Por Voce eu Pegaria mil vezes
Meu pai
Minha mãe me ensinou o que é o amor
Meu pai a forma como eu mereço ser tratada
Hoje em dia tenho minhas paixões
Que insistem em me tratar mal
Na real...
Não me tratam mal
Papai me ensinou
Que mesmo batendo em minha cara
Não é para haver dor
Ele não para de me bater
Mas é tudo amor
Sorrio para ele
Queria realmente que fosse amor
Mas desde quando o amor
É demonstrado pela dor?
Obrigada papai
Vazio
Já sentiu saudades de algo que não teve?
Eu as vi, nascer, crescer, aprender e se desenvolver.
Tudo isso com você.
Mas eu era uma sombra, um vazio para você
As noites calorosas, eu só poderia ver
O espetáculo onde a atração principal
Só fazia doer
E que dor, um peito vazio
E cheio de rancor
Só vejo cor
Se houver dor
Mas sinto saudades
Saudades do seu amor
Amor que crescia e se desenvolvia
E que ironia
Estou falando do seu amor
O amor que para mim se escondia
Isso doeu muito, pai...
Não sei se digo 24/06/2015
Não sei se digo
Tudo quanto eu sinto,
Ou se simplesmente mendigo,
Por dizer, tudo o quanto eu penso.
“Novos tempos, novos ventos”
Novas luzes, novas ideias,
Quis a vida me encostar nos cantos
Por isso sobrevivo-me das doces lágrimas.
Não foi por ter me calado
Ou por sentir o que eu não podia dizer,
Foi por dizer o que sinto e ter guardado
As minhas doces palavras nestes poemas.
Haaa! Se eu pudesse revelar
Se os centavos me bastassem para poder editar,
A alma de Nelson Bandela, descansaria em paz
E as palavras de Alda culminariam, eu sou capaz.
“Há tempo para tudo. “
Sim! Só não há um tempo para o tempo,
Por tanto esperar fiquei mudo
Então, eu não posso dizer, eu vou escrever.
Autor: Ezeqeuiel Barros
Estilo: Indo, vindo e vivendo.
Não sei se errei 01/07/2014
Tudo quanto eu tive
Tudo o quanto eu fui,
Me tornou neste patife
O medonho representante do Rui.
Outrora esta vida falhada
No cordão da Baía de Ana Chaves,
Trouxe-me a tristeza, que balada
Foste tu, hooo! Vida vivida por amores.
Sondada pela imporesa
Da satisfação iludida,
Pelo amor com génio de alteza
Este mal feito mais que bem faz a vida.
Não era para que ter
Tudo o quanto eu tive que viver
Se o que sou, foi porque errei,
Então, errei por viver o que eu sou, um ser.
Autor: Ezequiel Barros
Estilo: Indo, vindo e vivendo.
Eu lamento
Ter estragado
todos encantos
dos meus sonhos
sem antes ter acordado.
Lamento,
ter cido o que fui
e por não ter a honrá
de ser-te homem, e tanto,
pois eu nunca á merece.
Lamento ainda,
olhar pra trás e ver que lutei,
esforcei e mudei
por um amor maior,
e não soube onde procur-lo.
Serei a te grato
por ter mi dado
este horizonte, sendo
tu, o rio que atravrsa o ociano.
Serei grato,
porque em te encontrei
a essiencia do amor,
e nunca ter cido amante.
Eu lamento em dor
por aquilo que não fiz,
e por tudo que fiz
em prol do nosso amor,
Hoje eu sei o que amor
é o íman que me atrai, pra você.
Me perdoi por te amar.
Tu és o luar
Tu és o luar
No qual,
Eu pode selecionar
Na mente,
Os grão de alegrias
Que eu vivi.
Te encotrei
Numa noite clara
Onde eu pude
Achar a luz o astro
Que em mim
Reflete o amor.
Então Pai
Pois bem que eu sei
Tu tens os meu olhos
Postos ao mundo, em sonhos,
E sonhas ser eu, o rei.
Num reino
Onde o teu reinado
É só isto,
Seres imortal.
Feliz dia dos pais, Martinho pita, Geneciano Filipe Batista.
Autor: Ezequiel Barros
Estilo: Ezbnadyideias.
Ontem ao deitar, levei o meu pensamento parquiar na calçada de um lindo sonho, e lá eu o perdi assim que te encontrei, pois o meu melhor amigo me abandonou por te. Ezbnadyideias
" É, na tua nascente que eu preciso
Poder afogar a minha tristeza
E matar a minha saudade,
É, nós teus olhos coloridos
Que eu me visto em Picasso,
E pinto com as cores da realidade
Os meus dias imaginários,
É, do teu inspirar que eu respiro
É, de te sonhar que hoje eu vivo,
Háaa! mãe minha, Maria meu viveiro
Os meus dias longe de te perdem a luz."
" A minha alforria está na calçada do meu sonho desacordado, eu mi sinto livre quando mi liberto deste mundo e ando descalço sobre o pó da terra da minha vida imaginária."
Pela África eu sou a Mudança
Pelo cacau e pelo café
Pela fruta pão, pelo coco e pelos búzios,
Pelos rituais, os gritos e os ritmos
E pelas gingas das ilhas do Socoopé,
Por São Tomé e Príncipe eu sou a mudança.
Pelos minerais do solo do Huambo
Pelo Palanca Negra, o nosso diamante
Pelo funge e pela fome indecente,
Pela imensidão do nosso solo de Cabinda a Cunene
E pelo sangue que selou a paz,
Por Angola eu sou a mudança.
Pelo amendoim do nosso caldo de Mancara
Pela Cabaceira, oh! meu gelado de Cabaceira
Pelos Fulas, os Diulas e Mandingas,
Pelas diversidades étnicas dos nossos povos, a nossa raça,
E pelos assobios dos nossos meninos nas matas,
Por Guiné Bissau eu sou a mudança.
Pelas cores angelicais das acácias floridas
Ao calor do sol de Abril
Pela cachupa, pelo cuscuz, e pelas Camócas,
Pelos braços movidos para a união das ilhas
Eternizados no nome de Amilcar Cabral,
E pelas lágrimas que cobriram a ilha do Fogo,
Por Cabo Verde eu sou a mudança.
Pelas cores lindas dos tecidos, a nossa Capulana
Pelo sagrado barro que lavou a nossa pele
Pelo dom dos dedos casmo de Malangatana,
Revelando a sombra dorida dos nossos dias
E pelo imortal sol que postou nos pés da baía da Beira,
Por Moçambique eu sou a mudança
Pela fome, pela miséria, e pelas epidemias
Pela frustrante emigração sem opção
Pelos tráficos, e pelos trabalhos infantis
Pela corrupção fora da razão, a nova escravidão,
Pela África eu sou a mudança,
Por aqueles que para as suas raízes não voltaram
Pelos que nos nossos países encontraram conforto,
Pelos filhos que aos seus pais orgulharam
E por aqueles por nos secaram suor e sangue,
Pela África eu sou a mudança.
Sim! É isto ou aquilo, mudança, mudança.
E mudança.
Pala África eu e tu, somos a África
E esta nova África ela é a mudança.
Ezequiel Barros
Longe de casa
Se eu não fosse daquele tipo de corrente a que chamam do antes quebrar que torcer, há muito tempo que o cerne da minha consciência já me tinha chamado de cobarde.
Parto sempre em vantagem em relação aos meus opositores, porque eu,
sou sempre eu, e eles, não sabem o que são.
Filhos...
Serão sarilhos
Cadilhos!?…
Eu sei que não!
São apenas estribilhos
Dos coros afinadinhos
Inspirados, rebeldinhos
Da nossa mais bela canção.
É na infantilidade do meu pensar, que eu reconheço que ainda não perdi a alma de menino, a verdadeira.
Eu nunca seria um ser humano consciencioso, se não fizesse perguntas a mim próprio antes de responder aos meus semelhantes.
É mais fácil amputarem-me as pernas que cortarem a raiz do meu pensamento e calarem a razão de eu ser assim.
Se eu amanhã não tiver a esperança noutro depois, é sinal que o meu hoje anda de mal comigo e não me dá futuro.
SAUDAÇÃO DE UM BICHO
Nunca eu vos enganei
Ó gentes do meu amar
Porque haveria eu de vos lograr
Se não sei o que sequer serei?
Tal e sempre por bem vos amarei
Com raízes espetadas no coração
Que alimentam como se fosse o pão
Vivo de esperança, ai, eu o hei!
Trago-vos vivos no meu olhar
Aqueço-vos na minha fogueira
Mesmo que ela apague a noite inteira.
É este o bicho homem a saudar
Outros da mesma massa de amassar
O pão da vida ainda por levedar...
Carlos De Castro
Finisterra, 26-05-2022.
Se eu dissesse que tenho à venda o meu destino a custo zero, seriamente estaria a fazer publicidade enganosa.
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