Por Voce eu Pegaria mil vezes

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As pessoas mudam, e muitas vezes se tornam as pessoas que elas disseram que nunca seriam.

Ser madrinha é ser duas vezes escolhida: pelos pais e por Deus. É pertencer a um serzinho, mesmo que ele não te pertença, e querer cuidar dele como você cuidaria de um filho. Porque, afinal de contas, ele é. É um filho que nasceu do seu coração.

Em muitos trechos do caminho, às vezes bem longos, carregamos muito peso na alma sem também notar. A gente se acostuma muito fácil às circunstâncias difíceis que às vezes podem ser mudadas. A gente se adapta demais ao que faz nossos olhos brilharem menos. A gente camufla a exaustão. A gente inventa inúmeras maneiras para revestir o coração com isolamento acústico para evitar ouvi-lo. A gente faz de conta que a vida é assim mesmo e ponto. A gente arrasta bolas de ferro e faz de conta que carrega pétalas só pra não precisar fazer contato com as nossas insatisfações e agir para transformá-las. A gente carrega tanto peso, no sentimento, um bocado de vezes, porque resiste à mudança o máximo que consegue, até o dia em que a alma, cansada de não ser olhada, encontra o seu jeito de ser vista e de dizer quem é que manda. Eu fiquei pensando no que esse peso todo, silenciosamente, faz com a alma. No que isso faz com os sonhos mais bonitos e charmosos e arejados. No que isso, capítulo a capítulo, dia-a-dia, faz com a nossa espontaneidade. No que isso faz, de forma lenta e disfarçada, com o desenhista lindo que mora na gente e traça os risos de dentro pra fora. E o entusiasmo. E o encanto. E a emoção de estarmos vivos. Eu fiquei pensando no quanto é chato a gente se acostumar tanto. No quanto é chato a gente só se adaptar. No quanto é chato a gente camuflar a própria exaustão, a vida mais ou menos há milênios, que canta pouco, ri pequeno e quase não sai pra passear. Eu fiquei pensando no quanto é chato a gente deixar o coração isolado para não lhe dar a chance de nos contar o que imagina pra nós e o que podemos desenhar juntos nessa estrada. Mas chega um momento em que me parece que, lá no fundo, a gente começa a desconfiar que algo não está bem e que, ainda que seja mais fácil culpar Deus e o mundo por isso, vai ver que os algozes moram em nós, dividindo espaço com o tal desenhista lindo que, temporariamente, está com a ponta do lápis quebrada. Sem fazer alarde, a gente começa a perceber os tímidos indícios que vêm nos dizer que já não suportamos carregar tanto peso como antes e a viver só para aguentar. Devagarinho, a gente começa a sentir que algo precisa ser feito. Embora ainda não faça. Embora ainda insista em fazer ouvidos de mercador para a própria consciência. Embora ainda estresse toda a musculatura da alma, lesione a vida, enrijeça o riso, embace o brilho dos olhos, envenene os rios por onde corre o amor. Por medo da mudança, quando não dá mais para carregar tanto peso, a gente aprende a empurrá-lo, desaprendendo um pouco mais a alegria. Quase nem consegue respirar de tanto esforço, mas aguenta ou pelo menos faz de conta, algumas vezes até com estranho orgulho. Até que chega a hora em que a resistência é vencida. A gente aceita encarar o casulo. A gente deixa a natureza tecer outra história. A gente permite que a borboleta aconteça. Nascemos para aprender a amar, a dançar com a vida com mais leveza, a criar mais espaço de conforto dentro da gente, a ser mais felizes e bondosos, a respirar mais macio, essa é a proposta prioritária da alma, eu sinto assim. Podemos ainda subestimar a nossa coragem para assumir esse aprendizado. Podemos nos acostumar a olhar o peso e o aperto, nossos e dos outros, tanto sofrimento por metro quadrado, como coisa que não pode nunca ser transformada. Podemos sentir um medo imenso e passar longas temporadas quase paralisados de tanto susto. Podemos esgotar vários calendários sem dar a menor importância para o material didático que, aqui e ali, a vida nos oferece. Podemos ignorar as lições do livro-texto que é o tempo e guardar, bem escondido do nosso contato, esse caderno de exercícios que é o nosso relacionamento com nós mesmos e com os outros. Apesar disso tudo, a nossa semente, desde sempre, já inclui as asas. Já inclui o voo. Já inclui o riso. Já é feita para um dia fazer florir o amor que abriga.
E, mais cedo ou mais tarde, ela floresce.

sentir saudades, as vezes é bom,
nos faz valorizar mais a quem amamos,
mas não se afaste muito, nem por muito tempo,
pois posso descobrir que CONSIGO VIVER SEM VOCÊ!!

Estava pensando nas voltas que a vida dá, muitas vezes amamos quem nós jurávamos odiar, viramos melhores amigos de quem um dia foi nosso inimigo e fazemos coisas que jamais um dia pensaríamos em fazer. Nessas voltas da vida ela só quis nos mostrar que o impossível pode sim acontecer, que basta você se abrir pro mundo, deixar-se ser feliz e se preocupar menos com sua reputação e acreditar mais em você! Se pararmos pra fazer um relatório sobre tudo, exatamente tudo o que nos aconteceu até o dia de hoje, poderemos dizer que valeu apena? Rimos o bastante? Choramos apaixonadamente? Se nada disso aconteceu tenha certeza que tudo foi em vão. De que vale falarmos que fomos felizes se vivemos presos a vida inteira dentro de um mundo só nosso? A vida é feita pra viver, se arrepender, pedir perdão, rir, chorar, brincar, cair, levantar, SER FELIZ!

Às vezes nesse mundo é preciso mais coragem para continuar vivendo do que para morrer.

(Incidente em Antares)

Às vezes, só às vezes, a gente dá a sorte de esbarrar com alguém legal.

O motivo da glória muitas vezes é o motivo da guerra, porque o gosto da vitória é saber lidar com a espera.

"Ás vezes as pessoas fazem jogo duro, porque precisam saber se os sentimentos da outra pessoa são reais."

Orgulho nem sempre é prepotência
muitas vezes pode ser a maneira
mais fácil de se valorizar

Nenhum homem pode banhar-se duas vezes no mesmo rio...
pois na segunda vez o rio já não é o mesmo,
nem tão pouco o homem!

...

Quando nos abrimos para um programa de TV, nos deixamos ser invadidos pelo programa. Às vezes é um bom programa mas quase sempre é ruim. Mas, porque queremos que outra coisa que não seja nós mesmos entre em nós, permanecemos sentados, deixando que o mau programa de TV nos invada, nos devaste, nos destrua. Mesmo que nosso sistema nervoso se ressinta, não temos coragem de levantar e desligar o aparelho porque, fazendo isto, temos que retornar a nós mesmos.

Acredito que quando alguém chora sem motivo é para aliviar todas as vezes que ela engoliu o choro e colocou um sorriso falso em seu rosto.

Porque, às vezes, o que chamamos de amor não passa de um amontoado de coisas velhas que não conseguimos jogar fora..

Algumas vezes na vida encontramos alguém especial
Alguém que muda a vida apenas fazendo parte dela
Alguém que faz você sorrir
Alguém que faz você acreditar que existe algo bom no mundo
Alguém que convence você de que realmente existe uma porta aberta
apenas esperando para ser aberta por você.
Este é um sentimento para sempre.
Um sentimento chamado de amor eterno.

O tempo é algo precioso e muitas às vezes nós estamos tão preocupados com o que queremos ter que nos esquecemos de agradecer o que já temos.

Amizade acaba? Não, não acaba. Se acabou, não era amizade. Ou até era, mas o amigo às vezes era só você!

Às vezes bate uma tristeza repentina, um aperto no coração e uma vontade de chorar absurda, mas você não sabe o porquê.

"Às vezes, grandes possibilidades estão na nossa frente e não vemos, porque escolhemos não ver."

O sorriso não é sempre "o melhor remédio", às vezes, é apenas "o melhor disfarce".