Por Voce eu Pegaria mil vezes
Cara, eu só queria te ver mostrando que precisa de mim, vez que outra. Que me amasse com ênfase nas vezes que não mereci ser amada. Porque, entre me sentir inútil só pra você e me sentir inútil pro resto do mundo, optei pela diversidade. Ok, não vou mentir, tenho sentimentos de estimação por você. Mas estou deixando de alimentá-los. Um dia eles morrem.
Não tive tempo.
Pois é!!
Eu não tive tempo de levantar
em tempo para ver o sol nascer,quando mais precisava.
Não tive tempo de recolher os lixos que sujavam minha alma,
Não tive tempo de abraçar forte a pessoa que eu mais amava,
Não tive tempo de enviar aquela carta com palavras vindo da alma,
Não....não tive mesmo tempo de passar um email, para dizer e postar os versos , mais lindo que eu mesmo admirei-os.
Não tive tempo, de amanhecer a seu lado e dizer tantas palavras vindo do coração...
Não tive tempo de desligar o relógio, e ver que o dia já amanheceu, e eu não estava aqui para te acordar.....
Abra os olhos...veja como é lindo o pôr do sol....é mais um lindo dia que está chegando....
Obrigada meu Deus por ter o privilégio de admirá-lo.....pois ainda me sobrou tempo para ver sua beleza.....me sobrou um tempo ainda, para que eu consiga realizar o que estava sem tempo.
A verdade é que não dá para fugir da dor, e eu continuo correndo, correndo, correndo e não saindo do mesmo lugar"
E é por isso que eu sorrio
Faz um tempo
Desde que todos os dias e tudo tem dado tão certo
E agora
Você está bagunçando tudo
E de repente
Você é tudo que eu preciso, a razão pela qual
Eu sorrio
Aprendi que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.
Nota: Trecho de um texto de autoria desconhecida.
...Eu poderia contar outras histórias, mais felizes e intensas, mas não valeriam à pena. Nós inflacionamos a felicidade. Ela está por aí, gasta, em propagandas de Campari, em outdoors de pasta de dentes, em livros, filmes, melodias e novelas das seis. Nenhuma felicidade real chega aos pés dessa que criamos. A única felicidade possível, acredito, é a promessa de felicidade. Já não há mais espaço para happy ends. Só para happy beginings. Esse é o meu...
amor, conheço?
Já ouvi falar do amor, mas não o conheço pessoalmente, eu acho que já o vi por algumas vezes, acho que já tirei os olhos dele, fingi não vê-lo, já fingi revê-lo, fingi, apenas fingir, o amor têm medo de mim da mesma forma que eu tenho medo dele, mas não se esconde de mim o quanto eu me escondo dele, eu tenho um poder imensurável pra amar, mas eu não quero amar, o amor é imensurável, mas ele também não me quer, na verdade, talvez sejamos inimigos mortais, mas, o amor não é mortal, mortal é apenas eu, o amor nunca morreu, ele está dentro de tudo, inclusive dentro de espaços vazios, o amor é o som do silêncio, o amor preenche a vácuo, o amor é sublime, suas conseqüências são inimagináveis, eu mataria por amor mas de amor eu não morro, eu não sou imune à ele, mas ele é impune, por isso o temo, o respeito e às vezes até o compreendo, o amor te faz crescer e ficar pequeno, te derruba e o te faz grande, o amor que pode ser descrito é pequeno, o amor com um feliz fim não é eterno, o amor que te prende não te condena, o amor que constrói não imagina o que corrói, o amor é simplesmente indescritível mas eu sou tão insano à ponto de tentar descrevê-lo.
ele: eu voltei. um dia antes do seu aniversário..vi a besteira que eu fiz, o tempo que fiquei longe.. senti tanto a sua falta.
ela: eu também senti a sua. e nossa, doeu demais..você começou a sumir pelos pouquinhos, e eu te via, quase sempre, disfilando com ela por ae. tem noção do quanto aquilo me chateava?
ele: eu estava namorando..eu amava ela e foram ótimos momentos. desliguei dos meus amigos..de todo mundo.
ela: enquanto você vivia seu lindo conto de fadas com ela eu fiz muita coisa, pensei muito em você, mais conseguir tirar você da minha vida. E agora você voltou.
ele: não tem que falar comigo se não quiser.
ela: aé? então agora eu posso excolher se quero você na minha vida ou não? Porque antes eu queria, e você não quis. Como vou saber que não vai ser como antes?
ele: nós somos amigos apesar de qualquer outro detalhe.
ela: eu sentia sua falta como amigo também. eu me sentia sozinha..quer dizer, eu me sinto sozinha. e eu amo um outro alguém, alguém que quando você foi embora tirou minha cabeça da sua ausência, meu coração do seu vazio. alguém que hoje é a minha saudade.
ele: eu posso fazer isso mudar.
ela: não quero você mais, nem como amigo, nem como nada. e sabe que eu estou feliz..não foi difícil pra mim te dizer isso..não quero ter que sentir mais uma saudade assim que você sumir de novo. me acustumei sem você..e você fica bem sem mim. olha, vai embora.
ele: eu sempre te amei, só foi difícil pra mim enxergar isso..se você me quer longe, tudo bem. vou respeitar.
Eu não sei esperar nada. E a natureza gritando no meu ouvido que então, já que sou birrenta, vou ficar sem nada mesmo.
"E eu que achava ja saber de tudo, não sabia o que ia fazer. Todo mundo me mandava caminhar quando eu queria correr. Eu não tinha convite, eu não podia entrar, eu encontrei a porta aberta e resolvi ficar. Eu perdi todas as manhãs que a noite conseguiu me tirar, esqueci das tardes esperando a noite chegar. Eu cheguei onde queria e não queria mais voltar, eu encontrei a porta aberta e resolvi fechar."
Foi então que eu a vi.
Estava encostada na porta de um bar. Um bar brega - aqueles da Augusta-cidade, não Augusta-jardins. Uma prostituta, isso era o mais visível nela.
Cabelo mal pintado, cara muito maquiada, minissaia, decote fundo. Explícita, nada sutil, puro lugar-comum patético. Em pé, de costas para o bar, encostada na porta, ela olha a rua. Na mão direita tinha um cigarro; na esquerda, um copo de cerveja.
E chorava, ela chorava.
Sem escândalo, sem gemidos nem soluços, a prostituta na frente do bar chorava devagar, de verdade. A tinta da cara escorria com as lágrimas. Meio palhaça, chorava olhando a rua. Vez em quando, dava uma tragada no cigarro, um gole na cerveja. E continuava a chorar - exposta, imoral, escandalosa - sem se importar que a vissem sofrendo.
Eu vi. Ela não me viu. Não via ninguém acho. Tão voltada para a sua própria dor que estava, também, meio cega. Via pra dentro: charco, arame farpado, grades. Ninguém parou. Eu também não. Não era um espetáculo imperdível, não era uma dor reluzente de neon, não estava enquadrada ou decupada. Era uma dor sujinha como lençol usado por um mês, sem lavar, pobrinha como buraco na sola do sapato. Furo na meia, dente cariado. Dor sem glamour, de gente habitando aquela camada casca grossa da vida.
Sem o recurso dessas benditas levezas nossas de cada dia - uma dúzia de rosas, uma música do Caetano, uma caixa de figos.
Nota: Trecho do texto "Pálpebras de Neblina".
Meu coração é meio bobo. Me chame de princesa, que eu derreto. Me chame de pequena, que eu me apaixono. Me chama de querida, que eu adoro. Me chama de anjo, que eu cuidarei de você como um. Me chama de doce, e adoçarei a sua vida. Me chame de amor, e eu vou te amar. Me chame de linda, que eu tentarei fazer da sua vida mais bonita. Me chama de sua Julieta, e você será meu Romeu. Me chama de bebê, e eu deixarei que você cuide de mim. Mas me chame de minha, e eu serei somente sua.
Sou eu que passo por ela, não vejo quando ela passa.
Me perco nas suas curvas.. encontro outros caminhos,
de sempre estar perto o bastante dos seus carinhos,
não é masoquismo e também não tô dando guela,
mais eu só me sinto bem quando eu tô pisando nela.
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