Porque eu
Sabe porque eu fico em silêncio quando tu me ataca, me ofende, me agride e me magoa? É porque eu te amo, te respeito e não quero te ferir.
Olá, bom dia! Sou forte quando faço algo porque eu quero, e não porque todo mundo está fazendo. Copiar os outros é sinal de fraqueza, coisa de quem não tem opinião própria. Hoje em dia, muita gente acha que só é bom aquilo que traz vantagem. Se não ajuda, é ruim. Isso é uma mentira disfarçada. Não é fingimento. Aí me lembro dos bombeiros: todo incêndio começa pequeno, com uma faísca. Igual à raiva de uma mulher de verdade! Se mexer com o que ela acredita... aí a coisa fica séria — e ela não copia ninguém, ela vira uma fera.
Alexandre Sefardi
porque eu ainda tento? Ninguém entende meu ponto, só exigem de mim, querendo que eu seja forte. Mas eu sou forte, eu só não quero ser mais...
Eu acuso, insisto, tento entender…
ela responde que não sabe.E eu não posso negar, porque eu também não sei.Ela diz que é outra, eu digo que é outro…mas a verdade é que tudo se mistura,e a gente se perde dentro da gente mesmo como se nunca tivesse existido um lado certo.
DeBrunoParaCarla
“Eu amo saber que ninguém jamais poderia me amar por nada além do meu coração porque eu não sou bonita o suficiente para me amar pelo meu corpo ou inteligente o suficiente para me amar pela minha mentalidade.”
Ninguém lembrou do cruzeiro depois que veio o cruzado.
Eu sinto a dor de todos eles, porque eu também fui trocado.
Querida, não me deixe
Por outra pessoa
Porque eu quero que você seja minha
Pelo resto da minha vida
Eu quero que você seja feliz comigo
Porque eu nunca poderia viver
Sem você
Eu quero que você faça parte de
Todos os meus dias
Também quero envelhecer ao seu lado
Sim, querida, sim, querida, a cada ano
Estamos ficando mais velhos
Nossos dias de juventude acabaram
Sim, já não somos mais jovens
E não podemos impedir que isso aconteça
Porque nosso Deus fez a vida assim
Além disso, nosso corpo é frágil
Eu nunca quebrei nenhum osso
Sim, eu sei, querida, você quebrou muitos ossos
Além disso, você tem artrite
Por todo o corpo
E também dói muito
Você precisa tomar alguns analgésicos
Para aliviar a dor
Sim, querida, estou pronto para morrer
A qualquer dia
Que meu Deus me chamar para morrer
Por que eu gosto tanto de viajar? Porque eu volto a ser aquela lá do início do namoro, leve, apaixonada, vivaz, feliz... Aquela que você lamenta não ter conhecido antes... Pois é. As minhas fugas, quero dizer, viagens, são sempre planejadas para ME procurar. E eu ME encontro, e ME namoro em minha melhor fase!
Pelejarei para a minha felicidade
Prevalecerei pela honra e pela verdade
Porque eu tenho a fé ao meu favor
E a esperança fala por mim quem realmente sou;
Não me vitimizo perante as minhas dificuldades
porque eu sou o autor da minha história
e faço o meu final quantas vezes forem necessárias;
Não me questione o do porque
eu me apaixonei por você
deixe a observação enfatizar
a decisão de aceitar ou não
Se o seu coração irá me querer;
E eu nunca vou te esquecer. Não porque eu não posso, porque eu não quero também. Você sabe que é verdade que eu vou conseguir ter você de volta, mesmo que seja a última coisa que eu faça. De todos os amores encontrados e perdidos e nunca mais vistos você é o único que corre repetindo na minha cabeça.
Mas eu não me preocupava porque eu sabia
Que era preciso conseguir tudo
O que sempre quis e depois perder
Para saber o que é a verdadeira liberdade
E eu me pergunto porque eu me sinto tão sozinha. O que fiz de tão errado, meu Deus? Para todos me deixarem.
Durante várias fases da minha vida, fui apoio para todos que se se sentiam sozinhos. Mas quando chegou a minha vez, não havia ninguém ao meu lado. Apenas lembranças. Apenas solidão e um desejo enorme de ter alguém com quem contar. Será que um dia essa sensação irá passar?
Porque eu me importo com você?
Você me liga as vezes
Porque me faz te querer tanto?
Me faz ficar acordado de madrugada só pra me ver pensar em você, mas do que eu deveria...
Você deixa claro que não quer,mas porque me deixa pensar nisso?
Me mostra que me ama,me faça acreditar que o amor ainda faz sentido pra mim.
Me consuma, me use, me adore, me louve, me deseje.
Me conquista!
Morra por mim.
Viva por mim.
Me ame de volta ou desista.
Estou sentado nos meus caminhos
E eu escrevo
Muita poesia todo santo dia
Porque eu sou poeta
E foi Deus quem
Me deu esse dom
Eu estou usando esse dom
Que Deus me deu
Todos os dias
Nenhuma das minhas poesias tem os
Mesmos sentimentos
Que vêm direto do
Meu coração
Eu não escrevo mais poesias
sombrias
Porque é muito depressivo
Meus sentimentos sombrios
Eu jogo fora na minha lixeira
E eu uso meus
Sentimentos positivos
Escrever poesia é
Terapia para mim
Eu faço isso todo santo dia
Nunca perco um dia
Escrevendo minhas poesias
só postar quando fizer sentido pra mim
porque eu, porque não?
Antes, o mundo parecia uma fila organizada de causas e consequências. Havia um acordo silencioso entre as coisas: se você fosse bom o suficiente, gentil o suficiente, paciente o suficiente, o universo acabaria devolvendo tudo na mesma moeda.
Então alguém apagou as placas da estrada.
Foi estranho perceber que a tempestade nunca escolhia quem merecia. Ela apenas acontecia. Derrubava telhados de quem rezava e de quem amaldiçoava, afundava barcos de pescadores experientes e de crianças brincando na margem. O céu nunca pediu desculpas por chover.
Ele passou anos perguntando.
“Por que comigo?”
Como se existisse uma secretaria do destino pronta para responder e anexar um relatório detalhando os motivos de cada cicatriz.
Mas o silêncio sempre foi mais competente do que qualquer resposta.
Então começou a reparar em outra coisa.
As pessoas passavam a vida inteira negociando com o inevitável. Acendiam velas para convencer o escuro a não entrar. Faziam promessas para comprar alguns meses de paz. Inventavam versões de si mesmas esperando que a próxima fosse poupada.
Nunca eram.
Porque a vida não perseguia ninguém.
Ela simplesmente não sabia mirar.
E talvez essa fosse a parte mais difícil de aceitar: não havia um vilão escondido atrás das cortinas. Não existia uma inteligência cruel desenhando tragédias personalizadas. O universo era apenas um oceano. E o oceano nunca odiou quem se afogou.
A pergunta começou a mudar.
Não era mais “por que eu?”
Era…
“Por que eu seria diferente?”
Naquele instante, alguma coisa rachou dentro dele.
Não de um jeito triste.
De um jeito libertador.
Percebeu que carregava o ego vestido de vítima sem perceber. Achava que sua dor era uma exceção na história do mundo, quando na verdade era apenas mais uma língua da mesma fogueira onde todos aquecem as mãos e queimam os dedos.
As pessoas chamavam aquilo de azar.
Outras chamavam de destino.
Ele começou a chamar apenas de existência.
E, curiosamente, quando deixou de procurar culpados, a raiva perdeu o emprego.
Não porque as perdas doíam menos.
Mas porque finalmente entendeu que dor nenhuma carregava seu nome gravado.
Ela visitava.
Depois ia embora.
Assim como a felicidade.
Assim como o amor.
Assim como todas as versões dele que jurou serem definitivas.
No fim, percebeu que a vida nunca prometeu justiça. Prometeu movimento.
E talvez fosse exatamente isso que havia tanta beleza escondida no caos.
O vento nunca pergunta quem merece ser levado.
Ele apenas sopra.
E, pela primeira vez, em vez de gritar contra ele, o homem abriu os braços.
Não como quem venceu.
Mas como quem finalmente parou de perguntar por quê.
