Porque sou assim
Assim é o paradoxo da vida, conhecidos se tornando estranhos, estranhos se tornando conhecidos, dando uma trabalheira danada embalar para presente, para fazer doação.
Quando você não se escolher,
E priorizar quem te mantinha por opção,e mesmo assim sobreviver o dano.
Ninguém mais te doma.
Itapiranga
Pedra ou concha vermelha
na língua tupi,
Pedra vermelha fundamental
assim nasceu catarinense,
Berço Nacional da Oktoberfest
e de uma gente linda
estabelecida por sonho
da Sociedade União Popular.
Navegando com o Padre
pelos Rios da Várzea e do Uruguai,
ali foi estabelecida uma cidade,
Sonhos de muitos por liberdade.
Linda Itapiranga poética,
só tenho razões para me declarar,
és a minha canção favorita,
meu bonito rincão do Extremo Oeste
do Estado de Santa Catarina.
Minha Itapiranga profunda,
o quê tu foste, és e será,
sempre com esperança e grata
no Festival da Canção Alemã
sempre será uma razão para cantar
e meu motivo para aqui continuar.
Assim como o vento
balança a Palma Real
assim age no pensamento
a sua presença sem igual
Nas tuas mãos tens
o tempo e a urgência
apenas levo a inspiração
até a última consequência
Tem se erguido a cada
dia no destino a poesia
mansa com total sinestesia
Assim anda agindo o destino
combinador para unir
incansáveis passos no caminho.
Dois amores em pleno Alarão,
não posso mais ficar assim,
tenho que escolher quem vai realmente ser bom para mim,
e me honrar com amor no coração.
Estou aqui na Ponta do Seixas
Curtindo esse sol que vem dentro
É assim que tu me deixas:
No mais alto sol de primavera.
Vou caminhando aos poucos
Rumo ao Farol do Cabo Branco
Aos passos pensando no teu corpo
Colando no meu, o meu corpo é teu!...
Porque esse amor pela Paraíba
Não se explica, é uma poesia
Que dá até a impressão
De estar sendo vivida...
Voltei a ser menina!...
Nesse litoral pessoense,
Não tem como não viver contente...
É sempre um despertar novo
Ao lado dessa linda gente
- Sorridente!...
Estou aqui na Ponta do Seixas
Curtindo esse sol que vem dentro
É assim que tu me deixas:
No mais alto sol de primavera.
Vou caminhando aos poucos
Rumo ao Farol do Cabo Branco
Aos passos pensando no teu corpo
Colando no meu, o meu corpo é teu!...
Porque esse amor pela Paraíba
Não se explica, é uma poesia
Que dá até a impressão
De estar sendo vivida...
Voltei a ser menina!...
Nesse litoral pessoense,
Não tem como não viver contente...
É sempre um despertar novo
Ao lado dessa linda gente
- Sorridente!...
Estou aqui na Ponta do Seixas
Curtindo esse sol que vem dentro
É assim que tu me deixas:
No mais alto sol de primavera.
Vou caminhando aos poucos
Rumo ao Farol do Cabo Branco
Aos passos pensando no teu corpo
Colando no meu, o meu corpo é teu!...
Porque esse amor pela Paraíba
Não se explica, é uma poesia
Que dá até a impressão
De estar sendo vivida...
Voltei a ser menina!...
Nesse litoral pessoense,
Não tem como não viver contente...
É sempre um despertar novo
Ao lado dessa linda gente
- Sorridente!...
"Antes de existir uma grande história, havia apenas páginas em branco. Assim também são os nossos sonhos. Eles não se realizam de uma só vez, mas são escritos pouco a pouco. Cada esforço, cada aprendizado, cada desafio superado e cada passo dado acrescentam um novo capítulo à nossa jornada. Por isso, não desista. Continue acreditando, porque as páginas mais bonitas da sua história ainda estão sendo escritas, e os melhores capítulos ainda estão por vir.
Lembrem-se sempre: As flores mais bonitas, assim como os animais mais coloridos, sempre serão os mais prováveis a ter venenos.
O ódio é um caminho amargo. Deixe a paz reinar em seu coração; assim, encontrará libertação, amor pela própria vida e apreço pela vida dos outros. Nunca se esqueça de que toda ação gera consequências.
Esperar algo além da dádiva da vida é vaidade. Assim como um filho espera algo do pai, ou uma mãe que cria expectativas em relação à filha. Um filho simplesmente não pode visitar ouse despedir de quem ama ? Mesmo que sua própria família não compartilhe desse amor
Não existe mais
Mapinguari
morando no mato,
Mesmo assim
é preciso seguir
com cuidado
nesta vida;
O Bicho-Preguiça
continua útil,
se seguir preservado.
Os tempos mudaram
definitivamente...
Só sei que existe
mais de um
Mapinguari
por todos os lados,
E não têm mais idade
e as línguas deles
estão sempre afiadas.
Os tempos são outros...
O Bicho-Preguiça
traz o melhor ensinamento:
O convívio não
pede enfrentamento
com Mapinguari de qualquer tipo.
Os tempos de hoje pedem que
não seja dado mais nenhum espaço.
Quando um Mapinguari surgir
para provocar ou mentir,
é só mudar o seu caminho,
fingir que escuta,
deixar falando sozinho
ou comece a ler um livro.
Só não deixe o Mapinguari
continuar enchendo os seus ouvidos.
Não importa mesmo
se for Tucumã-do-Pará
ou Tucumã-do-Amazonas,
Só sei que Tucumã,
assim como beijos de amor,
em hipótese nenhuma,
jamais podem faltar,
Para nos teus lábios
com doçura grudar
sem nunca cansar de beijar.
Assim com golpes suaves
praticamente diários,
muitos foram mortos
em terra e em alto-mar,
Viramos sem pensar
um continente de desacordados,
três navios petroleiros roubados,
e o que fizemos foi nos calar.
(Um preço ainda mais caro,
sei que vamos pagar,
se nada por aqui mudar).
O senhor pode abrir o portão,
no Brasil não quero invasão,
Se assim for, irão
sobrar cabeças batendo
no portão e ora no chão.
Vai ter bolinhas de gude de montão
sendo jogadas no chão
dia sim e no outro dia também,
vai ter muito escorregão.
Amém, amém e amém.
Despertaste a concupiscência
com a mansuetude de uma
cristalina ribeira em noite de lua,
Assim nas tuas mãos tens
me trazido pouco a pouco tua.
[[Por mais de mil e uma noites
estrelaremos e por elas aguardemos,
Assim nós dois nos envolveremos.]]
Sempre é melhor ter alguma
direção do que nenhuma,
mesmo que peça tempo.
Assim sempre tem sido na vida,
e quando o assunto é sentimento.
A tempestade quando toca
na Palma-real jamais
diminui a beleza da memória.
O Rio Cauto canta
para não apagar a história
de Cuba, a minha e a tua.
Pátria ou morte até a última
consequência, assim ensinou
José Martí a resiliência.
No toque de Son cubano,
somos a famosa resistência.
Seguindo no ritmo que deu
origem à Salsa e a outros ritmos,
enquanto quem roeu a corda
nem nunca houve,
vamos criando à consciência,
porque quem quer viver
em liberdade precisa de paciência.
