Por Voce eu Pegaria mil vezes

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A sua meta na vida nem sempre precisa ser fazer coisas novas. As vezes já é grande mérito não desistir das coisas atuais!

"Voltar atrás?! As vezes até penso, mas ai reflito mais um pouco: se marcou, e foi importante é porque aconteceu na hora e no momento que tinha que acontecer, talvez foi isso que tornou tão importante".

Quero muitas coisas, algumas a longo prazo, outras a curto prazo, algumas vezes não saem conforme o esperado, mas sempre tenho um plano B, e se o plano B falhar... o alfabeto é extenso.

Amor sem compromisso é como algodão-doce... Docinho, derrete na boca, as vezes te causa arrepio, enjoa e acaba tão rápido que nem te dá vontade de quero mais.

Por vezes, a melhor forma de resolver os seus problemas é ajudar outra pessoa.

Sabe... às vezes tenho saudade de uma vida que não vivi. Sinto falta do que faltou viver.

A criança interior



A quando crescemos, as vezes perdemos, as vezes ganhamos, nem sempre entendemos, mas, aprendemos a seguir em frente mesmo assim. Não que seja muito, mais que seja forte. Devemos cuidar da criança interior, não igualar a uma criança, mas, continuar com a ternura no olhar.

Não esquecendo de brincar com as coisas mais simples. Seguindo em frente um caminho “adulto” porém brincando de gente grande. Quando deixamos a criança de lado dentro de nós, deixamos a ternura ausente, esquecemos de levar a vida como uma “brisa”.

Nos tornamos pessoas com um “relógio na cabeça” perdemos o pôr-do-sol, os pássaros a cantar e até mesmo a leveza no olhar. Procure sua criança interior e compare a criança do passado, veja o que ela se tornou, doce ou amarga?

Páginas por páginas, a história continua, mude um capítulo, mude o fim, não perca o “tema principal” mude do drama a comédia, acrescenta personagens felizes, dias de amor, cheio de luz, e terás um belo livro .

Às vezes grito sobre Jesus e não me ouvem, mas quando em silêncio o obedeço, as pessoas são atraídas a Ele.

...as vêzes sem saber "porque" me sinto depre...

Às vezes, o silêncio pode ser a confissão mais eloquente de todas.

Às vezes o silêncio é o melhor remédio. Deixar o tempo passar... Deixar a mente se estabilizar. Deixar a energia voltar a fluir normalmente, sem tensões. Deixar o coração serenar... Deixar que a luz se infiltre e domine toda e qualquer situação, aqui, aí, seja onde for...

Célia Cristina Prado

Às vezes, o ódio parece saudade. É impossível se livrar dele.

A Lição (The Glory)
1ª temporada, episódio 1.

Muitas vezes o nosso "nunca mais, nunca farei", é tudo o que gostaríamos de fazer!!!

⁠"Colecionando Nomes e Traumas"

No imenso labirinto do amor, muitas vezes nos vemos envoltos em uma teia de relacionamentos que deixam cicatrizes profundas em nosso coração. E assim, seguimos colecionando nomes e traumas, como se fossem lembranças amargas de um passado que jamais desejamos reviver.

Quando nos entregamos de corpo e alma a um amor, somos tomados por uma mistura de emoções intensas. Sentimos o coração bater acelerado, sonhamos com um futuro compartilhado e acreditamos que tudo é possível. No entanto, nem sempre a história se desenrola conforme nossos anseios. Às vezes, nos deparamos com pessoas que nos desapontam, quebrando a confiança que depositamos nelas. É nesses momentos que começamos a colecionar nomes, guardando-os em nossa memória como sinônimos de desilusão.

A cada decepção amorosa, uma parte de nós se desfaz. As feridas emocionais se acumulam e os traumas se estabelecem. Carregamos conosco as marcas invisíveis de um coração partido, temendo abrir-nos novamente para o amor. Os nomes que colecionamos se tornam um aviso constante, uma precaução contra novas feridas.

No entanto, é fundamental lembrar que o amor não deve ser definido pelas decepções que encontramos ao longo do caminho. Cada nome que se junta à nossa coleção de traumas é também uma oportunidade de aprendizado. Através das dores que suportamos, crescemos e nos fortalecemos. Descobrimos o que realmente valorizamos em uma relação e aprendemos a reconhecer os sinais de alerta que antes passavam despercebidos.

Embora seja tentador se fechar para o mundo, protegendo-se contra novas decepções, é importante não permitir que os traumas amorosos nos definam por completo. Cada pessoa é única em sua essência, e nem todos os nomes que cruzam nosso caminho serão portadores de dor e tristeza. É necessário coragem para continuar acreditando no amor, para nos permitirmos ser vulneráveis novamente, mesmo que isso signifique enfrentar o risco de sair machucado.

Portanto, não se prenda excessivamente aos nomes e traumas que colecionou. Em vez disso, encare essas experiências como parte de sua jornada de crescimento. Lembre-se de que o amor verdadeiro existe e que, um dia, ele poderá chegar em sua vida de uma forma surpreendente e transformadora.

Não se limite pelas decepções passadas. Continue abrindo seu coração, confiando em si mesmo e acreditando que há alguém por aí que valorizará e respeitará o seu amor. Afinal, não somos apenas colecionadores de nomes e traumas, somos seres humanos em busca de conexões genuínas e de um amor que nos complete.

"Existe em nossa mente uma caverna. Essa caverna acaba nos servindo muitas vezes de 'Refúgio' e quando somos feridos, machucados, frustrados, decepcionados geralmente entramos pra dentro dessa caverna e preferimos nos isolar de tudo e chorarmos e sofrermos lá sozinhos toda dor e sofrimento que tivemos. Porém, essa caverna que muitas vezes a nós parece ser um refúgio esconde em si muitas armadilhas como a Depressão, os traumas, o medo, a insegurança... Se vc não souber escolher no que acreditar ou como agir com relação ao que te faz mal, vc nunca vai se permitir CRESCER. Vai ter momentos que você realmente terâ que entrar nessa caverna, mas há riscos muito grandes se você escolher explorá-la sozinho. Deixe Deus entrar com você, te ajudar a vencer as armadilhas e explorar a caverna de sentimentos que há na sua mente e assusta o teu coração. "

"Às vezes vemos uma pessoa passando por situações difíceis e não entendemos o porque daquilo estar acontecendo com ela.
Mas quando começamos à reparar como esta mesma pessoa trata os outros, tudo começa a fazer sentido."

Ao fazer o bem, não olhe a quem e nem pense duas vezes.
Faça o bem de coração, a recompensa de tudo que você faz vem de Deus, e um dia você vai dizer:
Valeu a pena.

Ás vezes precisamos fazer renuncias, ás vezes precisamos desapegar, ás vezes precisamos deixar de lado certas coisas e inverter as prioridades. Ás vezes preciso desconsiderar, rejeitar, soltar. Ás vezes a gente precisa deixar livre, tentar parar de tomar as rédeas de toda situação e deixar fluir, deixar partir, deixar reincluir. Ás vezes parece que você não vai conseguir libertar-se, desprender-se, mas ás vezes a gente precisa aceitar que na verdade não possuímos nada e que no final tudo é passageiro. Ás vezes desapegar não é desistir, ás vezes desapegar é aceitar o fato que merecemos algo melhor. E acredite, não tem nada melhor do que desapegar de algo que já não te faz mais tão bem e abrir espaço na sua vida e no seu coração, para algo melhor entrar. Ás vezes desapego é tranquilidade, é estabilidade, é serenidade. Ás vezes desapego é dar sossego para a alma, para o coração, para nós mesmos.

Esta é minha fraqueza, meu caro Sinclair, pois às vezes percebo que não deveria sentir tais desejos, que são um luxo e uma fraqueza. Seria mais digno e mais acertado estar simplesmente à disposição do destino, sem aspirações de qualquer ordem. Mas não posso, é a única coisa que não posso fazer. Talvez tu o consigas um dia. É muito difícil, é o único verdadeiramente difícil. Já sonhei em consegui-lo, mas não o consigo realizar, me dá medo. Não posso decidir-me a ficar tão desnudo e tão só em meio da vida; também eu sou um pobre cão fraco, que necessita de um pouco de calor e de alimento e gosta de sentir-se de vez em quando entre seus semelhantes. Aquele que verdadeiramente só quer seu destino já não tem semelhantes e se ergue solitário sobre a terra, tendo ao seu lado somente os gélidos espaços infinitos. (Demian)

Às vezes me questiono! Porque os seres humanos são tão materialistas e burros? Se a vida é tão curta, pra ser desperdiçada!
Se não podemos levar nada quando morrermos... Porque insistimos em ficar sempre atrás do dinheiro? Já que podemos morrer amanhã mesmo! E sobre nossa parte sentimental... Por que ao invés de procurar ter uma vida agradável com alguém agradável, preferimos nos envolver com canalhas/piriguetes que sabemos que vai nos fazer sofrer, mas mesmo assim insistimos na burrice? Por quê?
Não tenho a resposta, mas queria saber!