Por Voce eu Pegaria mil vezes

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⁠"Vocês desejam tanto a sorte de um amor tranquilo, vos invejo; eu só queria a sorte, de nunca mais amar.
Para o meu desalento, a minha existência, permeia o azar..." - EDSON, Wikney - Reflexões

Inserida por wikney

⁠"Falhei.
Não consegui, eu sei.
Tentei.
Te olhei.
Sua beleza, vislumbrei.
Mas tentei.
Ao te ver, fraco fui; fraco serei.
Mas tentei.
Ser escravo dos seus olhos, é capaz de fazer qualquer homem, um rei.
Não deveria ter te olhado, mas eu queria, eu sei.
Tirou-me o ar, ofeguei.
No seu olhar, me afoguei.
Tentei.
Tentando não lhe amar, amei.
Perdão Pai, pois pequei.
Me apeguei.
Na chance de mais um segundo no olhar, na chance de sentir o calor da branca tez.
Perdão, tentei.
Não te olhar? Falhei..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠"Se a perfeição fosse um pecado, eu seria o mais pecador dos homens; não por ser perfeito, mas por venerar-te, seu nome.
Por um beijo seu, eu daria fama, riqueza, renome.
Até a minha vida, e se não bastasse, a vida de qualquer outro homem.
Sou louco por amá-la, mas da minha insanidade, aquela beleza é a fonte.
O que posso fazer? Se o pôr do Sol, lembra sua beleza, ao longe.
És tu, meu horizonte.
Só enxergo você, quando clamo por seu amor na madrugada, é você minha deusa, dona do meu ser, meu coração na sua estante.
Eu queria uma eternidade com você, mas pra mim, já basta um único instante.
Meu coração é um infante.
Lembrar-lhe é um infarto, fulminante.
Os lampejos de nós dois, em minha memória, é algo incessante.
Correrei atrás de ti, mesmo que me canse.
Por você, abdicaria do paraíso e rastejaria por todo o inferno de Dante.
Mergulharia no mar das incertezas, velejaria no oceano do tempo, entre o depois e o antes.
Tens a riqueza de ouro, pérolas, do mundo, todos os diamantes.
Eu sou um pecador, não pelo pecado em si, mas por venerar-te como divindade, louvar como Deus, o seu nome..."

Inserida por wikney

⁠Chega a ser cômica a indignação delas.
O que posso eu fazer, se amo é ela?
À ela, ofereço um universo; a estas, fragmentos, quirela.
A vida já teve alegria, hoje são só mazelas.
Hoje é velório, o que outro dia fora festa.
Sua ausência transformou em gris o que um dia foram cores, aquarela.
Os sonhos da chuva de arroz, o arremesso do seu buquê, ainda infectam minha mente, como bactérias.
O branco do vestido antagoniza o negror do meu luto, parece-me, drenou a minha resiliência.
Desalento, mau agouro, infelizmente fiz do teu abraço a minha residência.
Outros amores? Parcimônia.
Pinto nosso futuro, como um pintor, em uma tela.
Seu amor é prisão, frio, como uma cela.
É engraçado, quando me recordo de tudo que já fiz para ser dela.
Mas cômico mesmo é a indignação delas.
O que posso eu fazer, se amo é ela?

Inserida por wikney

⁠Era um amor exíguo.
Amor e ódio? Iguais, ambíguos.
Eu sou aquele tipo de demônio que vislumbra de perto as portas do paraíso.
Só me existe escuridão se a sua luz não está comigo.
O que era oceano hoje são só resquícios.
Pingos de chuva na pequena poça de prazer, onde fora um mar vivo.
Vivo, muito bem vivido, sou vívido.
Sem ti, sobrevivo.
O toque dos nosso lábios seria a minha felicidade, mas é só delírio.
Viver com as lembranças de ti é um martírio.
Rogo a Deus, à morte já fiz um pedido.
Mate em meu ser esse amor finito.
Livrai-me, Criador, daquele amor exíguo...

Inserida por wikney

⁠Eu viajei no tempo para proteger ela.
Chamei-a de meu amor, doce anjo, Cinderela.
Minha miragem, felicidade, minha aquarela.
Pinta minha vida com seu sorriso, como em tela.
Infelizmente, a vida em qualquer tempo é só mazela.
Pr'outro amor, ela desviou os olhos dela.
Infinito é o tempo, e o amor dela por mim, só quirela.
O amor é libertador; o amar, uma cela.
Sua ausência criou um cortejo onde era festa.
Lembro-me que meu passado era o nosso presente, e eu planejava um futuro com ela.
Hoje, não importa em qual tempo, cada minuto se rebela.
Quando lembro de nós, do que poderíamos ter sido, o relógio da minha vida congela.
O passado fora tão bom, o presente é amargo e o futuro sem você são só trevas.
Sonho agora em voltar no tempo para amar ela...

Inserida por wikney

⁠A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio o farfalhar das folhas, o doce e sereno bailar das árvores.
Odeio o bafejar do vento, que me assopra a face.
Odeio o pôr do Sol, cuja beleza sublime me remete a ela, minha beldade.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio o cantarolar dos pássaros e a balbúrdia da cidade.
Odeio tantas coisas, mas eu odeio mesmo é essa distância, nossa saudade.
Odeio a mentira, mas, por tantas vezes, também odiei a verdade.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio ter que me reencontrar todas as vezes em que me perco no castanho dos seus olhos, meu mar de serenidade.
Odeio sua boca, pois, mesmo estando tão perto da minha, a distância que as separa vai daqui até Marte.
Às vezes, odeio amar-te.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio meu corpo, pois quando está deslizando sobre o seu, me queima a pele e an alma arde.
Odeio toda religião, pois fiz somente de ti minha divindade.
Odeio as estrelas e a Lua, porque o brilho e a palidez me lembram suas fases.
E por lembrar-me amiúde de ti, amada minha, é que eu amo o fim de tarde…

Inserida por wikney

⁠Azar no jogo, no jogo do amor.
Eu achava que era má sorte, mas hoje agradeço ao acaso, nosso eterno senhor.
Ainda bem que o carro enguiçou.
O ônibus não passou.
Preso em uma cobertura qualquer, ainda bem que a chuva aumentou.
Obrigado, acaso, ainda bem que meu celular descarregou.
Se tivesse tudo dado certo, tudo teria dado errado; parvo fui, parvo sou.
Eu teria conseguido te dizer algo perturbador.
Teria me declarado, teria dito que o que sinto é paixão, talvez amor.
Ainda bem que na floricultura, já tinha acabado até o último buquê, até a última flor.
Se tudo tivesse dado certo, eu teria descoberto que no seu jogo eu sou só mais um jogador.
Falar-me-ia você que ama, mas não eu, o que me causaria tremenda dor.
Antes de tudo, retirei-me do seu tabuleiro, saí derrotado, perdedor.
A paixão é carta que derrota qualquer conquistador.
Mas sou grato aos céus, por ter bastante sorte no acaso, e azar no jogo, no jogo do amor…

Inserida por wikney

⁠Como posso eu ter calma?
Sendo que o coração que jurou-me ódio, sei que me ama.
A mesma boca que deveria despir só o corpo também despe a alma.
É amor de peito o que deveria ter sido só amor de cama.
Na madrugada não sou eu, é só o lençol, que por ti clama.
Do que me adianta?
Um amor racional e uma paixão insana?
Perdoe-a, pai, pois ela não sabe o que sente, não sabe a quem ama.
Ela sabe que, a cada toque, meu nome ela chama.
As labaredas, o ardor dessa paixão, o meu ser inflama.
Amá-la transformou-se em blasfêmia.
Nessa cacimba de amarguras, morro e vivo um dilema.
E vivendo tudo isso, como posso eu ter calma?

Inserida por wikney

⁠Recordo-me, minha amiga, que naquele dia, naquele instante, eu a fitei com os olhos de completo desejo. Senti-me um louco por fazê-lo, mas também, amiga minha, qual homem nessa terra de horripilâncias não o faria? Ao fitar tal beldade, tal arte desnuda, ela parecia-me ter uma beleza crua, ela parece que nunca fora tocada por essa terra impura. Sei que sou o sal, o pó da terra, minha amiga, sei disso. Às vezes o sei mais que qualquer outro ser, nessa mundana pintura; mas aquela mulher, minha cara, ela fora esculpida em mármore, quiçá em carne, pelas mãos do próprio Deus. Eu sempre acreditei que em seu reino sobre os céus, Deus não tinha nenhum filho preferido, até vê-la naquela tarde quente de outubro, minha amiga, onde o mundo ardia, queimava, e ao fitar-lhe, lembro-me, minh’alma gelara, senti um suor congelante, as mãos frias. Eu, que não acreditava, hoje creio em Deus e em amor à primeira vista e creio não por crer, mas sim porque o sentira...

Inserida por wikney

⁠Eu sinto o desejo em seu olhar, a excitação na sua voz.
Quando novamente me tocar, o que será de mim, o que será de nós?
Sou a água que lhe mata a sede; do seu rio, eu sou a foz.
Tornei-me presa na sua rede, mate em mim esse animal feroz.
O seu olhar é meu combustível, mas também é meu algoz.
Às vezes paro e penso: meu amor por ti, mulher, chega a ser algo atroz.
Queria construir-nos um palácio, algo mágico, como a cidade de Oz.
Ou talvez ser um homem de lata, sem coração, a vagar por terras áridas, em completa solidão, com meu albornoz.
Mas você sempre dificulta minha despedida, pois, ao se despedir, eu sempre sinto o desejo em seu olhar e a excitação na sua voz...

Inserida por wikney

⁠"Eu realmente não me recordo, se estava quente ou frio.
Só me recordo daquela praça, nosso encontro, suspiro.
Lembro-me meu amor, de esquecer até o meu nome, quando vislumbrei a arcaica igreja e imaginei você saindo dali, de véu, comigo.
O pouco que me recordo, as vezes acho que é delírio.
Lembro-me do aconchego do abraço e da paz que me trazia, aquele seu sorriso.
Eu já me esqueci de viver, amada minha, e o fiz, pois, é só por você, que eu vivo.
Meu Sol, meu ar, meu girassol, meu lírio.
Quando a madruga vem, e me recordo de ti, percebo que, as nossas lembranças, poderiam ser tema de poemas, canções, mil livros.
Rogo, imploro, ao Logos, ao Cristo.
Um dia, um segundo, mil anos, você, comigo.
Lembro-me de tudo, dos nossos momentos, a ternura, os abraços pareciam-me abrigo.
As memórias são prisões, e os sentimentos, castigo.
Levou-me o calor da alma, e sua ausência só me deixou, o frio..."

Inserida por wikney

⁠"Toda vez que eu vejo a sua face, eu fico tentando encontrar ao menos um único centímetro de defeito, mas eu sempre acabo me perdendo na infinidade da sua perfeição.
Até hoje, tudo o que me causas, não tem noção.
Eu sou seu curador, curo tristeza, ausências, até mesmo, depressão.
Às vezes, eu queria ter até três, mas às vezes, me dá vontade de não ter coração.
Companhia é boa, ótimo é solitude, melhor? A solidão.
Eu tento lhe revestir, com o manto do perdão.
Mas só me existe o ódio, rancor, perdição.
Sua face, meu amor, cada centímetro do seu corpo, eu sei, é perfeição.
Eu tento, rogo, imploro, por um único beijo, um momento contigo, mas tudo é em vão.
Entre viver uma vida vazia, meu amor, eu prefiro viver, cada centímetro, da sua perfeição..."

Inserida por wikney

⁠A “cisão” do “eu”, é a identidade de como nós definimos, reconhecemos e compreendemos a natureza do “opinar”!

Inserida por AdrianoAlmeidaB

⁠Quanto mais lúcido,
mais cônscio da profundidade
da minha ignorância.

É por isto que eu bebo.

Inserida por GeraldoMorais

⁠Paralaxe Cognitiva

- Está acontecendo.

- Eu não acredito!

- Mas não é uma questão de fé, é questão de fato.

- Mas eu não acredito!!!



daseriemicrocontos.

Inserida por GeraldoMorais

Eu só e meu Pai

“Entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.”(Mt. 6.7)

Silêncio!
Hábitos,
Pensamentos,
Sentimentos,
Lembranças,
Pressentimentos,
Amarguras,
Ressentimentos,
Imagens,
Desejos,
Obsessões,
Ansiedades,
Passado,
Futuro,
Silêncio!

Só o presente.
Eu só, (em espírito e verdade).
E meu Pai

Inserida por DomingosMassa

O melhor ano da sua Vida!

Eu é que se que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor, pensamentos de paz,e não de mal, para vos dar o fim que desejamos (Jeremias 29:11)

O melhor que Deus tem para minha vida começa com uma esperança vibrante para o futuro.

©2015 Domingos Massa

Inserida por DomingosMassa

Quando as coisas se tornarem difíceis e até incompreensíveis repita: "Pai, eu não te entendo. Mesmo assim, confio em Ti"

Inserida por DomingosMassa

⁠Cláudia

Um dia nos demos
Ela se mudou
pra dentro de mim
eu fui morar
dentro dela
e a gente foi
viver assim
na casa que somos
um dentro do outro
um inteiro

Inserida por DomingosMassa