Por Voce eu Pegaria mil vezes

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⁠I
Faltar com
a verdade,
Furta a paz
de toda
a gente,
Segue a
criminalização
dos coletivos
de maneira
crescente.
Brindar com
o silêncio
sobre o General
e a tropa
tem acabado
comigo.
Li que
a Amanda
não sumiu,
Ela deve uma
explicação
ao esposo
e ao povo.
Brincar com
assunto sério
não é correto,
Não é assim
que se constrói
um futuro
concreto.
E assim segue
neste dia de
relembrar
que as Malvinas
são Argentinas,
E sobretudo
homenagear
os veteranos
e os caídos.
II
Brigar não
oferece
nenhuma
vantagem
a ninguém,
Não sou
perfeita,
Mas tento
buscar ser
ao menos
em cada
novo poema.
Ajude-me
encontrar
a Amanda,
este é um
poema sem
dedo
apontado,
Que nem leu
o quê ela tem
tem escrito;
Mas pelo valor
da vida é
interessado,
E que possui
o mesmo louvor
tem rezado
pelo General
injustiçado.
Nem tudo é
culpa de um
Governo por
pior que seja
ele não é dono
das mentes
das pessoas,
Antes de falar
se esforce um
pouco para
não ser injusto
com quem
não merece,
Te peço isso
em prece
e prosa
de quem
não esquece
nenhum
momento da tropa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cada um dá
a interpretação
que quiser dar,
Me esforço por
humanidade
para explicar
na minha língua
no afã de
fazer entender
como se comporta
o Estado em qualquer
país do mundo
diante de um
escândalo mesmo
que um fato não
envolva culpa:
No poder se afasta,
se mantém
e se propõe troca
de missão
para atender
o receio de crítica
da sociedade
e da oposição.

Em política na
maioria das vezes
não se atende
a verdade,
Mas a conveniência
para se manter
forte no poder.

Foi assim que
ocorreu da parte
do Governo
quando o General
era Ministro e
alguns insistem
em criminalizar
sem terem provas
para o culpar.

O Governo nada
teve contra ele
nessa época
e como prova
disso até pediu
depois de tudo
para ficar,
Mas ele decidiu
outra missão
pelo povo abraçar.

O General não
foi punido por
atos de gestão,
Ele está sendo
punido por
causa de uma
rede de intrigas
de gente cheia
de veneno
na língua
e no coração;
Está na hora
do Governo
e quem fala
o quê não deve
desse pesadelo
acordarem,
E dessa prisão
injusta o libertarem.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No final deste
dia primeiro,
Relembro que
não recuperei
O mar, a tropa
e o General,
E assim sigo
sem ter como
me conformar,
Não consigo
calada portar
este gutural
e triste lamento.

Prosseguindo
mesmo sob
o tormento
de espessa
presença,
Que segue
sentenciando
esta tristeza
e penumbra,
Estou resoluta
que não é
tempo de calar.

Para enfrentar
o quê a falta
de compreensão
e de cooperação
não consigam
piorar o quê já
está péssimo,
E para que elas
não te alcancem:
Procure se manter
em equilíbrio
para superar
os obstáculos
com ânimo,
e obter o êxito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Na verdade
é só aparência
de quem não
tem dormido:
é que o coração
sem notícia
está aflito.

Não nasci para
o conflito fora
do campo poético,
Só aguardo um
sinal profético de
que mais vítimas
não haverão
de acontecer.

A conta da sigla
de 5 letras
está em 51,
E ninguém sabe
se este número
foi superado,
Aliás não há
nada bem
informado;
Supera o número
de quem nem
deveria ter
sido castigado!
Nas mil
trincheiras
repletas
de letras,
Perdão pela
insistência
porque
do General
e da tropa
me atrevi
a não parar
de querer saber.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não se sabe
mais nada,
O silêncio
só aumenta
e tortura,
E não me
conformo,
Não sei
viver sem
saber de tudo,
Sei que não
vou mudar
o mundo,
Só acho que
posso tentar
ser poeta.

Se o Major
foi forçado
a se suicidar
ou se não
aguentou
a pressão,
Não se sabe
a verdade;
Só se sabe
que o estado
é delicado.

Não há luz
e sobra dor,
Até que me
provem o
contrário
Todos estão
ameaçados
para não
denunciar
os maltratos,
Quase não
há mais ar,
Faltam janelas.

Tudo me faz
atordoada,
A dor alheia
à revelia
transferi
para mim,
Não convivo
bem com
a indiferença,
Não soube
de mais nada
do General
e da tropa,
Dessa história
só quero crer
que haverá
um bom final.

Faço votos que
isso não passe
de um mal
entendido,
de uma intriga
ou mesmo de
um pesadelo;
Porque custo
a acreditar
que entre
os Filhos
de Bolívar
isso esteja
acontecendo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Saber que falta
bom trato entre
militares até
os dias de hoje
tem me deixado
infinitamente triste,
o quê se tem sabido
não é orquestra
para os ouvidos,
e nem conforto
para o coração.

Não saber se há
e quem é o novo
defensor do General,
tem me causado
um mal enorme
e inominado,
pois ele está
notoriamente
muito adoentado.

Não há nada mais
horrendo saber
que há maltrato
entre pessoas que
fizeram a mesma
caminhada na vida.

Se falta notícia
é sinal que está
em falta a justiça,
a força da vida
mesmo que doa
nos ensina que
independentemente
dos fatos: a verdade
deve sempre ser dita.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Os meus poemas
talvez jamais serão
lidos pelo General
que está doente,
que todos sabem
que ele é inocente.

O importante é
que toquem o coração
de alguém que cuide
do abatimento físico,
e que se entenda isso!

Os meus poemas
talvez jamais serão
lidos pela tropa
que está refém de
um grande capricho.
Todos sabem que
eles são perseguidos
e o importante
é que todos
saiam dessa vivos!

Os meus poemas
talvez jamais
serão conhecidos,
o importante
é que se instalem
no coração de alguém
que pelo General
e pela tropa trabalhe
pela liberdade
em sua plenitude.

E assim consigno
neste Universo
que não aceitarei
nenhuma baixa,
sou a idéia que
sempre desencaixa
onde se retém
aquilo que
no fundo
não se detém.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nem um só
instante
nós dois não
esquecemos,
e não há um
dia em que
não paramos
de pensar
nos presos de
consciência,
e todos os dias
rogamos à Deus
que lhes dê
a resiliência
para o peso
que eles e
os deles têm
de suportar.

Falta tudo
e o pouco:
o perdão
e a reconciliação
para espantar
a escuridão
do coração.

Falta o quê
essencial
aos olhos,
ao peito
e tudo
aquilo
que está
impedindo
de trazer
a vida
de volta
para o
seu lugar
para
reconstruir
a Nação
de Bolívar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ainda a luz
não voltou,
e a liberdade
também não;
do cansaço
dos olhos
do General
não consigo
fingir que não
me atingiu,
pois a justiça
ainda não
o libertou.

Ah, Venezuela!
Se inteira eu
pudesse te
pôr no meu
colo como
se fosse uma
criança para
fortalecer
a esperança
que o tempo
ruim irá terminar.

Pediria para
fechar os olhos
não desistir
dos teus sonhos
e passava as mãos
nos teus cabelos
e diria baixinho
que a tempestade
irá em breve passar

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O meu coração
mora onde
o povo está
nesta noite
de agonia
privado
de proteção
e amparo;
pois falta luz
deixando-me
em todos
os estados,
em milhões
de pedaços
e preocupada
com quem
está preso
e com quem
está solto
passando por
essa covardia.

Não há como
ir descansar
tranquila,
Alí em estranhas
circunstâncias
morreu vítima.

O calvário
da tropa
e do General
injustiçado
não faço ideia
até hoje
quando termina.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Há muita história
para contar além
de cada poema,
No ar respiro
o aroma da cattleya,
e sigo contando
a história de honra,
luta e a glória
que hão de ser
recuperadas por
toda Venezuela.

Canto porque sinto
que vitória está
a caminho porque
há quem se encontra
buscando e não
desiste de seguir
na vida sonhando.
Os sete bravos
viraram estrelas
do crepúsculo
sem fronteiras,
e assim eles
escreveram
pémones as
suas bravuras
no livro da vida.

Canto porque sinto
com a reverência
do General
na despedida,
ele se encontra
preso por causa
de uma absurda
e grave mentira,
e é de justiça
que a inocência
que o pertence
seja por todos
reconhecida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Goste ou não
dessa máxima
quase poética
em tempos
de negação
da realidade:
discordar é
um direito
mesmo que
não seja
perfeito
ou do teu jeito.

Discordar não
tem a ver com
crime, traição
ou rebelião
para colocar
quem quer
que seja preso.

Discordar não
pede anistia,
por não ter
nada a ver
com rebeldia;
apenas pede
pronta libertação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O verdadeiro terror
para o futuro é viver sem
reconciliação e sem perdão.
Não preciso descobrir
ou ler que o livro
da vida não deseja o pior
para cada um de nós
nestes tempos quase perfeitos
para o ego morrer onde esgotamos
a coragem de manifestar
a vontade e a nossa bondade.
É preciso reagir
e dar espaço generoso
para a liberdade
e reconciliação
com o General, a tropa
e toda a sua Nação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Enquanto não
libertarem
o General
e a tropa
O meu coração
vai seguir
aborrecido,
E a minha
alma injuriada.
Silenciosas as
asas do condor
sob Abya Yala,
A minha canção
você não cala,
Porque falo
o quê precisa
sempre ser dito.

Ressoam as
vozes nas ruas,
O povo grita
com brio,
Induzido a um
enfrentamento
sombrio,
Culpa de um
Império maldito.

O patriotismo
da região foi
estrategicamente
afastado para
que o povo
achasse normal
todos os dias
ser roubado,
e o povo
mutuamente
se fazer agredido.

Abertamente
tudo isso me
preocupa porque
na minha terra
nem chargista
é respeitado,
Querem fazer
da Venezuela
a porta de entrada
para o desconhecido.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ainda há
o quê
celebrar:
o seu
espírito
de luta
que resiste
orante
nessa ilha
de concreto
que dizem
que está
dia e noite
havendo
tratamento
cruel e tortura.

Dizem que
mesmo
preso
o temem,
não duvido,
pois está
evidente:
foi muito
feio o quê
fizeram
contigo,
mas a sua
filosofia
é explícita
que não nasceu
para se vingar.

Não há
o quê
celebrar
porque
o mal
feito contra
você que
eles fizeram
não foi
corrigido,
e mantê-lo
na prisão
ainda estão
insistindo,
não estão
agindo como
homens dignos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Perseguido
o povo em
diáspora
no Equador,
e o meu
coração
segue partido
sem poder
de ajudar
e doendo
de tanto
se indignar.

Gostaria
de ter a
unção
para com
todo esse
sofrimento
terminar,
mas estou
por aqui
com os meus
poemas para
semear a glória.

É aniversário
do General,
chora o cuatro
venezuelano,
não há o quê
comemorar,
manter ele
preso é um
amargo engano,
está na hora
de libertar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Em linhas culpadas antes
mesmo de terem nascido
nem um pouco lúcidas.

Sem ordem judicial,
bem cheias de tudo,
hipertextuais
e com toda a falação:
deseja saber demais.

Jogos sujos e brincadeiras
de nervos não há
quem os ature mais.

Como vai a saúde
da tropa e do general?
Quando virá a liberdade,
a augusta moção
e garantia da paz?

Em versos inconformados
e bem convictos segue
anão aceitação
de 'ditaduras'.
Ainda bem
que existe
um anjo que visita,
e trabalha legalmente
pelo fim do cativeiro
de quem é notório
inocente pelo mundo inteiro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Em idílica jornada
escrita na parede
A Historia não mente:
Estás preso inocente.

As minhas letras
são feitas da tinta
Do clamor do amor
do teu povo,
Padecendo de agonia.

De joelhos, coração
e mãos reunidas
Em profunda oração:
sou pedido de justiça
E convicta teimosia.

Não me calo e não deixo
ninguém calar,
Permaneço irredutível
até o pesadelo passar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠É incompreensível
A promessa ainda não
Cumprida de liberdade,
O mundo está assistindo
O homeopático massacre
De um povo exaurido,
Que no vazio das ruas
Deu o seu augusto grito.

É infinitamente noite,
De espera por cada preso
Político que me irmano,
Porque o fatal desprezo
É mais do que um acinte,
É o abandono da vítima
Sem aparentes marcas
De um chocante crime.

Não pense que dos meus
Versos tu escapará livre,
Eles não entram em greve.
Versos que irão atrás
De você até te capturar
E farão pelas tuas mãos
A liberdade regressar
Do jeito que prometestes.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Como as aves aguardam
o primeiro sol de verão
para poder voar,
Assim sem demora
venho pedindo
pela sua libertação.

Nada mais honrado
e necessário abrirem
as portas e as janelas,
para o sol da justiça
deixar a tropa sair,
e a vida os reencontrar.

Quero ver a liberdade,
não desejo mais
que ninguém chore,
sem pedir pela saudade
estou sentindo por cada
um mesmo sem ter vivido.

Espero que a promessa
não seja quebrada,
quero estar presente
em cada reencontro,
no afã que cada
um tenha me lido.

Inserida por anna_flavia_schmitt