Por Voce eu Pegaria mil vezes
A Luta Interna e o Caminho da Autoeducação
Quantas vezes nos deparamos com o peso do arrependimento ao perceber que dissemos o que não queríamos ou agimos de uma forma que não gostaríamos? Esse conflito interno não é um sinal de fracasso, mas sim o despertar da nossa consciência, que já consegue enxergar a diferença entre quem somos hoje e quem desejamos ser. Resolver essa dualidade exige o exercício diário da vigilância e da paciência conosco. Os nossos impulsos automáticos são frutos de velhos hábitos da alma, e transformá-los requer esforço contínuo. Quando falharmos, em vez de nos culparmos, devemos pausar, respirar e analisar o que nos fez tropeçar. A autoeducação espiritual é um processo gradual: começa no policiamento das nossas palavras e na escolha de silenciar quando a mente está cheia. Cada dia é uma nova oportunidade de exercer o autocontrole, lembrando que a perfeição não nos é exigida hoje, mas sim a disposição sincera de sermos melhores a cada amanhecer.
A Omissão dos Bons e o Futuro do Mundo
Muitas vezes nos perguntamos com indignação onde o mundo vai parar e como será o futuro das próximas gerações diante do avanço do mal. No entanto, esquecemos de nos fazer a pergunta mais dolorosa: por que aqueles que se dizem bons permitem que o erro reine e nada fazem a respeito? O mal não escolhe hora, não adia seus planos e age com determinação nas ruas. Enquanto isso, a verdadeira bondade muitas vezes se recolhe no conforto de casa, cuidando apenas da própria vida e deixando a caridade para depois. Ser uma pessoa de bem exige muito mais do que ler livros sagrados ou proteger a própria família; exige a coragem de agir. A omissão também é uma escolha e carrega suas consequências espirituais. O futuro do mundo não depende da extinção daqueles que fazem o mal, mas sim do despertar e da movimentação daqueles que guardam a luz no coração. A bondade que não sai do papel ou das paredes do lar é apenas um adorno. Para transformar o amanhã, precisamos transformar a nossa indignação em atitude hoje.
A Matrix da vida envia seus códigos e nós os rejeitamos, incontáveis vezes, mergulhados em perspectivas..."
“Cada ser em si possui uma maneira de amar totalmente singular, muitas vezes pouco compreendida…
O deixar-se ser amado por sua vez precisa ser natural, expontâneo e livre!”
Às vezes, penso tanto no futuro que esqueço de viver o presente. Imagino como será minha vida daqui a alguns anos, quem ainda estará ao meu lado, quem vai permanecer e quem, aos poucos, vai se tornar apenas uma lembrança. E, no meio de tantos pensamentos, acabo me perguntando se as pessoas com quem tanto me importo também imaginam um futuro onde eu ainda esteja presente.
É estranho se preocupar tanto com alguém e perceber que essa preocupação talvez não seja recíproca. Penso se estão bem, se precisam de alguma coisa, se lembraram de mim durante o dia, enquanto muitas dessas pessoas sequer parecem sentir minha falta. Às vezes tenho vontade de mandar uma mensagem, perguntar como estão e tentar me aproximar, mas me cansa sentir que, quando eu paro de procurar, o silêncio simplesmente permanece.
Talvez o mais doloroso seja aceitar que algumas pessoas podem significar muito para nós sem que sejamos igualmente importantes para elas. Mesmo assim, continuo desejando que estejam bem, mesmo quando não perguntam se eu estou. E talvez eu precise aprender a parar de esperar por quem nunca percebeu que eu estava esperando, porque não quero passar o meu presente inteiro pensando em pessoas que talvez nem façam questão de estar no meu futuro.
Por vezes, temos de caminhar a olhar para o solo, porque a dor de encarar o céurevela tudo o que já não alcançamos.
Perder é, muitas vezes, a forma mais discreta que a vida encontra para nos devolver a nós mesmos.
Por isso, quando algo deixa de nos pertencer, o peso que cai não é ausência — é alívio.
Há quem carregue no coração a ternura das flores e isso, por vezes, pode ser maior do que o jardim inteiro.
Às vezes dentro de mim
De um lado pra outro ando
E vai vê que é assim
Que encontro meu comando.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
13/08/2026
Às vezes é necessário
Se perder por um momento
Pra depois se encontrar
E tudo ter fundamento.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
13/08/2026
«A nossa reacção perante uma situação revela aquilo que o consciente muitas vezes esconde, mas que o inconsciente guarda.»
Daniel Perato Furucuto
... muitas vezes
a ausência de liberdade
não é resultado de fatores
externos, opressivos - porém, efeito
da nossa falta de limites - da incapacidadeem controlar
nossos próprios
instintos!
... por vezes
virá do tédio; noutras,
dos recorrentes dissabores, a
tão esperada e inesperada 'luz no fim
do túnel' - de modo que, os ventos
damudança alcancem mais
justa relevância - nos
transformem!
... a ninguém
subjugar, aguilhoado a um
mesmo e vezes sorrateiro argumento -
visto que, na pertinente disseminação
das diferentes questões e ideias, a genuína ordenação que nos assegura e inspira
em tão proativa arte de viver
e conviver!
... um espírito
que nada busque, poucocaminhe,
raras vezes se arrisque, decerto criará
gorduras indesejáveis - resultando num incômodo sobrepeso - seja para si
mesmo,por vezes, para
o outro!
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