Por Voce eu Pegaria mil vezes
Às vezes sinto que tudo que escrevo não é nada além do óbvio...
Mas continuo a escrever, pois até o óbvio bem reescrito pode inspirar alguém!
“A vida é um rio: às vezes calmo, às vezes turbulento, mas sempre seguindo seu curso. Cabe aprendermos a navegar e apreciarmos a paisagem ao longo do caminho.”
Ame, mas preveja com frequência o ódio e o desprezo.
Seja leal, mas antecipe muitas vezes a infidelidade e a traição.
Busque a paz com todos, mas espere frequentemente a falsidade, a intriga e a discórdia.
Pratique a humildade, mas esteja preparado para o orgulho, a soberba e a arrogância.
Tenha mansidão, mas conte com a agressividade e a violência.
Seja grato, mas muitas vezes receba a desonra e a ingratidão. E não se deixe vencer pelo mal, mas vença-o sempre com o bem.
Sufocando com a dor das minhas próprias palavras não ditas, das vezes que poderia descrever a dor, o amor, a alegria, tudo imensamente guardado até ele surgir e me fazer querer descrever qualquer fagulha de tudo que ele me fazia sentir.
Às vezes, a única forma de encontrar paz é nos encerrar em uma caixa invisível, onde as sombras de nossas inseguranças se tornam nosso abrigo; ali, entre os ecos de um mundo que não compreende, buscamos consolo na solidão, reconhecendo que, ao nos esconder, encontramos um espaço seguro para refletir sobre o que somos, falamos e agimos.
Às vezes pela janela do meu quarto, observo o firmamento e tenho a impressão de que a vida escorre pela janela. E um escoamento lento, bem devagar. E uma espécie de adeus. Olho a lua, que testemunha de meus versos, ali derramei sonhos como quem pretende parar o tempo. Às vezes me pego contando os dias, com a ansiedade de quem espera o fim. Sinto o peso das lembranças, não sei se é saudade ou apenas o vazio me visitando outra vez. No cheiro da noite, muitas vezes chorei minhas tristezas, no meu entender, meu tempo aqui já acabou, preciso voltar, não tenho mais asas, onde estará o portal. Boa noite!
“O tempo, às vezes, nos obriga a esperar. Não por fraqueza, mas para que a resposta venha com a força da maturidade diante do desprezo.”
As Cores da Emoção
Emoção é como o vento: não se vê, mas se sente.
Às vezes, ela chega de mansinho, feito brisa. Outras vezes, é tempestade. Vem sem aviso, sem manual. Pode morar em uma lágrima ou num riso inesperado. Pode aquecer como um abraço ou apertar como um nó no peito.
Há emoções que iluminam — como o amor, a esperança, a alegria. Outras escurecem — como o medo, a raiva ou a tristeza. Mas todas têm algo a dizer. Todas são sinais de que estamos vivos.
Sentir é parte do caminho. É como pintar a vida com todas as cores que existem: o amarelo do entusiasmo, o azul da calma, o vermelho da coragem, o cinza da dúvida. Nenhuma cor é errada. Nenhuma emoção é pequena.
O coração não precisa ser domado. Ele precisa ser escutado.
Porque entender o que se sente é o primeiro passo para cuidar de si — e também dos outros.
As pessoas, às vezes, são excessivamente desumanas; elas apenas se importam com bens materiais e com o que você tem a oferecer. Muitas vezes, poucas pessoas se preocupam com quem você realmente é. Pelo menos era assim que Eric pensava, e não apenas ele, mas também outros ratos que estavam no mesmo vagão que ele, com seus olhos grandes, focinhos rosados e caudas longas e cor-de-rosa, apenas aguardando chegar ao seu destino, para que, ao final do dia, conquistassem respeito, sucesso e um delicioso queijo
(trecho do livro: A Liberdade de Um Rato)
Nem sempre o silêncio é a melhor resposta.
Às vezes, uma verdade dura é libertadora.
O tempo é ingrato quando não se pode voltar atrás para reviver os momentos bons.Mas é fundamental para superar os maus. Saber lidar com ele é uma dádiva que preciso aprender.
Hoje, quero o ontem.
Amanhã? Nem sei.
Mas, por hoje, dói lembrar — e pensa numa dor gostosa de sentir.
É tudo meio confuso, sim. Acho que é assim que sou.
Às vezes, o desejo insistente de olhar e ir para frente, para um Norte invisível, parece ser uma metáfora do medo que temos em perder aquilo que chamamos de orientação; o que, no entanto, não nos poupa dos infortúnios e agruras da caminhada.
Às vezes o peso de nossos deveres, desejos e objetivos nos sufocará, nesse momento precisaremos parar, respirar fundo e rever nossa estratégia para virar essa batalha, mudar de batalha relâmpago para uma batalha arrastada para vencer o inimigo pelo cansaço, mudar a rota de suprimentos, aumentar a moral dos soldados e ver quais lutas podem ser mantidas e quais devem ser abandonadas para vencer a batalha. Nunca esqueça de ver o quadro geral e o quadro em miniatura como vinculados.
o amor não pode ser medido por quantas vezes dois corpos se encontram, mas sim pela profundidade das conversas e do tempo que dedicamos a conhecer a alma do outro.
Às vezes a vida te dá muita coisa, mas o custo disso...
Às vezes ela te tira o essencial e as vezes ela te deixa só com o que é importante...
E às vezes ela te deixa com tudo pra que vc aprenda com o que vc carrega...
E em últimos casos ela te quebra e te mói por inteiro pra que você entenda que nada é tão importante tão pesado e vai te custar tanto quanto o peso de não carregar nada e só compreende o peso de não carregar nada, quem teve que deixar tudo pelo caminho...
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