, para cada corpo deste universo.
Eu Não Ligo Pro Que As Pessoas Vão Falar Sobre Mim,Até Por Que Eu Não Sou Feito De Opinião De Ninguém e Sim De Fatos.
Sim, eu sou irônica!!!
Mas eu também sei ser elegante.
Sabe por que?
Por que a ironia é uma forma elegante de ser mal.
..
Não tente saber quem sou:
Sou complexo, subjetivo, ilimitado e único.
Não gosto de me descrever, porque quem se descreve se limita!.
Não sou a mesma desde o primeiro beijo. Você me olhava, e eu ficava sem graça e meio sem fala. Eu nunca demostrei muito o que sinto, mas por você foi de imediato, não podia controlar cada movimento, e assim... A saudade chegou!
me sinto extra especial em saber que sou sua inspiração rs, serio mesmo, estou ficando muitooo convencida
Minha sorte está lançada
Eu sou, eu sou estrada
Eu sou, eu sou levada
Eu sou, eu sou partida
Contra o grande nada - lá vou eu!
Ao romper da madrugada
O sol no pensamento
E o tempo contra o vento
E a minha voz alçada
Contra o grande nada - lá vou eu!
"Quem vem lá?" Pergunta a solidão
"Sou eu!"
Sou eu que vou porque o meu tempo nasceu
Entre os ecos do infinito
Eu grito, eu mato a solidão
Eu sou meu tempo, eu vou
A ferro e fogo, eu corro
Eu vou, eu canto e grito: amor!
Eu vou, eu vou, eu canto e grito: amor!
Não se engane nunca com minha alegria...
Você não imagina quantas lágrimas sou
capaz de esconder atrás de um sorriso...
Eu sou uma mistura.De fofura e amor com o macabro e a tristeza. Sou apenas mais uma alma que vaga procurando o seu lugar.
Cada vez que conheço mais o mundo e as pessoas que vivem nele, penso o quanto sou sortuda por ter um lugar pra chamar de casa e pessoas simples e felizes pra admirar. Referência é tudo.
Eu sou uma sobrevivente. Desde muito nova, desde antes de nascer enfrentei inúmeras tribulações. Mais velha, pensei em desistir. Pensei sim, pensei mesmo, não me envergonho. Quantos não pensaram? E quantos ainda não pensam? Mas, de alguma forma, eu sobrevivi. Eu resisti, mesmo sem forças. Mesmo quando aparentemente o mundo não precisava de mim. Hoje ele precisa, porque eu sobrevivi. Hoje eu resgato uns poucos com minhas palavras, mas já fui vítima das palavras duras, dos pensamentos duros, dos sentimentos ainda mais duros de quem destrói por não ser inteiro. Eu fui vítima da palavra da moda, quando ainda ninguém se dava conta do que ela era, exatamente. Eu fui vítima do bullying. Fui vítima da mídia, fui vítima da sociedade, vítima de colegas, de “amigos”, e me tornei vítima de mim mesma. Como se eu merecesse tudo de ruim que as pessoas diziam, como se a moda estivesse certa em dizer que eu estava errada. Como se estar acima do peso (existe mesmo um peso certo?), como se ter um cabelo rebelde, como se ser tímida, ser protestante e ter propósitos de vida que, muitas vezes, vão de encontro com a sociedade autojulgada normal fosse anormal. Como se eu fosse digna de pena. Como se eu não tivesse motivos para acreditar em mim mesma, como se eu precisasse me moldar pra me encaixar. Ainda assim, eu sobrevivi. Sobrevivi porque ninguém é melhor do que eu. Sobrevivi porque não há um padrão a seguir. Sobrevivi porque me desnudei de toda a carcaça sobrecarregada da ignorância alheia. Porque aprendi que não há ninguém melhor do que eu mesma pra me amar, me entender e me aceitar. Sobrevivi porque quebrei os rótulos e, mais do que tudo, porque fiz questão de fugir do padrão. Fiz questão de ser eu mesma, original, única, em uma sociedade que só prega a tolerância à diferença na teoria. Resisti porque eu posso muito mais do que os julgadores são capazes de imaginar. Porque eu sim quero fazer a diferença. E graças a toda essa história, de alguma maneira, eu posso fazer diferença. Graças a toda dor eu entendi o quanto sou forte, mais do que aqueles que só apontam o dedo. Eu sobrevivi e descobri que até posso me abalar, mas não quebro.
