Por Voce eu Pegaria mil vezes

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Felizmente, na época em que vivemos, possuir o verdadeiro caráter muitas vezes significa tornar-se um fora da lei. Essa ideia é instigante, porque nos leva a refletir sobre o real sentido de ter caráter. O caráter autêntico não está limitado às regras escritas ou às normas impostas, mas à coerência interior de cada ser humano. Obedecer pode ser fácil, mas sustentar princípios inegociáveis diante da injustiça é o que revela a essência do caráter verdadeiro.

Às vezes, a noite chega antes mesmo do sol ir embora.
Não porque o dia acabou…
mas porque a cabeça cansa.
E ali, deitado, o coração corre uma maratona que ninguém vê.
A mente fala demais, o peito aperta,
e o corpo só quer descansar, mas o sono não vem.
É nessa hora que o travesseiro vira confidente.
Ele escuta sem julgar,
absorve cada lágrima escondida,
cada pensamento que eu não tenho coragem de dizer em voz alta.
E eu falo com ele, como quem fala com um velho amigo.
Conto o que dói, o que assusta, o que eu não entendo.
Ele não responde,
mas, de algum jeito, parece compreender.
O que eu esqueço, às vezes, ou talvez não queira perceber, é que tem alguém que eu conheço,
alguém que realmente quer me ajudar.
Mas a ansiedade é traiçoeira:
ela me convence de que ninguém ficaria,
de que ninguém entenderia.
E, assim, eu abraço o travesseiro mais uma vez,
pedindo em silêncio pra mente se acalmar.
O que eu ainda estou aprendendo
é que existe gente que quer ajudar de verdade,mesmo quando eu não percebo.
Gente que não quer curar o que sinto,
só quer ficar do meu lado enquanto eu passo por isso.
Talvez um dia eu consiga olhar pra essa pessoa
com o mesmo carinho com que olho pro meu travesseiro.
E, quem sabe, finalmente entenda
que o amor também pode ser um abrigo.

Amor:

Às vezes nos vem de
uma forma tão simples,
tão ao alcance do coração.
Que não acreditamos nele,
E o deixamos partir, pois não
O reconhecemos enquanto amor.
Simples assim:

⁠Quem não sabe o que quer perde o que tem e as vezes descobre tarde demais que perdeu o que maís queria nunca desista do seus objetivos seja no amor ou pessoal seja firme e nunca indecisa
Ass CICERO LYRA

Beleza presente..


Já me deparei várias
vezes com a beleza,
mas só hoje ela se
apresentou de verdade.

O silêncio por vezes pode enlouquecer o outro.

Assim é o amor,
Nasce, cresce, floresce ou adormece.
As vezes morre, outras vira
Borboleta.

Às vezes, o silêncio mais tranquilo esconde os maiores desencontros, e ninguém percebe quando a gente ainda está tentando se encontrar por dentro

A esposa é a empregada mais barata que um homem pode ter, porque na maioria das vezes o único “pagamento” pelo trabalho doméstico é o arroz com feijão.

"Recomece seus sonhos e seus trajetos quantas vezes forem preciso.
Mas nunca esqueça...O que deu certo, repetir.
O que deu errado nunca fazer. E o que não sabe! Pensar duas vezes..."

—By Coelhinha

"Às vezes é preciso o IMPOSSÍVEL estar na tua vida, para que o Deus de MILAGRE seja notado em meio aos INCRÉDULOS."

—By Coelhinha

"Todas as vezes que um filho larga as mãos de um pai, ele se perde. Não largue as mãos de Deus."

—By Coelhinha

⁠"MUDANÇAS NÃO SÃO FÁCEIS, MAS SÃO NECESSÁRIAS. Muitas vezes o medo da mudança nos leva a um COMODISMO que nos coloca limitados a ver e viver um crescimento pessoal, profissional e espiritual melhor. Uma NOVA ETAPA, NOVOS SONHOS, NOSSOS LUGARES, NOVAS CONQUISTAS. Saía da zona de conforto, pois ela poderá ser seu maior empecilho de VIVER O NOVO, O MELHOR, O MAIS GRANDE DE DEUS PARA SUA VIDA."

—By Coelhinha

"Às vezes a maior distância que nos separa de quem amamos é menos de 1 metro e mais de uma tela. Enquanto damos atenção para o mundo esquecemos de quem realmente nos importa."


—By Coelhinha

"Pessoas autênticas, transparentes e até às vezes ingênuas. Aquelas que erram, acertam e não têm medo de dizer 'não sei'. As que sonham, as que deixam sua marca na vida, causando saudades. As que vivem intensamente quando choram e quando sorriem. Estas pessoas que fazem a diferença, vale a pena estar ligadas a elas."


—By Coelhinha

"Muitas vezes, os maiores monstros que enfrentamos não estão no mundo físico, mas nos rincões da nossa própria mente. Nascemos na complexidade e, por algum motivo enraizado em nós, a plenitude nos soa artificial. Escrevi sobre essa nossa tendência à autossabotagem e como o ruído interno acaba sendo o que nos faz sentir vivos. Convido você a essa reflexão:

O ENTRAVE: POR QUE SABOTAMOS O SOSSEGO?"

Por tantas vezes, abri mão de coisas difíceis para encontrar em situações fáceis o prazer de alimentar meu ego; em outras vezes, nas coisas fáceis, encontrei a robustez para alcançar algo difícil. Aqui, deixo um pouquinho de tudo quanto mostra que o entrave, as lutas diárias e o embate de pensamento e no pensamento, altera a lucidez ou o devaneio no caminhar.

Solucionar questões criadas por monstros invisíveis na alma é bem mais difícil do que no campo físico. Toda nossa realidade, por incrível que pareça, começa na mente, nas categorias e nas camadas que nem mesmo nós, sendo nosso protagonista fiel, conseguimos mensurar. Dito isto, partimos para um lugar que todos desconhecem, mas suspeitamos que existe — bem lá nas profundezas e rincões da mente humana. Não existe o vazio, nem o vácuo, mas sim um ser que nos move, que chamamos de motivação, fé ou esperança, todos fortemente preparados para nos iludir e nos persuadir de forma que sabotemos nossos caminhos.

A chamada mente, dizem, nos distrai e nos sabota o tempo inteiro; é como se víssemos verde e falássemos azul. Hipoteticamente, a maioria das vezes que nos vemos em situações calmas ou de desespero, entramos neste entrave: é verde ou azul? Os fundamentos da alma são um engajamento contínuo de eras ancestrais, uma forma da mente proteger o corpo físico dos atritos reais enquanto a mesma nos adoece por dentro. O caminho para o paraíso pode ser convertido em nuances trazidas e fragmentadas por caixinhas, como: moral, ética, ego, temperança, certo e errado. Vemos a fragmentação e nossa angústia em saber qual caminho trilhar. Não nos deram um roteiro de como sustentar a vida e suas probabilidades, nem uma bússola para navegar em águas calmas ou em mar turbulento.

O interessante é que, quando a vida está calma, chamamos pela turbulência. A impressão é que nascemos para a luta e que viver no sossego é só uma palavra de companhia para o desprezo da nossa inquietude. Algo intrínseco em nós revelou-se nas entrelinhas sem qualquer disfarce: a monotonia nos assusta. Parece que a tempestade é o que nos guia e o conflito é nossa arma mais eficaz quando a felicidade bate à porta.

Nascemos na complexidade e vivemos dela. Nossa arquitetura interna é um labirinto: fomos feitos para o movimento de buscar a saída, não para o repouso de encontrá-la. A plenitude exigiria uma quietude que a nossa mente — ocupada em criar camadas e conflitos — não sabe processar. Viver dessa complexidade significa que o ruído interno é o que nos faz sentir vivos. Por causas profundas e enraizadas, a plenitude nos soa estranha ou artificial; nunca a alcançaremos plenamente porque o ser humano é dotado para se autossabotar, preferindo o embate que conhece ao silêncio que ignora.

O entrave busca estancar situações, paralisar de forma a mostrar caminhos que devemos escolher. Nisto cabe o ajustamento de forças, ideias e ações, que digladiam-se entre si como em uma eterna brincadeira de braço de ferro.

O que brilha demais às vezes esconde o peso de alguém que ficou no escuro.

A tristeza não desaparece… às vezes só aprende a ficar mais quieta.

E então
homizio a caneta e as teclas
porque escrever, às vezes… exulcera.
Dilacera como a saudade
do que não me foi concedido,
porque exterioriza mágoas
que eu oculto até de mim.


Mas há dores que latejam exigindo brecha,
e se não as deixo sangrar na página,
elas me corrompem por dentro,
como alguma febre antiga
que insiste em voltar
quando o corpo distrai.


Escrever, para mim,
é abrir a porta do quarto
onde tranco meus fantasmas
e deixá-los respirar por alguns instantes,
antes que morram sufocados
e me arrastem junto.


Por isso às vezes paro,
me escondo das palavras
que me conhecem demais,
que me desnudam
sem pedir licença,
que me recordam daquilo
que tento esquecer
mas que permanece,
faminto,
em meu silêncio.
✍©️@MiriamDaCosta

A alternância do equilíbrio...


Às vezes preciso dessedentar
a minha força
com a minha fragilidade...


outras vezes preciso nutrir
minha fragilidade
com minha força...


É nessa alternância
que reside meu equilíbrio...
✍©️@MiriamDaCosta