Por Voce eu Pegaria mil vezes
Disse mil coisas e não as cumpriu! Disse que ia ficar e partiu. Disse que se preocupava comigo mas quando me viu sangrar, riu. Disse que estariamos juntos mas soltou minhas mãos. Disse que me amava mas destruiu o meu coração. Disse-me coisas belas, porém em vão! Disse que eu era tudo mas me tratou como um nada. Disse que eu era o seu chão mas preferiu voar para longe e me deixar à beira da estrada. Disse mil coisas e não as cumpriu! E no final de tudo a sua vida também era uma grande Fake News!
A chuva parou,por enquanto a reclamação cessou
tudo correrá às mil maravilhas,se não chover,por alguns dias
Se daqui há algum tempo chover reclamaremos,por ter chovido,
Se não chover será por não ter acontecido
Se ventar,teremos mais um motivo para reclamar
Se não reclamaremos por esquentar
Ou por esfriar,afinal não é época para isso
Frio no verão é enguiço
Frio deveria ser na época do frio e calor na época dele
Mas as temperaturas e suas variações deveriam ser moderadas,
não drásticas como são,calor muito quente incomoda
Como frio muito frio não é bom
Se não venta está muito abafado isso chateia
mas Vento despenteia o cabelo e enche o quintal de sujeira
Reclamamos por qualquer asneira
talvez se vivermos em uma bolha onde nada seja oscilante
tudo seja melhor que antes
não teremos motivos para reclamar ou reclamaremos contiuando
A vida em uma bolha deve ser tão chata quanto uma vida reclamando
Existem mil motivos da sua existência
Mas o mais importante é a sua felicidade
Sorria mais , o sorriso é o maior inimigo da maldade
A maior manifesto comunista no Brasil, aconteceu em 1964, na luta contra a ditadura. Mais de 20 mil pessoas foram torturadas, mais de 470 pessoas foram mortas. Até hoje, matam pessoas e nem todas são comunistas.
Queria ser ateu, assim não acreditaria no amor tão pouco em Deus.
Colhi mil flores, te amei mil noites. As flores já secaram, eu fui o único a amar. Neste jardim sou o jardineiro, arei, plantei, aguei, cuidei e amei sozinho.
Quando estava morrendo sobre o madeiro, há mais de 2 mil anos, disse algo surpreendente: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem!" (Lucas 23:34). Uma análise não religiosa, mas psicológica e sociológica, demonstra que a afirmação carrega um altruísmo sem precedente. Mas, ao mesmo tempo, parece inaceitável sua atitude de proteger os carrascos.
Os soldados romanos sabiam o que faziam, cumpriu peça condenatória de Pilatos. Entretanto, para o Mestre dos Mestres, os pensamentos que eles construíram eram, por um lado, fruto da livre escolha e, por outro, refém da base de dados da sua memória, da cultura tirânica do império romano. Cumpriam ordens, não eram completamente autônomos nem donos do próprio destino. Eram prisioneiros do seu passado "escravos" de sua cultura.
A cultura é fundamental para a identidade de um povo, mas, se ela nos impedir de nos colocar no lugar do outro e pensar antes de reagir, torna-se escravizante. Para o mestre da Galileia, por detrás de uma pessoa que fere, há sempre uma pessoa ferida. Isso não resolvia o problema dos seus opositores, mas resolvia o problema dele. Protegia a sua mente. Seu Eu não carregava as loucuras e agressividades que não lhe pertenciam. Sua tolerância o aliviava, mesmo quando o mundo desabava sobre ele
em mais de 20 mil sessões de psicoterapia e consultas psiquiátricas que todos os meus pacientes eram tão complexos como os mais culto e racional dos seres humanos. Estudar dinâmica, a construção e a movimentação dos pensamentos me deixou plenamente convicto de que cada paciente que tratei, por mais fragmentada que estivesse sua personalidade, tinha a mesma dignidade que eu.
O silêncio tem muito mais valor, do que mil palavras proferidas sem o devido discernimento, maturidade e sabedoria. Nesse caso o silêncio se torna edificante.
(DVS)
“A jornada de mil passos começa com a aceitação do primeiro. É na compreensão do que somos que encontramos o caminho para o que podemos ser.”
Só confio em bebidas que tenham sido testadas há no mínimo mil anos. Isso se resume a água, vinho e café.
Toques das mil faces
dos segredos de si
soberana, que enaltecem os olhos
Invadem a alma
É vento que sopra fogo
libera os desejos
É poder, lua de mistérios
Quem ousaria
decifrar!
VALORES
O pano que cobre o meu corpo
custe dez, cem ou mil,.
não é o que me define.
Pouco ou nada diz de mim.
Tampouco o que te cobre,
diz muito sobre ti.
Lamentar por minhas palavras posso pedir mil perdões e ficar bem , mas o que fazer com meu silêncio? nem eu e nem eles sabem dizer,apenas lamentar.
A distância
A distância inóspita do cotidiano, é bela,
Traz consigo mil exemplos, da mente pra fala.
É uma estrada, cheia de lições do agora,
Faz a alma, por vezes, sair mundo a fora.
Muda elementos da sua ótica, talvez uma incógnita,
Se torna um labirinto, que mesmo reto, se transforma.
A banalidade muda os meios, afeta teus anseios,
Diferenças vívidas, compreensão do desigual,
Aceitei o que por lógica, não podia ser real.
A memória se preenche dessas idas e vindas,
É um conto vazio, com a película ilusória.
Se por vezes questionamos o tempo, que a pressa suma,
Se crescemos questionando as causas, que não nos consumam.
Tem muito mais alegria
e no Alqueva um bom iate
quem assiste à cantoria
com mil sopas de tomate.
I
Vê-se o tempo a manobrar
nesta louca embriaguez,
vai-se o dia, chega um mês
e o tempo custa a passar...
Com a cabeça a divagar
nesta dura antinomia,
vai-se o mês, vem mais um dia
da nossa sobrevivência,
e quem come a paciência
tem muito mais alegria.
II
A medida do telhado
faz a porta da entrada,
e em cada assoalhada
o tamanho é limitado...
O sofá é mesmo ao lado
de onde havia chocolate,
num pequeno escaparate
resta o jogo dos milhões
onde compra as ilusões
e no Alqueva um bom iate.
III
Santas casas portuguesas
solidárias nas esmolas,
dão aos pobres das gaiolas
o que sobra das riquezas...
São luxúrias, são pobrezas
desta vã egolatria,
onde tudo se esvazia
numa ordem movediça,
e tolera a injustiça
quem assiste à cantoria.
IV
Todos cantam em voz alta
o que diz A Portuguesa,
vê-los juntos é uma beleza
nessas luzes da ribalta...
Que se anime toda a malta
sem princípios de debate,
e o convívio é um biscate
desigual e pouco humano,
que se farta todo o ano
com mil sopas de tomate.
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