Por Voce eu Pegaria mil vezes

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⁠Dizem que
há uma
entrevista
circulando
aos quatro ventos,
Ela é por razões
bem óbvias
mentirosa
e filha de toda
falsidade,
Pois ele está
há mais de
um ano
injustamente
preso na prisão
de cinco letras
onde naquele
lugar até o oxigênio
passa muito mal,
e as vezes nem
sequer passa,
Sei que ali
há uma tropa
em igual injusta
e terrível desgraça
causada por gente
de imaginação
que vê chifre em
cabeça de cavalo
que prende porque
uns ouviram,
uns falaram
e outros calaram.

Por estes versos
eu respondo mim,
Elevo o grito
latino-americano
indignado
contando esta
outras histórias
com o coração
magoado,
e todo o santo dia
não me conformo.

Entenda para não
se levar por
qualquer intriga,
só quem pode ir
naquele maldito
lugar é a Família,
Não existe
nenhum grupo
de resistência
em nome
do General,
Quem insistir
em insuflar
que existe um,
merece ser
presenteado
com um nariz
de palhaço
em nome
do mais
rotundo rechaço.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Agonizar em
solo pátrio
ou fora dele
é o dilema
do soldado
que não quer
ver o próprio
fuzil apontado
contra o seu
povo sofrido;
Sofro com ele
porque o sentir
na pele e pelo
povo tem feito
o peito doído,
Por isso todo
o dia dedico
um rosário
ao General
inocente
e pela tropa
igualmente
injustiçada
que estão
presos no
inferno de
cinco letras
e que não
mais soube
nenhuma notícia.

Relembro triste
dos ingênuos
enveredados
nas águas do
autoproclamado,
também tenho
a Deus orado
por eles todo
o santo dia:
porque foram
usados por
quem não
merecia ser
tão considerado.

Não é preciso
usar o Arco Minero
como argumento,
E nem crer
na armadilha
do dia primeiro;
É preciso usar
a cabeça
para não fazer
lágrimas como
as de Canaima
virem a verter,
Tens condições
nessa confusão
optar por não
se envolver.

Entre a mágoa
e o câmbio
de poder:
escolha viver,
Sei que é duro
o quê acabei
de te dizer;
Pois quem
ofertou uma
saída deveria
ter ao menos
o mínimo
para oferecer,
Embora sabe-se
que o presente
nada oferece.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O tempo está
correndo,
e de cansaço
a tropa vem
sofrendo,
Não dá para
esconder
este triste fato,
A ausência de
diálogo tem
custado caro,
Prenderam de novo
aquele deputado.

Do General não
há mais notícia,
Sinal que essa
prisão é o signo
dos que não são
afeitos a liberdade
só se alimentam
de pura crueldade.

Não queria ofender,
mas falar demais
é o meu fardo;
É a sede de querer
alimentar o amor
onde ele anda escasso.

Esses que andam
por aí mentindo
para si mesmos
que têm paz
na consciência,
Vivem sem sonho,
sem esperança
e têm uma
vida em vão
e de qualquer maneira.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Se não servir
para ser luz
para o olhar,
pão para a tua
fome saciar
e verdade
para chamar
a consciência
da Paixão
a Ressurreição,
creio que
não consegui
passar a lição,
e todo o esforço
terá sido em vão.

Ao tomar ciência
das garras
da tua censura,
A inspiração
se encontra
em prévia busca
e apreensão,
A crueldade que
nos rende e que
alguns apesar
de tarde abriram
os olhos,
Vem mostrando
que outros perderam
o ritmo e os sonhos.

Bem neste século
foi comprovado,
que estamos
com a inteligência
comprometida:
convivemos
com a notícia
de gente vivendo
em campos
de concentração
lá no Oriente,
e no continente
sul-americano
o General e a tropa
estão presos sob
falsa acusação.

É Páscoa,
e os governantes
do mundo
capturaram
o meu espírito
de comemoração,
Porque quando
olho na mesa,
e sem esforço nenhum:
tenho feito a conta
que a toda hora
está sempre nos
faltando mais um.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nesta epopéia
de tentar
fazer cessar
o maltrato entre
o pessoal militar:
Alerto que em
cada poema há
muitas histórias
para contar,
E se você não
entendeu o quê
leu é sempre
melhor perguntar.

Quero saber
notícias
do General,
da tropa,
de quando
a verdade irá
ser mostrada,
e esta injustiça
irá acabar
com este penar.

Insisto no sonho
que todos voltem
a se entender,
O melhor caminho
é reaprender entre
si romper com
a mágoa e dialogar.

Jamais concebo que
um por receio agrida
o outro ou cerceie
a liberdade que
faz falta à todos,
Não existe paz
perfeita,
Mas existe a paz
necessária,
Vale a pena na vida
se reconciliar!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tudo aparenta
que o paredão
gritado pela
Assembleia
em protesto ao
autoproclamado
não soou no
sentido figurado,
Padece o povo
vítima do terrorismo
elétrico e com
o ânimo minado.

Para a surpresa
o valoroso
Tenente foi
injustamente
expulsado
porque defendeu
integralmente
a vida do General
e da tropa,
Ainda quero crer
que foi mais
uma falsa
notícia do jornal,
Não é possível
que ninguém
convença o poder
que a reconciliação
mesmo que tardia
é a melhor sentença.

Sei que falo além
do que deveria,
É porque quero
um mundo
pacificado,
sem o medo
como fio condutor
do controle social
e sem o vício
do pior como
caminho porque
só de ver isso
não tem me feito bem;
Afasta de nós
esse graal diabólico
que tumultua
e tem feito
do nosso psicológico
um espelho do Império.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O justo Tenente
foi expulso
por ter denunciado
o sofrimento
do General
e da tropa.
🍃🍃🍃🍃🍃
🍃🍃🍃🍃🍃
O General,
o Tenente
e a tropa,
todos vítimas
das cinco letras
e da maldade
por vício alheia.
🍃🍃🍃🍃🍃
🍃🍃🍃🍃🍃
O silêncio
triste
não para
sobre o General
e a tropa,
ninguém sabe
o quê passa.
🍃🍃🍃🍃🍃
🍃🍃🍃🍃🍃🍃
Não sirvo
para
ser poeta,
Não tenho
notícias
Do General
e da tropa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O General e a tropa
surgem em várias
cenas poéticas por
mim escritas para
tentar contar a epopeia
deles e a saga do povo,
Peço que não alimente
ódio porque é o pior
que se pode
oferecer neste jogo.

Não houve mais
notícias da prisão
de cinco letras,
Não sei nem mais
se há esperança,
Eis versos para
não os deixarem
cair estes leais
em esquecimento,
Não vejo a hora
de acabarem
com este tormento
que está condenando
todos ao isolamento.

Se você entende
este lamento
e pode ajudar,
Entenda que eu
tenho o sido o eco
da voz deles mesmo
sem estar ouvindo,
Porque mesmo
de longe venho
sentindo o desespero.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Paira o
ar pesado,
e não há
comunicado
sobre
o General e a
tropa.
🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺
Não
vejo
a luz
das estrelas,
nos ombros
do outro General
elas estão
presas em
cinco letras.
🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺
Espero
pela alvorada
quando
terei notícias
da prisão
do General findada.
🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺
Os teus
olhos como
o Orinoco
estão
em turbilhão,
e sobre o General
e a tropa não
há consolo.
🌺🌺🌺🌺🌺🌺🌺
É metade
da semana
do General
e da tropa não
sei de nada,
A sigla ainda
me espanta.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Há famílias
inteiras
sem notícias,
Não há comida
o suficiente,
E não há
quem permita
que a leve.

Não há luz
e sobra dor,
O ombro
do General
não se curou
e o físico
se abateu,
Não há mais ar
e tem quem
disso morreu.

Faltam janelas
e sobra
crueldade,
Não há mais
notícias,
E isso está
acabando
com todos;
Não há nada
e vocês sabem
melhor que
eu isso,
Não há
mais visita,
e nem houve justiça;
Há superlotação,
Extrapolam
testemunhos falsos.

Posso até ser proibida
de entrar
em vosso território,
Deixo o quê penso
como registro histórico,
com alma lavada
e meus pés descalços.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Da conta de
51 vítimas
da sigla
de 5 letras,
sou aquela
que nada é;
mas por cada
uma sente
e até por você
que finge
que nada vê.

Enquanto
eu não tirar
o General
da prisão,
Sigo falando
até toda
a poesia
do mundo
tocar o seu
coração.

Entenda que
divergir nunca
será traição,
que para
nada serve
prender
quem quer
que seja
só porque
você achou
certo porque
uns falaram,
e desde
o princípio,
estes nada
provaram,
está aí
o resultado
do mal feito,
tempo gasto
e saldo dos
torturados:
24 militares
e 27 civis,
todos para
sempre
marcados.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Longe de ser
o heroísmo
e nem perto
do novo
testemunho
da boca
do Tenente,
Sou a poesia
de cada dia
para dizer
que não estou
nenhum pouco
contente,
Mas sou gente
o suficiente
para assumir
quando erro
e aplaudir
o quê merece.

O céu foi aberto
para a Cruz
Vermelha,
e que seja
o início para
a misericórdia,
e a inauguração
da concórdia
por um novo
destino a seguir.

Não há o quê
comemorar,
Há muito por
fazer e por
muitos rezar,
Não posso
fazer muito;
O compromisso
comigo mesma
foi renovado,
Para te dizer
o quê era
para ser dito:
ter prendido
o General
não tem
sido bendito,
e da tropa
digo o mesmo
deste imenso
e cruel sacrifício!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Meu bem,
a vida ensina
quem se permite
o discipulado,
e não se omite
de vivê-lo;
porém, existem
sempre aqueles
que não querem
o aprendizado,
e vivem julgando
sem consequência
e sem prova a tropa.

Não é suficiente
a complexa
exigência de
clareza necessária
na comunicação
direta porque
ela pede que
a mensagem
seja exata
como a tabuada.
Para que essa
insana rotina
não nos castigue:
deixo nas sagradas
mãos da poesia
que da linguagem
figurada se encarregue,
mas não esqueço
de se objetiva
ao dizer o sofrimento
que o General vem
passando na pele.

Ir ao quê interessa
levo como sempre
como regra absoluta
e excelência para
não deixar dissipar
o quê deve ser dito
em nome do que
sempre há o quê
comunicar quando
o bom senso falta,
e o quê é de verdade
se cala na multidão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Neste dia mirandino,
me ajude a entender
o quê se passa,
Só não misture
os fatos para não
tornar a vida ainda
mais confusa,
Porque já está
enorme a desgraça.

Seja como Teresa
que num verso
ensinou que tudo
passa e que só
Deus não muda;
Para não prejudicar
quem realmente
precisa de ajuda.

Porque mesmo
depois de tudo
e dessa tal
medida-cautelar
sobre General
e a tropa
ninguém sabe
mais nada,
Não vejo a hora
de raiar a liberdade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não deveria ter
sido assim,
mas é preciso
reivindicar que
está em falta
a sensibilidade
social para lidar
com o essencial.

Até agora não há
nenhum sinal
de justiça para
a tropa e o General!

Não deveria ter
sido assim,
e eu também não;
é impossível
conseguir me calar:
mas sempre onde
o povo está em
sérias dificuldades
estarei junto com ele
em busca de uma
luz no final do túnel
sem me importar
com o tempo,
a distância
e as fronteiras.

Até agora não há
humano um olhar
sobre os coletivos,
está na hora de mudar!

Só sabe o quê
o povo passa
é quem sente muito,
e carrego por ele
no meu coração
a vontade de não
parar por nada
e seguindo com
o maior amor do mundo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O silêncio
de metal
baixou praça
onde se
chama
por cinco
letras,
E hoje é
conhecida
como
sucursal
do inferno;
Só quero
que não me
queiram mal,
E não me
entendam mal.

Este poema
e os outros
não têm
a ver com
apologia
ao crime
de ódio,
São os dias
que há
tempos
não andam
normais,
E por serem
sensoriais
cada um deles
podem estar
equívocados
ou não,
Mas buscam
ser fiéis aos fatos.

Onde se tudo
não explica,
não se sabe
nenhuma
notícia,
Me desculpem
porque tudo
afeta como
se tivesse
ocorrendo
comigo,
Da General
e da tropa
quero saber
quando cessará
com eles tão
brutal castigo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Saber que
falta luz e água,
tem me deixado
aterrorizada,
porque se tudo
falta ao povo,
a mim também
me faz falta.

Do General
injustiçado
e da tropa
perseguida
não estou
sabendo
mais de nada.

Como eu ainda
gostaria de crer
que o mundo
possível existe;
Não é fácil buscar
motivos para um
sonetário onde
sobra o silêncio,
e rende o tormento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nesta noite
latino-americana
de angústias
devastadoras
e urgentes,
não consigo
fechar os olhos
sem pensar
nas dores
crescentes
do ombro
do General
injustiçado
que na pessoa
dele venho
contando
a saga de todo
um povo que
como ele
vem sendo
perseguido.
Saber de
tanta gente
que se foi
e de quem
como ele
segue na vida
resistindo
me traz
ainda mais
para perto;
sei de gente
que o peito dói,
mas segue em
frente sorrindo.

Só não quero
saber de quem
compactua
torturando
e mentindo;
porque gente
assim até Deus
se desinteressou.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Olha, meu bem,
tenha cuidado,
porque corrupção
espiritual anda
produzindo
até condenação,
é uma re-edição
desgostosa
de 'O pecado
mora ao lado',
uma paródia
de mau gosto
'à beira de um
ataque
de nervos'.

É linguagem
poética feita
para rir quando
o tempo se
encontra fechado,
porque o quê
importa é ir
tocando o barco.

Um mistério que
não nasceu para
se explicar,
mas se você
me sente como te
sinto ficará fácil
de me interpretar:
o quê vale nessa
vida muito além
de agradar é
sentir no coração
a dança do universo
em sua plenificação.

Porque eu quero
saber do General
e da tropa,
porque onde eles
se encontram é
o endereço do
inferno institucional,
e como resposta
assumo como
tatuagem zodiacal
o compromisso de ser
o sonho de liberdade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sou o verbo
que denuncia
abertamente
na boca do
jovem tenente.

Nesta Pátria
há quem
nela durma
e que se
desencontra
na esquina
do destino
indiferente
ou conivente.

Não me importo
nadar contra
a corrente,
vou escrevendo
nas páginas
da vida
que estou
descontente
porque estão
arruinando
o General,
e acho que
nem sei mais
o quê é poesia.

Anseio libertar
a tropa mesmo
sem ter a ideia
de como fazer,
só sei que não
há mais tempo
a perder,
o maltrato
rompeu todo
o limite humano.

Inserida por anna_flavia_schmitt